quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Câmara de Sto. André volta a debater Guaraciaba e Chácara Baronesa

Foto APC:Parque Guaraciaba
Foto APC:Chácara Baronesa
Vereadores aprovam Comissão de Assuntos Relevantes para apresentar soluções.
A Câmara de Santo André aprovou nesta terça-feira (13/10) a criação de uma Comissão de Assuntos Relevantes para apresentar soluções para preservação do Parque Guaraciaba e do Haras São Bernardo – conhecido como Chácara Baronesa. A principal proposta é instituir nos locais dois parques de áreas verdes, baseados na gestão e utilização das ZEIAs (Zonas Especiais de Interesse Ambiental).
“Temos como objetivo trabalhar em conjunto com a sociedade civil, entidades organizadas, governo do Estado e Prefeitura para, juntos, econtrarmos soluções para as duas localidades. Nossa intenção é instituir dois parques de áreas verdes, voltados à população e públicos”, explicou o vereador Tiago Nogueira (PT), autor do projeto.
A comissão também é integrada pelos vereadores Marcelo Chehade (PSDB), Donizeti Pereira (PV), José Ricardo (PSB) e Evilásio Santana, o Bahia (DEM). Desde 1986, se busca uma solução para o Parque Guaraciaba. A área de 500 mil metros quadrados, que já foi apelidada de “Tancão da Morte”, teve o última proposta rejeitada pelos vereadores setembro de 2007. À época, a Câmara rejeitou, com o boicote dos vereadores oposicionistas à gestão do prefeito João Avamileno (PT), o projeto do Executivo que previa a construção de um parque no local.
Já o Haras São Bernardo foi tombado pelo Condephaat como área de proteção ambiental em 1987. Desde então, contenas de famílias ocuparam o local. Quando assumiu o cargo, o prefeito Aidan Ravin (PTB), afirmou que construria na área um “bairro ecológico”. No entanto, o petebista apenas assinou com o governo do Estado um protocolo de intenções que permite ao município gerenciar a área de preservação.
Por: Júlio Gardesani ABCD Maior

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Planta da Amazônia é arma poderosa contra poluição.Leia mais


Missao Tanizaki adverte que até produtos químicos são usados na erradicação do aguapé


Aguapé não é praga. Além de ser muito útil em lagos de jardins, essa planta pode ser usada por pequenos agricultores como fonte de energia, combustível e fertilizante. Sobram estudos e falta determinação, constata-se na análise do trabalho persistente feito na internet pelo fiscal agropecuário do Ministério da Agricultura e bacharel em química, Missao Tanizaki, de Brasília...

Temperatura global pode aumentar quatro graus em 50 anos.Leia mais


Uxbridge, Canadá – A perspectiva de aumento de quatro graus centígrados na temperatura média da Terra no prazo de 50 anos é alarmante, mas não alarmista, segundo cientistas especialistas em clima. Há apenas 18 meses, ninguém se atrevia a imaginar a humanidade elevando a temperatura em mais de dois graus centígrados, mas as crescentes emissões de carbono e a incapacidade política de acordar novas reduções levam a ciência a considerar o que antes era impensável...

