quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Propaganda "Ambiental" enganosa


Foram plantadas este ano no Parque Central uma média de 200 árvores. Onde estão as 1000 prometidas até o final do ano, como anunciado pelo DPAV? Árvores fantasmas?.
9/06/09- Plantio de árvores no Parque Central prossegue até o Dia do Meio Ambiente
Prossegue até 5 de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente, o plantio de árvores no Parque Central. O trabalho da Prefeitura de Santo André, através do Departamento de Parques e Áreas Verdes (DPAV), começou nesta quarta (27/05), em comemoração ao Dia Nacional da Mata Atlântica.
O local está recebendo o plantio de mais de 100 árvores nativas, às margens dos lagos. A iniciativa faz parte do Programa de Recuperação das Matas Ciliares, que vai se estender pelo Parque, no entorno dos lagos, até a Semana do Meio Ambiente, em junho. A expectativa é de plantar aproximadamente mil árvores no local até o final do primeiro semestre deste ano. Site da Prefeitura.

SEXTA-FEIRA, 29 DE MAIO DE 2009
Santo André, SP: Parque Central ganhará 1000 árvores até o mês que vem
Kelly Zucatelli
Do Diário do Grande ABC
A Prefeitura de Santo André deu início ontem, ao plantio de 1000 árvores nativas às margens dos lagos no Parque Central. Os serviços que devem durar até o início de junho fazem parte das comemorações ao Dia Nacional da Mata Atlântica.
O trabalho de colocação das mudas é tratado como Programa de Recuperação de Matas Ciliares, por se tratar de áreas do entorno dos lagos. Entre a vegetação que será plantada na área estão araribás, aroeiras, pimenteiras, ipês e palmitos-jurassa. Todas as espécies são do viveiro do município.
"Há uma mistura de mudas de flores, frutíferas e de folhagens. Isso ajuda a ter também a aproximação dos pássaros para o parque", explicou a bióloga Carla Affonso, do Depav (Departamento de Áreas Verdes) de Santo André.
A Prefeitura estima plantar no Parque Central, até o fim deste semestre, cerca de 1000 árvores.

Convite

A Sociedade Amigos do Jardim Las Vegas e Adjacências
Convida os moradores (as) a participar de Audiência Pública no dia 30/11/09, segunda-feira, às15 h na Câmara de Vereadores do Santo André, para discutir os problemas da obra de canalização do Córrego Taioca e as moradias do Jardim Cristiane e demais problemas.

Compostagem

A compostagem é uma técnica milenar, praticada pelos chineses há mais de cinco mil anos. Nada muito diferente do que natureza faz há bilhões de anos desde que surgiram os primeiros microorganismos decompositores. Seguindo o exemplo da floresta, onde observamos que cada resíduo, seja ele de origem animal ou vegetal, é reaproveitado pelo ecossistema como fonte de nutrientes para as plantas que, em última análise, são o sustentáculo da vida terrestre. Pois bem, quando procedemos com a compostagem estamos seguindo as regras da natureza e destinando corretamente nossos resíduos.Tradicionalmente a compostagem é vista como uma prática usual em propriedades rurais e centrais de reciclagem de resíduos. No primeiro caso é uma estratégia do agricultor para transformar os resíduos agrícolas em adubos essenciais para a prática da agricultura orgânica. No segundo é uma necessidade administrativa, que tem a intenção de diminuir o volume do material a ser gerenciado além de estabilizar um material poluente.No espaço urbano existe a crença de que lixo deve ser recolhido pela prefeitura e despejado em algum local onde possa feder e sujar a vontade. Esta realidade perversa está sendo mudada, graças às ações práticas de alguns municípios e pelos avanços nas leis e normas ambientais em nosso país.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Crianças nadam nos lagos poluídos do Parque Central


Pela falta de fiscalização, os lagos são utilizados pelas crianças para nadar.Além do risco de contrair doenças, sempre existe o risco de afogamentos, fato este que infelizmente já ocorreu.
A Prefeitura não realiza nenhum projeto de atividades de lazer,esportes e educação ambiental,para as crianças no Parque Central.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

O DEPAV e o SEMASA estão enterrando o nosso dinheiro no Aterro Municipal!