Ciclistas não têm espaço nas cidades do Grande ABC


Foto:Armadilha pega ciclista do SEMASA
DIÁRIO DO GRANDE ABC- 12/10/2009
Vanessa Fajardo Do Diário do Grande ABC
A escassez de ciclovias no Grande ABC faz com que as bicicletas cada vez mais deixem de ser utilizadas como meio de transporte e ajudem a desafogar o trânsito. Ciclistas ouvidos pelo Diário dizem que se a região tivesse mais opções e infraestrutura para pedalar, a adesão à bike poderia crescer.
Santo André e São Bernardo empatam no número de ciclovias: são três em cada cidade. Em São Caetano, a ciclovia da Avenida Kennedy tem dois quilômetros e inclui área para descanso. A Prefeitura prevê a construção de um parque linear na Avenida Tijucussu com uma nova via para bicicletas que se articulará com a da Kennedy. Em Diadema e Ribeirão Pires não há qualquer pista para os ciclistas; Mauá e Rio Grande da Serra não informaram sobre a existência desses equipamentos.
"Há três anos fui atropelado quando andava de bike em São Paulo. Aqui na região, as ciclovias melhoraram, mas ainda faltam pistas", afirma o chapeiro Ailton Alves da Silva, 33 anos, que mora em Santo André e usa a magrela para trabalhar em São Caetano. "Com certeza faltam pistas e proteção. O trânsito é complicado e se houvesse mais infraestrutura todo mundo andaria mais", complementa o metalúrgico Pedro Carrinho, 53, morador de São Bernardo.
Se por um lado, especialistas e ciclistas apontam a necessidade de a região investir em ciclovias, não há números do que seria o ideal para cada município. O professor de Transporte da FEI (Fundação Educacional Inaciana), Creso de Franco Peixoto, diz que esse indicador só seria possível a partir de um estudo de origem e destino que apontasse os trechos mais planos das cidades, e revelasse a predominância de viagens dos moradores. "É preciso sentir a potencialidade do bairro e avaliar características como a renda per capita da população. Quando se trata de pessoas de classe média ou média-baixa, a expectativa do uso da bicicleta é maior."
"Há três anos fui atropelado quando andava de bike em São Paulo. Aqui na região, as ciclovias melhoraram, mas ainda faltam pistas", afirma o chapeiro Ailton Alves da Silva, 33 anos, que mora em Santo André e usa a magrela para trabalhar em São Caetano. "Com certeza faltam pistas e proteção. O trânsito é complicado e se houvesse mais infraestrutura todo mundo andaria mais", complementa o metalúrgico Pedro Carrinho, 53, morador de São Bernardo.
Se por um lado, especialistas e ciclistas apontam a necessidade de a região investir em ciclovias, não há números do que seria o ideal para cada município. O professor de Transporte da FEI (Fundação Educacional Inaciana), Creso de Franco Peixoto, diz que esse indicador só seria possível a partir de um estudo de origem e destino que apontasse os trechos mais planos das cidades, e revelasse a predominância de viagens dos moradores. "É preciso sentir a potencialidade do bairro e avaliar características como a renda per capita da população. Quando se trata de pessoas de classe média ou média-baixa, a expectativa do uso da bicicleta é maior."

A cidade e o rio


por Thiago Medaglia
Pobre Tietê. Quer saber o nível de civilidade da população de um município ou o quanto ela valoriza a qualidade de vida? Olhe para seu rio.O reflexo da relação de carinho ou não das pessoas com o lugar que escolheram para viver é mais evidente nos corpos d'água. Sujo, feio e malcheiroso, o principal rio da maior cidade do hemisfério Sul não faz nada além de exibir as feridas abertas pela forma como vem sendo tratado em sua porção metropolitana. A urbanização trouxe gente demais, carros em excesso, asfalto de sobra e roubou do rio seu espelho d'água. Quase impossível imaginar as nuvens do céu (quando é possível vê-las) refletidas no leito do Tietê. Pobre do paulistano.
No passado, não era assim. Até os anos 1940, o Tietê era parte do cenário social da cidade. São Paulo vivia o rio. Sob a luz do luar, os namoros eram ritmados por serenatas na antiga ponte Grande, a primeira a cruzar o leito, feita de madeira no século 17 e substituída pela ponte das Bandeiras, em 1942. Aos poucos, as competições a remo perderam espaço para o entulho acumulado sob a torrente morta. Os nadadores, vitimados por todos os gêneros de micose e doenças transmitidas pela água imunda, aposentaram as braçadas. Os peixes sumiram das redes dos pescadores. São Paulo perdeu a poesia. E virou as costas para o Tietê.
O rio dos primórdios da ocupação da capital tinha outra cara. Era um Tietê de corpo sinuoso, com corredeiras e água que variava entre o tom chá e o aspecto barrento, dependendo das chuvas. As margens eram tomadas por uma vegetação de várzea, repleta de bichos. Tudo muito diferente do corpo retilíneo e sem graça avistado hoje das avenidas marginais. A forma atual foi surgindo aos poucos, ganhando espaço a partir do começo do século passado, com a construção das primeiras usinas hidrelétricas na região. Hoje, nas palavras dos técnicos dos departamentos públicos, o Tietê não é mais um rio. É um canal de engenharia.
Notícia que ninguém quer aceitar. É como encontrar, por acaso, na seção de óbitos do jornal, o nome de uma pessoa querida. Sentimento parecido deveria ser despertado no habitante de São Paulo. Para o geógrafo francês Maurice Pardé, "rios são seres tão complexos quanto o ser humano". Mas há entre nós uma brutal diferença, uma capacidade da qual jamais iremos dispor: eles revivem. É o que acontece com o Tietê ao deixar para trás a capital.
No interior, apesar de ter sofrido transformações, ele ainda ostenta trechos de águas limpas e muitos peixes. Outra boa notícia é que, ao menos em termos de coleta e tratamento de esgoto, os últimos 15 anos foram marcados por crescentes avanços. Uma esperança tênue de que talvez o paulistano volte a ter vontade de se olhar no espelho.
Thiago Medaglia, 28, jornalista e coautor do livro-reportagem "Tietê, um Rio de Várias Faces" (ed. Horizonte), é o colunista convidado desta edição.
FOLHA DE S.PAULO - 11/10/2009.
Revista da Folha

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Dia da Ave

No dia 05 de outubro comemora-se o Dia da Ave.
O Brasil é o terceiro país do mundo em variedade de aves. Há décadas várias espécies de aves vem sofrendo grandes impactos, ou seja pelo intenso tráfico de animais silvestres ou pelo intenso desmatamento de grandes florestas. A perda do hábitat é um dos grandes fatores pelas inúmeras espécies estarem desaparecendo.
Cada vez mais tem aumentado o número de aves nas cidades. Os programas de arborização urbana e pessoas tem plantado mais árvores em suas casas e ruas, isto é um grande atrativo para inúmeras espécies de aves que vem atrás de alimento, como frutas e sementes.
As Unidades de Conservação foram criadas para a conservação e preservação de ecossistemas, sendo que muitos deles abrigam inúmeras espécies, principalmente aves, sendo a maioria ameaçadas de extinção, como o papagaio de cara-roxa, o japim, a gralha-azul, o maçarico-rasteiro, o tucano-de-bico-verde, o flamingo, o macuco, a ararinha-azul, a maria-faceiraentre outras.
Como conservar e proteger as aves:
- recusando-se a comprar e a comercializar animais silvestres
- não mantendo animais em cativeiro
- não matando e nem sacrificando-os
- denunciando aqueles que assim o fazem ou persuadindo a que mudem de comportamento
- não jogando detritos nos cursos d'água, rios, igarapés e nem desmatando as suas margens
- evitando adquirir produtos poluentes, cujo refugo não seja biodegradável e preservando áreas verdes.
- aprendendo e difundindo conhecimento entre os colegas, associando-se a uma associação ou entidade ambientalista
- plante árvores e arbustos frutíferos
- plante e mantenha em seu quintal ou sítio, plantas, arbustos e fruteiras que as aves possam utilizar para comida e abrigo (quanto maior a variedade de fruteiras, maiores serão as possibilidades de atrair uma variedade de pássaros visitantes)
- algumas espécies de árvores frutíferas atraem muitos pássaros, como o mamoeiro, a goiabeira, a ingazeira, a acerola, o jambeiro, a mangueira entre outras. Não colete todas as frutas, deixe algumas para as aves e insetos. Muitos pássaros incluem em sua dieta alimentar estes insetos que são atraídos pelas frutas maduras.
Extraído do site:www.ambiente Brasil.com.br

sábado, 3 de outubro de 2009

04 de Outubro - DIA DE SÃO FRANCISCO DE ASSIS















Quadro de José Assunção
Para quem não sabe São Francisco é o Patrono do Ambientalismo pela sua grande compaixão e amor há todos os seres da natureza.Marcos Rogério Cruz
Oração pela paz atribuída a São Francisco
Senhor,
fazei-me instrumento de vossa paz.
Onde houver ódio, que eu leve o amor;
Onde houver ofensa, que eu leve o perdão;
Onde houver discórdia, que eu leve a união;
Onde houver dúvida, que eu leve a fé;
Onde houver erro, que eu leve a verdade;
Onde houver desespero, que eu leve a esperança;
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria;
Onde houver trevas, que eu leve a luz.
Ó Mestre,
fazei que eu procure mais consolar, que ser consolado;
compreender, que ser compreendido;
amar, que ser amado.
Pois, é dando que se recebe,
é perdoando que se é perdoado,
e é morrendo que se vive para a vida eterna.