E a Usina de Compostagem e Reciclagem prometida em campanha pelo Dr.Aidan?
Durante todo o ano milhares de viagens de caminhões levam a matéria orgânica retirada dos parques e praças da cidade para o Aterro Municipal.
Clique nas fotos para ampliar

Matéria orgânica que poderia ser compostada nos parques e praças da cidade é levada ao Aterro Sanitário,degradando o solo e gerando custos desnecessários.Foto APC 16/11/2009

Caminhão carregado no Parque Central para levar a matéria orgânica para o Aterro Sanitário Foto APC 17/11/2009


Na operação são utilizados caminhões da Prefeitura e também veículos terceirizados

Chegando no seu destino...

O Aterro Municipal
Primeiro ponto: Matéria Orgânica não é lixo, portanto não deveria ser levada para o Aterro Sanitário, ela deveria ser compostada e utilizada em seu próprio local de origem, contribuindo em muito para a melhoria do solo;
Segundo Ponto: Levar a matéria orgânica para o Aterro Sanitário gera um custo desnecessário de transporte e desperdício de mão de obra que é utilizada na operação;
Terceiro Ponto: Diminuir a vida útil do Aterro Municipal que já está comprometido e não pode ser ampliado devido a embargo judicial.A matéria orgânica contribui para a produção de chorume, onde atualmente o Aterro está com vazamento contaminando o Córrego Cassaquera.
De acordo com o Dicionário de Aurélio Buarque de Holanda, “lixo é tudo aquilo que não se quer mais e se joga fora; coisas inúteis, velhas e sem valor.”
Resíduos sólidos e seu tratamento Destaca-se a relatividade da característica inservível do lixo, pois aquilo que já não apresenta nenhuma serventia para quem o descarta, para outro pode se tornar matéria-prima para um novo produto ou processo.
O chorume, líquido produzido pela decomposição da matéria orgânica existente no resíduo, provoca a contaminação do solo e das reservas de água existentes
no subsolo (aquífero).

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Manejo degradante do DEPAV não respeita a Fauna do Parque Central

A luta em vão da Marrequinha Irerê para tentar chocar seus ovos no Parque Central
IRERÊ

Nome científico: Dendrocygna viduata
Quanto mede: 35 cm
Onde vive: vivem na América do Sul e África
Filhotes: até 12 ovos
A marreca-irerê é uma das mais típicas marrecas do sul do Brasil, encontradas na região sendo, muitas vezes, avistada em bandos de quase 150 aves. Estão sempre alertas e prontas a dar alarme com insistente alarido. Possui uma máscara branca na cara, as asas são negras e largas e o bico, assim como os pés, são de coloração acinzentada.
Constrói os ninhos no chão, camuflados por arbustos e tufos de capim, onde podem colocar até 12 ovos.Alimenta-se de sementes e de pequenos invertebrados, os quais procura sempre próximo das margens dos lugares onde vive. Filtra a água e a lama com o bico serrilhado para ingerir pequenos invertebrados.
Fonte: www.curiosidadeanimal.com

20 de Outubro de 2009-Ao verificarmos a roçagem executada pelo Depav em um dos bosques do Pq.Central encontramos o ninho de Irerê destruído, pois a moita de capim que lhe servia de abrigo foi toda cortada.Mesmo assim a marrequinha não abandonou o seu ninho e continuou chocando seus ovos...

21 de Outubro de 2009-Em um dos raros momentos, em que o casal não estava chocando os seus ovos, pois o macho e a fêmea revezam nesta tarefa, verificamos que um deles já se encontrava quebrado...

25 de Outubro de 2009-Com o mato roçado e totalmente seco a sua volta, o casal persiste e não abandona o ninho, mesmo desprotegidos e expostos ao sol, a chuva e também aos predadores.

31 de Outubro de 2009-O casal de Irerês continua chocando seus ovos...