Monoculturas soterram a biodiversidade.Leia mais


A triste realidade do Cerrado Brasileiro

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Moradores criam conselho para Chácara Baronesa










Entidade visa regulamentar as condições de famílias que vivem na área e preservar a vegetação
A Associação de Moradores do Haras São Bernardo, a ONG Amigos do Pq. Central e a ONG Movimento em Defesa da Chácara da Baronesa, junto com habitantes das redondezas do Córrego Taioca, divisa de Santo André com São Bernardo, fundaram na manhã do domingo (27/09) uma comissão gestora para resolver os impasses envolvendo o Pq. Estadual Chácara Baronesa, tombado em 1986 pelo Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico). De acordo com a comissão, aproximadamente 200 pessoas compareceram ao encontro e cerca de 30 indivíduos voluntariaram-se para integrar o comitê.
Em 1987, durante o governo Quércia, o local foi considerado como APA (Área de Proteção Ambiental) pela Lei Estadual 5.745. No entanto, todo e qualquer lugar com esta classificação precisa possuir uma organização composta por representantes da sociedade civil, do Estado e residentes, segundo a Lei Federal 9.985 de 2000, o que nunca aconteceu. Desde a década de 1970, a área de 350 mil m² aguarda providências públicas para que as ocupações irregulares sejam ordenadas e para que algum órgão assuma a administração do Parque.
“Nossas prioridades são preservar e construir infraestrutura para o parque e assegurar a construção de residências para a população em situação inapropriada”, disse o morador da região, Maurício Monteagudo. “O Governo do Estado concedeu direitos à Prefeitura para que administrasse a área, estamos reivindicando que a lei seja cumprida”.
O morador se refere aos seguintes fatos: em 2001, o espaço foi declarado como Parque Estadual Chácara da Baronesa e em 2003 mudou para Pq. Ecológico Chácara da Baronesa. Quatro anos depois, foi publicado no Diário Oficial que 282.681 m² (nova demarcação) do local seriam tombados e que os 10% restante seriam destinados à construção de moradias populares para as 337 famílias que se apropriaram indevidamente de parte do terreno.
“Nunca fomos contra a conservação do Parque, mas nós também queremos nos regularizar e estamos dispostos a pagar por esse serviço. Iremos manter a área congelada, sem mais nenhuma ocupação”, afirmou Fátima Soares Cruz residente da Chácara há 15 anos e líder comunitária.
Em 1976, depois da falência do Haras São Bernardo, a área foi adquirida pelo Inocoop (Instituto de Orientação às Cooperativas Habitacionais de São Paulo) para construir cerca de três mil moradias, mas, em 1978, a Prefeitura de Santo André impediu a utilização do espaço classificando-o como de utilização pública.
A doutora em geografia humana pela USP, Simone Scifone, acredita que a solução tem que ser tripartite. “Ao longo do processo de tombamento pelo Condephaat várias denúncias de que a ocupação vinha aumentando foram recebidas. Porém, o Inocoop não construiu moradias apropriadamente e os núcleos irregulares proliferaram. É preciso cobrar o Governo do Estado, a secretária do meio ambiente e a Prefeitura”.
Por: Caio Luiz (caio@abcdmaior.com.br)
Foto: Luciano Vicioni

domingo, 27 de setembro de 2009

Reunião na Chácara Baronesa Domingo 27 de Setembro de 2009

Cerca de duzentas pessoas estiveram presentes na reunião neste domingo na Chácara da Baronesa, demonstrando um grande interesse em participar das discussões sobre esta importante área verde.Na ocasião foram abordadas várias questões, destacando a grande importância da APA para a nossa região, dentre eles podemos citar:
A importância Ambiental e Histórica da área;
O estado de abandono em que ela se encontra;
A situação do Núcleo de Moradia da Chácara da Baronesa.
Também foi decidido pelos presentes a formação de uma Comissão da Sociedade Civil para daqui para frente discutir a situação com as autoridades municipais e estaduais.
Sem dúvida a nossa união poderá mudar a situação atual.
Parabéns a todos que participaram do encontro!