05 de Outubro de 2009-FINAL TRISTE!
Infelizmente como já prevíamos o ninho foi todo destruído por algum predador, mais uma vez a natureza não teve vez no Parque Central, devido ao manejo degradante executado pelo Depav.
Entendemos que o Parque Central é localizado em área urbana, mas é perfeitamente possível deixar a vegetação em algumas de suas áreas, principalmente nos bosques, para que as aves e os pássaros possam criar e se alimentar, inclusive já fizemos esta solicitação na Carta de Manejo protocolada por três vezes no DEPAV pela nossa entidade.
Se faz necessário um trabalho de educação ambiental junto aos usuários do parque, pois muitos sem saber destas questões solicitam a roçagem em todas as áreas do local.
Como podemos ver abaixo, o fato se enquadra na Lei de Crimes Ambientais;
Lei Federal 9.605 de 12 de Fevereiro de 2008
CAPÍTULO V
DOS CRIMES CONTRA O MEIO AMBIENTE
Seção I
Dos Crimes contra a Fauna
Art. 29. Matar, perseguir, caçar, apanhar, utilizar espécimes da fauna silvestre, nativos ou em rota migratória, sem a devida permissão, licença ou autorização da autoridade competente, ou em desacordo com a obtida:
Pena - detenção de seis meses a um ano, e multa.
§ 1º Incorre nas mesmas penas:
I - quem impede a procriação da fauna, sem licença, autorização ou em desacordo com a obtida;
II - quem modifica, danifica ou destrói ninho, abrigo ou criadouro natural;
Artigo 225, § 1º, VII da Constituição Federal brasileira, “incumbe ao Poder Público proteger a flora e a fauna, vedadas, na forma da lei, as práticas que coloquem em risco sua função ecológica, provoquem a extinção das espécies ou submetam os animais à crueldade”.
Denunciamos o fato a Polícia Militar Ambiental e ao cobrarmos uma atitude por telefone obtivemos a seguinte resposta do policial que nos atendeu:
_ O meu senhor, o que o senhor quer que eu faça?
Encontramos a frase abaixo em um trabalho sobre meio ambiente, ela reflete a realidade de como são tratadas as questões ambientais em nosso país;
ESQUECEM-SE QUE SE NÃO FOR DADA A REAL IMPORTÂNCIA E PRIORIDADE
ÀS COISAS AMBIENTAIS, EM UM FUTURO MUITO PRÓXIMO, DELITOS COMO
ROUBAR, MATAR, SEQUESTRAR, NÃO TERÃO TANTA IMPORTÂNCIA, JÁ QUE
NÃO HAVERÁ O QUE COMER, O QUE BEBER, NEM O QUE RESPIRAR.
Autor: FLÁVIO AZEVÊDO DE OMENA
Sargento da Polícia Militar Ambiental do Estado de Alagoas

Clique aqui e saiba mais sobre a Marrequinha Irerê

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Alerta Aquecimento global

Em janeiro deste ano chegou a fazer 44 graus centígrados na Austrália, as fotos abaixo mostram o desespero dos coalas para conseguir água.A Ganância e a estupidez humana estão acabando com o nosso planeta!!!





quarta-feira, 4 de novembro de 2009

A cada dia que passa perdemos mais um pouco do que nos restou da tão preciosa Mata Atlântica!Leia mais

Em plena época de aquecimento global, vemos mais este triste exemplo de desprezo ao meio ambiente em nosso estado.

Ao contrário do que diz o twitter de Xico Graziano, secretário do meio ambiente do Estado de São Paulo, não foi um sucesso a "reunião pública" que ele promoveu nessa quinta-feira na sede da Secretaria. Poucas pessoas, pouca representatividade, nenhuma pergunta, muitos assessores e representantes de Alphaville e pouquíssimos moradores. O relato de um deles, que aliás assina o post anterior a esse, sintetiza tudo o que aconteceu na "reunião" e o secretário escondeu no seu twitter.
por Sérgio Túlio Caldas

domingo, 1 de novembro de 2009

Clique no título e saiba mais sobre o que está acontecendo em Brasília, a farsa do setor noroeste!


“O que me assusta não é a violência de poucos, mas a omissão de muitos.”
Martin Luther King

Denúncia Grave; no Brasil os poderosos não respeitam as leis, vejam este absurdo que está acontecendo em plena capital federal!Clique no título

Intimidação contra os índios usando o aparato público, ou seja a Polícia Civil,desrespeito a uma decisão do Ministério Público Federal, incêndio criminoso, índio desaparecido, precisa de mais?
As leis do nosso país são só para o cidadão comum cumprir?

Poluição torna escassos os peixes, aves e anfíbios na região da Billings.Clique no título e leia mais


Vida no manancial é ameaçada pela contaminação de fósforo, cobre e mercúrio, segundo estudo da Cetesb
Eduardo Reina
Peixes, aves e anfíbios que habitam a Represa Billings correm o risco de desaparecer por causa da poluição por fósforo, cobre e mercúrio, elementos encontrados em altas concentrações, o que vem degradando ano a ano a qualidade desse manancial de 9.600 hectares. Segundo o Índice de Qualidade das Águas para Proteção da Vida Aquática (IVA), elaborado pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), em 2008, na maior parte do corpo do reservatório a água foi classificada como ruim e regular, com exceção do Ribeirão Pires, com qualidade péssima no ano passado. A situação se repete há anos.
Pescadores reclamam da escassez de tilápias, guarus, lambaris e traíras. Moradores do entorno do manancial, estudiosos e ambientalistas falam do perigo do desaparecimento de quatro tipos de aves em extinção que dependem de áreas alagadas e de várzeas: garça-azul, gavião-asa-de-tilha, carqueja-de-bico-manchado e maçarico-do-campo. No corpo da represa, nos rios e riachos afluentes, são vistas com cada vez menos frequência pererecas, pererecas-verdes e rãzinhas-de-barriga-colorida.
O fósforo é originado do despejo de esgoto in natura no corpo d"água, principalmente na região da cidade de Ribeirão Pires, que tem parte do esgoto doméstico tratada numa estação local que será desativada. Mas a maior parte das residências ainda não está ligada ao sistema coletor da Sabesp. O fósforo degradou em demasia o Ribeirão Pires, um dos afluentes do trecho Rio Grande da Billings.
Nessa situação, a água apresenta alta produtividade de micro-organismos. Com isso, perde transparência, fica com qualidade alterada e propícia para a procriação exagerada de algas. Em 2008, o fósforo apresentou uma concentração média de 0,648 micrograma por litro, segundo a Cetesb. A concentração média dos últimos cinco anos foi de 0,592 mg/l.
E a proliferação de algas por causa dos altos índices de fósforo levou a um outro problema: a concentração de cobre. Esse metal, encontrado no braço do Rio Grande, é proveniente dos produtos utilizados pela Sabesp para controlar a proliferação de algas. É nesse trecho que se faz a captação de água para abastecimento da população.
O IVA mostra que, apesar desses problemas, no Reservatório do Rio Grande e no braço do Taquacetuba houve uma ligeira melhora no índice, quando comparado ao resultado do ano anterior, mas também foi encontrada contaminação.
MAIS POLUIÇÃO
Também foram observadas no Ribeirão Pires concentrações de fenóis totais acima do limite máximo estabelecido pela legislação. Fenóis são compostos orgânicos provocados por despejos de efluentes industriais. São compostos tóxicos aos organismos aquáticos, em concentrações bastante baixas, e afetam o sabor dos peixes e a aceitabilidade das águas por conferir sabor e odor muito pronunciados, em especial os derivados do cloro. Para os seres humanos, o fenol é considerado prejudicial à saúde - a ingestão causa náusea, vômito e dores estomacais.
Apesar da qualidade boa em relação ao IQA, outro metal pesado encontrado durante a elaboração do estudo é o mercúrio, principalmente na bacia de drenagem do Rio Grande. A concentração observada em março de 2008 - 0,2 mg/l - ultrapassou o limite máximo estabelecido por lei, de 0,1 mg/l. Porém, segundo a Cetesb, avaliando-se as concentrações de mercúrio total nesse ponto desde 2005 - ano em que houve uma padronização na metodologia de análise -, observou-se somente uma ocorrência, em março de 2006, de concentração de mercúrio total em desconformidade com a legislação. No ponto da Billings utilizado para abastecimento público, garantem técnicos da Cetesb, não foi observada nenhuma desconformidade com a legislação em relação ao mercúrio total ao longo do ano de 2008.
FÓRMULA
A Cetesb utiliza uma fórmula matemática que tem muitas variáveis para elaborar o Índice de Qualidade da Água (IQA). Trata-se de um indicador de qualidade de águas doces para fins de abastecimento público, obtido a partir de uma fórmula matemática que usa como parâmetros a temperatura, o pH, o oxigênio dissolvido, a demanda bioquímica de oxigênio, a quantidade de coliformes fecais, o nitrogênio, o fósforo, os resíduos totais e a turbidez, todos medidos na água.
A classificação, segundo as faixas estabelecidas pela Cetesb é: ótima (de 80 a 100); boa (de 52 a 79); regular (de 37 a 51); ruim ( 20 a 36) e péssima (0 a 19). Quanto maior o valor do IQA, melhor a qualidade da água. Esse indicador foi adaptado e desenvolvido pela Cetesb, a partir de um estudo realizado em 1970 pela National Sanitation Foundation, dos Estados Unidos.