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Dia da Árvore


"Toda a natureza é um anseio de serviço.Serve a nuvem, serve o vento, serve o sulco.
Onde houver uma árvore para plantar, planta-a tu.
O servir não é próprio dos seres inferiores.Deus que nos dá o fruto e a luz,serve.E tem seus olhos fixos em nossas mãos e nos pergunta todos os dias:
Serviste hoje? A quem? A árvore, ao teu amigo, à tua mãe?"
Gabriela Mistral

sábado, 19 de setembro de 2009

Santo André, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra, não apresentaram projetos de arborização.










Região terá 48 mil novas árvores
Vegetação em Diadema: Administração promete fechar 2009 com 8 mil novas árvores plantadas. Foto: Luciano Vicioni
Plantio é feito em S.Bernardo, S.Caetano e Diadema; boa notícia para comemorar Dia da Árvore
O ABCD fechará 2009 com pelo menos 48 mil novas árvores, uma boa notícia para comemorar o Dia da Árvore, nesta segunda-feira (21/09). O plantio está sendo feito por três cidades da Região: São Bernardo, São Caetano e Diadema.
O plantio pode ajudar a região a alcançar a marca de 12 m² de área verde por habitante, número considerado por especialistas como o ideal para uma vida saudável. De acordo com o último censo realizado, em 2000 – o próximo será em 2010 – São Bernardo tem em seu perímetro urbano uma média de 0,25 m² de área verde por habitante. Já São Caetano tem 1,5 m² e Diadema, 10 m². As prefeituras dos três municípios informam que os dados estão defasados e que o próximo levantamento mostrará que a área verde por habitante nas cidades já é bem maior.
O maior programa é o de São Caetano, que promete terminar o plantio de 25 mil árvores até dezembro. Até agora, 20 mil mudas já podem ser vistas pela cidade, afirmou o secretário de Meio Ambiente de São Caetano, Osvaldo Ceoldo.
Diadema vai ganhar 8 mil novas árvores. Mutirões de plantio vem sendo feitos por meio de projetos como o “Viva Vida Verde”, compensação ambiental que conta com a participação de servidores municipais e outros voluntários. A Administração também articula o Plano Diretor de Arborização Urbana, para definir o manejo de plantio e retirada de vegetação na cidade.
Até dezembro, São Bernardo terá 14 mil novas árvores, sendo que 2 mil já foram plantadas. Além disso, o Departamento de Meio Ambiente está fazendo um levantamento arbóreo em algumas avenidas da cidade, em parceria com a Secretaria de Serviços Urbanos, para definir a rearborização da cidade. Isso porque muitas árvores não foram cuidadas nos últimos anos e já estão mortas. As espécies serão substituídas.
A arborização da Região também ganhou apoio da Metra, empresa concessionária de transporte intermunicipal, que plantou em agosto mil mudas no corredor de trólebus, que corta o ABCD, aumentando assim o Corredor Verde, projeto iniciado em 2008.
Procurados pelo ABCD MAIOR, os outros municípios (Santo André, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra) não apresentaram projetos de arborização.
A delegada da região Sudeste da SBAU (Sociedade Brasileira de Arborização Urbana), Eliane Guaraldo, explica que em cidades como as do ABCD, que são predominantemente industriais, houve dificuldade em implementar programas de arborização. “No Brasil, o interesse por jardins nasce somente no fim do século 18, com o objetivo de preservação e cultivo de espécies, influenciado pela Europa. Mas isso ocorreu somente nas grandes capitais. Em cidades que começaram a crescer no século 20, como é o caso das que ficam no ABCD, houve a passagem direta da fase rural para o super desenvolvimento econômico”, explicou.
Padrão
O pesquisador Francisco José Zorzenon, especialista em Entomologia Urbana do Instituto Biológico de São Paulo, explica que a OMS (Organização Mundial de Saúde) recomenda que as cidades tenham, no mínimo, 12 m² de área verde por habitante. “E esse é o padrão que indicamos”, afirmou. De acordo com Zorzeon, as árvores podem ser consideradas agentes antimicrobianos. “Agem ainda contra a poluição atmosférica, sonora e visual.”
Por: Paula Cristina (paula@abcdmaior.com.br)