Congresso pode extinguir leis ambientais

07/10/2009 às 05:00
As ONGs e alguns parlamentares estão segurando a onda como podem, mas o desmonte inacreditável da legislação ambiental brasileira caminha a passos largos e não tem estratégia de protelação que chegue. A coisa é tão grave, mas tão grave, que não vai dar pé sem uma forcinha da opinião pública. Então vamos lá.
Os ruralistas resolveram instaurar uma comissão especial para aprovar a reforma da legislação ambiental. Dos 18 titulares da comissão, 10 são da turma deles. Não obstante, queriam eleger também o presidente e o relator, contra o que PV e PSOL protestaram.
São vários os projetos de lei a serem avaliados, mas o favorito é o 5367/09, do deputado Valdir Colatto (PMDB-SC), oriundo do mesmo estado que regularizou a ocupação em áreas de preservação permanente, que por sua vez são as mesmas que estão desabando sobre as cabeças dos catarinenses.
Já falei aqui que eu gosto de fazer o trabalho sujo para o qual pouca gente tem paciência. E lá fui eu ler todas as dezenas de páginas do PL. Agora conto pra vocês o resumo em linguagem de fim de semana:
- O projeto extingue todas as principais peças da legislação ambiental como a Política Nacional do Meio Ambiente, o Código Florestal, o Sistema Nacional de Unidades de Conservação, entre outros, e substitui tudo por uma coisa chamada Código Ambiental.
- Acaba com qualquer obrigação dos proprietários rurais de preservar mata nativa. Pode passar trator em tudo. Vegetação é coisa só para as unidades de conservação. Com exceção da mata ciliar, mas cada estado decidiria por conta própria o tamanho da faixa protegida, sem limite mínimo. E desde que ninguém queira derrubar, porque se quiser, também pode.
- Se a população quiser que sobre alguma coisa de pé em áreas privadas, o governo vai ter que pagar e só se o propriterário concordar. Nada sai de graça nessa vida, afinal, como diz o PL, o agronegócio é atividade "de interesse social". Ah tá, e o patrimônio natural não é não?
- O Conselho Nacional de meio Ambiente deixa de ter caráter deliberativo, passa a servir apenas para consulta, submetido a uma hieraquia chamada Sistema Nacional de meio Ambiente (SISNAMA), cuja autoridade máxima é Conselho de Governo, um órgão ligado ao presidente da República. Repare: quem dá a última palavra não é o Ministério do Meio Ambiente, que é muita ONG pro gosto deles.
- Todo e qualquer licenciamento ambiental teria que ser concluído em 60 dias. Depois desse prazo, o pedido de licença está automaticamente deferido, olha que beleza.
- Áreas de preservação permanente, como mangues, restingas, topos de morro e várzeas passam a se chamar "áreas frágeis". O que significa que são protegidas, até que alguém queria fazer ali uma obra. Aí não é mais protegido. Para isso, rola o licenciamento por parte do órgão ambiental, aquele dos 60 dias.
Preciso dizer mais alguma coisa?