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

DEPAV ATUA DE MANEIRA ILEGAL!!!

Departamento que era para cuidar das áreas verdes, emite documento que autoriza poda de árvores no Parque Central, mas na verdade as corta com moto-serra.Conheça a sua nova técnica, a PODA DE LEVANTAMENTO.Vergonha!
Poda de Levantamento: Consiste no corte de galhos mais baixos e vergados, para dar novo visual e desenvolvimento a árvore.
Clique na imagem para ampliar.













terça-feira, 8 de setembro de 2009

Mais uma do Depav(Departamento de Podas e Agressão ao Verde)

Nem na Semana da Independência do Brasil o DEPAV(Departamento de Podas e Agressão ao Verde) para de destruir a vegetação de ornamentação das praças da cidade.
Desta vez foi a praça que fica em frente ao Colégio Américo Brasiliense que faz parte do Paço Municipal.Estão gastando o nosso dinheiro para destruir a vegetação destas áreas, realizando um serviço totalmente desnecessário, enquanto as praças da periferia encontram-se totalmente abandonadas.Veja as fotos e compare a Praça antes e depois.
Antes(Clique nas imagens para ampliar)






Depois...






segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Moradores da Chácara Baronesa protestam contra descaso com a área












Os munícipes defendem que o local torne-se um Parque Ecológico
Os moradores da Chácara Baronesa, em Santo André, se reuniram, neste domingo (30/08), para se manifestar contra a demora do governo do Estado e da Prefeitura em definir o que será feito com a área. Os manifestantes alegam que a Administração tem a intenção de construir um condomínio ecológico de luxo, porém garantem que os munícipes são contra. “Fomos em uma reunião na Secretaria do Meio Ambiente do Estado, mas eles nos trataram com descaso. As pessoas aqui têm consciência da importância da preservação desta área, queremos discutir o destino da Chácara”, declarou o membro da Comissão de Moradores do Núcleo do Haras, Augusto Gergye Filho. De acordo com o presidente da Ong Rede Ambientalista, Marcos Tadeu Gaspari, há mais de 20 anos a área é estudada, mas não tomam providências quanto a sua destinação. “Os moradores não estão sabendo o que está sendo feito, mas as decisões têm que ser tomadas com eles. O que quer que seja que estão pensando em fazer aqui os moradores tem que ser consultados”. “Defendemos que aqui se torne um parque ecológico para que universidades e a população possam visitar. A Lei prevê que seja criado um Conselho Gestor para que se discuta as questões, mas até agora nada foi feito”, disse José Carlos Vieira, presidente da Associação Amigos do Parque Central, em Santo André. No mês de abril a Prefeitura de Santo André assumiu a área e se prontificou em tornar a Chácara Baronesa em um bairro ecológico
Por: Fabíola Andrade (fabiola@abcdmaior.com.br)

Protesto pede área verde preservada


Moradores do entorno e ambientalistas realizaram ontem protesto em defesa da Chácara Baronesa, em Santo André, próximo à divisa com São Bernardo. A manifestação ocorreu no próprio local e reuniu cerca de 30 pessoas, que pediram a preservação da grande área arborizada, com mais de 340 mil metros quadrados.
Há aproximadamente um mês, foi suspenso o monitoramento do espaço, com a retirada do sistema de vigilância por câmeras. Parte das cercas que garantiam proteção foi arrancada por vândalos. A discussão sobre o futuro do local caiu em um limbo administrativo, avaliam os ambientas, envolvendo o governo do Estado e a administração municipal.
Os manifestantes apontaram a intenção da Prefeitura de Santo André em ceder o espaço para a construção de moradias " ecológicas". A ideia causa repulsa em quem vive próximo ou tem interesse em manter preservada a APA (Área de Proteção Ambiental). "Imagine se colocarem rede de água e esgoto por aqui? Árvores serão inevitavelmente cortadas", afirmou o ambientalista José Carlos Vieira.
Os problemas da Chácara Baronesa não deixam de ter um viés habitacional. Parte da área verde foi tomada por sem-tetos. Lideranças comunitárias têm cadastradas 385 famílias, mas afirmam que, no total, esse número já passa de 450.
Representante do núcleo de moradores, Augusto Gergye não vê avanços nas negociações que poderiam regularizar a situação, que se arrasta há 20 anos. Alega que foram até mal-tratados quando tentaram resolver o problema. "Poderiam arrumar outro local, como um condomínio, ou urbanizarem a nossa área", disse.
As pessoas que protestaram ontem querem a Chácara Baronesa como uma área livre para a população, um parque público que sirva ao lazer e à contemplação da natureza. Também poderia servir a estudantes e pesquisadores. A educação ambiental de crianças e adolescentes viria a reboque com esse incremento.
William Cardoso
Do Diário do Grande ABC

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Declarado estado de atenção por ozônio em Santo André

Repórter Diário, ABC, Sexta-Feira, 28 de agosto de 2009
A Secretaria do Meio Ambiente do Governo do Estado de São Paulo declarou nesta quinta-feira (27/08) a região de Santo André-Capuava em estado de atenção, uma vez que as concentrações de ozônio estavam acima dos padrões estabelecidos pela Legislação Ambiental e as condições meteorológicas para a dispersão dos poluentes são desfavoráveis.
A Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo) recomenda que a população evite a prática de exercícios físicos durante o período das 13h às 16h na região, horário de maior insolação e formação do poluente ozônio.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Faça a sua parte ajude a preservar este importante patrimônio histórico e ambiental da nossa região!



MOVIMENTO EM DEFESA DA PRESERVAÇÃO DA APA CHÁCARA DA BARONESA
VENHA PARTICIPAR CONOSCO DAS ATIVIDADES QUE VISAM PROTEGER A ÚNICA ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA NOSSA REGIÃO!
REALIZAÇÃO: ENTIDADES SÓCIO-AMBIENTAIS QUE PARTICIPAM DA AGENDA 21 DO ABC E DA REDE AMBIENTALISTA DO ABC.
DIA 30 DE AGOSTO ÀS 9:00 HORAS NA ENTRADA PRINCIPAL DA CHÁCARA

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

DEPAV(Departamento de Podas e Agressão ao Verde)Santo André

Funcionário que tem apelido de Mineirinho ao perceber que documentavamos o corte e destruição das árvores no Parque Central começa a fugir e ameaça chamar a Guarda Municipal.É muita cara de pau!

Este toco é o que sobrou de uma Amoreira no Parque Central!

PMSA anuncia que está plantando árvores na cidade, mas na prática corta até árvores frutíferas no Parque Central!