Conheçam o Urutau, a "ave fantasma".Clique no título.

Compensação da compensação!!! Ver para crer...


Foto:Pedal Verde
Fala-se muito em compensação ambiental, mas pouca coisa está sendo feita de concreto.O problema maior é: aonde vão ser feitas estas compensações?Pois já não existem áreas disponíveis para este fim.
Uma obra prevista para compensar os estragos ambientais da ampliação da marginal Tietê vai precisar de sua própria compensação ambiental, já que sua construção vai exigir a derrubada de 8.137 árvores, quase 60% delas nativas do Estado.
Para a construção da estrada-parque, o governo optou pela medida mais barata: derrubar a vegetação.
A compensação para esse "estrago" será o plantio na área do mesmo número de árvores cortadas. Todas devem ser de espécies nativas.

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Moradores querem preservar área verde










Parque tem apenas 40% da área preservada. Foto: Amanda Perobelli
Área de preservação permanente em Mauá receberá obras da Dersa e pode receber UFABC
Cerca de 30 moradores do Parque São Vicente, em Mauá, lutam pela preservação de uma área verde de 200 mil m² que corre o risco de desaparecer. Localizada em uma região central da cidade, no fim da avenida Papa João 23, o terreno irá receber parte da nova via de ligação da Jacu-Pêssego, obra complementar ao trecho Sul do Rodoanel, e é estudada pela Prefeitura de Mauá para a construção de um campus da UFABC (Universidade Federal do ABC).
A área possui três lotes, cada um pertencente a um proprietário diferente. O INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) é dono da maior parte por onde passará a obra da Dersa (Desenvolvimento Rodoviário) e que pode também receber a universidade. O segundo trecho, onde se localiza a maior faixa preservada, é da Eletropaulo. O terceiro lote é de um proprietário particular, e sofre a ação do descarte ilegal de entulhos.
O movimento pela criação do Horto São Vicente quer que a Prefeitura de Mauá garanta que a Dersa irá realizar compensação ambiental pela obra na própria região. De acordo com os ambientalistas, 40% da área, que é considerada de Preservação Permanente, está conservada, mas precisa de melhorias.
“Queremos que a Dersa faça as compensações aqui, não na Capital. Essa área está na lembrança dos moradores de Mauá, que chegaram a nadar aqui. Além disso, é um importante filtro da poluição que deve aumentar ainda mais com o Rodoanel”, explicou a hoteleira Renata da Silva Ribeiro, 33 anos.
A moradora da região iniciou neste sábado (24/10) um abaixo-assinado para pedir a preservação do local. O movimento realiza desde 2006 ações ambientais na área, como o plantio de 200 novas mudas e a criação de uma trilha para caminhada.
O professor de geografia Geraldo Jordão, 38 anos, conta que o terreno possui três nascentes, apenas uma delas preservada. “Há muitos animais aqui também. Mesmo os eucaliptos precisam ser preservados, pois servem de moradias para esses bichos”, explicou. O grupo não é contra a vinda da UFABC, mas pedem para que o campus seja construído na parte já devastada.
Quem quiser participar do abaixo-assinado pode acessar o blog do movimento www.hortosaovicente.blogspot.com.
Por: Vanessa Selicani (vanessa@abcdmaior.com.br)

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Justiça manda parar processo de ampliação do Aterro de Santo André