Clique nas imagens para ampliar





O TRIO DA MOTO-SERRA, QUE É FORMADO PELO PREFEITO DR.AIDAN, O SECRETÁRIO DE OBRAS ALBERTO CASALINHO E O DIRETOR DO DEPAV LUÍS FERNANDO OLIVEIRA, DEPOIS DE DEVASTAR O PAÇO MUNICIPAL DE SANTO ANDRÉ, A PRAÇA ADHEMAR DE BARROS, A PRAÇA ALLAN KARDEC, E A AV.PRESTES MAIA, AGORA ESTA CORTANDO ÁRVORES COM MOTO-SERRA NO BOSQUE DO PARQUE CENTRAL.
Desta vez a vítima foi o Pq. Central que é ZEIA [Zona de Interesse Ambiental] pela Lei do Plano Diretor, além de ser a única área verde urbana que possibilita a nidificação e alimentação da avifauna.Existem ali também centenas de espécies de árvores protegidas por lei, por estarem em vias de extinção. A população também clama por mais árvores, pois o parque continua com a maior parte de sua área de 300 mil m2 apenas com capim.
Nada disso sensibiliza o prefeito e esse DEPAV, cujo diretor Sr. Luis Fernando, em vez de plantar e arborizar a cidade, tem como instrumento de trabalho a motosserra, que usou com eficiência para extirpar do parque uma enorme amoreira, cujos galhos encheram o caminhão da prefeitura.
Também podaram os galhos de um grande abacateiro, para depois retirá-lo. Retiram sistematicamente as folhas secas, empobrecendo o solo.
Esse parque conforme desejo do diretor do DEPAV vai perdendo o pouco de vegetação que tinha, para ficar de acordo com gosto, não da população e sim do dirigente da vez, que despreza a população e o meio ambiente e remove árvores de um parque, desconhecendo seus inumeráveis benefícios.
Não temos política ambiental na cidade de Santo André, apesar de muitos fatos que levam o Planeta Terra a um futuro incerto, como extinção das espécies, aquecimento global, poluição e contaminação.
Denunciamos o diretor do DEPAV, Sr. Luis Fernando Oliveira por afirmar, na audiência pública do paisagismo, mentirosamente, na frente dos vereadores, , que são representantes do povo, que ele não poda árvores nos parques da cidade. Os fatos e as fotos provam o contrário.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Participe!!


Data: 22/08/09 - Horário 09:00 às 12:00
Local Auditório do Campus da Universidade Municipal de São Caetano do Sul
Rua Santo Antônio ,50-Centro - SCS
Contato: (011)4128-4295

domingo, 16 de agosto de 2009

Relatório aponta ameaça à vida aquática da Billings.Leia mais

Estudo mostra que na maior parte do reservatório água foi classificada como ruim ou regular
A vida aquática na represa Billings vem passando por degradação cada vez maior ao longo dos anos. De acordo com o IVA (Índice de Qualidade das Águas para Proteção da Vida Aquática), elaborado pela Cetesb, na maior parte do corpo do reservatório, as águas foram classificadas como ruins e regular, com exceção do ribeirão Pires, com qualidade péssima no ano passado. A mesma situação apurada em 2007...

Será que teremos ações, ou será só mais Falacia e Propagandismo?

DIÁRIO DO GRANDE ABC - sábado, 15 de agosto de 2009.
Região adere a programa ambiental
Isis Mastromano Correia
Neste ano, a maior parte dos municípios do Grande ABC se inscreveram na disputa pela certificação do governo do Estado chamada Município Verde Azul, que garante prioridade na obtenção de recursos públicos para obras de melhoria ambiental nas cidades.
Até dezembro, a Secretaria de Estado do Meio Ambiente avaliará o grau de comprometimento e desempenho de cada cidade nos itens esgoto tratado, lixo mínimo, recuperação da mata ciliar, arborização urbana, educação ambiental, habitação sustentável, uso da água, controle da poluição do ar, estrutura ambiental e Conselho Ambiental. O desempenho de cada município será avaliado com notas de 0 a 100 e serão certificados aqueles que atingirem nota igual ou superior a 80.
No ano passado, somente São Caetano e Ribeirão Pires aderiram ao projeto. Contudo, o desempenho foi ruim e as cidades não ficaram nem entre as 100 primeiras colocadas do Estado.
"Estamos trabalhando para superar nossos resultados, aprimorando os programas de educação ambiental nas escolas, especialmente os que dizem respeito à reciclagem e ao uso racional da água, e assinamos um contrato para a construção de um centro de reciclagem", explica Pedro do Carmo, Secretário do Verde, Meio Ambiente e Saneamento Básico de Ribeirão Pires.
Diadema informou que está discutindo projetos e metas e deve apresentá-los na próxima semana. Santo André apostará na boa gestão do lixo reciclável, nas ações contra o desperdício de água e no combate à poluição do ar. São Caetano contará com o índice de 100% do esgoto tratado.
Somente São Bernardo não se inscreveu no programa que mede o grau de comprometimento da administração pública com questões ambientais. Mauá e Rio Grande da Serra não informaram se aderiram ao projeto estadual.