Repórter Diário - 20/10/2009
GEORGE GARCIA
Amanhã o Consema (Conselho Estadual do Meio Ambiente) vai apreciar o parecer da Cetesb (Companhia Ambiental de Meio Ambiente) que autoriza a prefeitura de Santo André, ampliar o aterro sanitário de cidade São Jorge, mas a possibilidade de aumentar a área do aterro, que daria para a cidade um fôlego de mais 13 anos para o depósito dos dejetos gerados no município pode esbarrar em uma decisão da justiça, movida pelo Fórum de Cidadania do ABC, que conseguiu uma tutela antecipada na
ação que move contra a ampliação do aterro.
O Fórum se baseia na falta de estrutura para a ampliação do local.
"Juntamos ao processo uma cópia de um DVD que tem imagens gravadas no local de
crianças, moradoras do Núcleo Espírito Santo, vizinho ao aterro", disse a presidente do Fórum, Maria Helena Musachio. "O Tribunal de Justiça mandou parar qualquer iniciativa de obras no local, porque a situação é grave, tem chorume (líquido que resulta da decomposição do lixo) invadindo as casas", explica.
Em primeira instância o Juiz Carlos Aleksander Romano Batistic Goldeman negou a tutela antecipada, e o Fórum de Cidadania entrou com recurso junto ao Tribunal de Justiça e ganhou, por unanimidade de votos. "Essa decisão é muito difícil de ser contestada".
O projeto da prefeitura é ampliar o aterro usando uma área de 39,8 mil metros quadrados, com isso a prefeitura terá mais 13 anos para a utilização do local. Para tanto a prefeitura teria que promover obras removendo uma seção administrativa do depósito e por duas cooperativas de reciclabem de lixo, que deverão ir para outro local.
O diretor superintendente do Semasa (Serviço de Saneamento Ambiental de Santo André), Ângelo Pavin, disse desconhecer a decisão da justiça.
"Não estou sabendo, mas é estranho sair essa decisão agora, às vésperas da reunião do Consema. Quem decide de é possível ou não a ampliação é o órgão competente, que é a Cetesb, que já deu parecer favorável, só não concedeu ainda o alvará, que vai depender da reunião de quarta-feira, do conselho", resumiu Pavin.
Caso não consiga ampliar o aterro, Santo André poderá ter que dispor de mais verba para a contratação de empresa particular para a coleta e destinação dos resíduos. A estimativa é que este serviço custe a prefeitura cerca de R$ 1,5 milhão.

Fórum da Cidadania obtêm êxito em sua Ação Civil Pública sobre o Aterro Municipal

O TJ deferiu a tutela antecipada nos autos da Ação Civil Pública promovida pelo Fórum da Cidadania do Grande ABC para que o Semasa cesse as atividades do aterro e proibiu a sua ampliação.

sábado, 17 de outubro de 2009

S.André terá feira de adoção de animais neste domingo


Neste domingo (18/10), a partir das 10h, o Departamento de Vigilância à Saúde de Santo André, por meio do Centro de Controle de Zoonoses, promove a terceira edição da Feira de Adoção Gratuita de Animais no Parque Central. Para levar para casa um animal de estimação, será necessário que o interessado tenha mais de 18 anos, apresente RG, CPF e um comprovante de endereço. Os interessados passarão por uma entrevista com uma das veterinárias do CCZ, para receber orientações gerais dos cuidados necessários a partir da aquisição, como alimentação, vacinas, dicas de educação e comportamento.
Os animais com mais de cinco meses já estão castrados, vacinados, vermifugados e “microchipados” (instalação de um microchip com um dispositivo eletrônico para que possam ser identificados no caso de se perderem). Já os com idade inferior serão cadastrados para posterior castração, na idade adequada e com autorização de seu dono. Todo o processo é feito gratuitamente pelo CCZ.
O CCZ de Santo André espera entregar 45 animais, entre filhotes e adultos de cães e gatos. São 15 gatos e 30 cães à procura de um lar. O evento contará também com atrações para a garotada, incluindo algodão doce, pipoca e brindes, além da orientação sobre posse responsável e bem-estar animal.
Repórter Diário

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Câmara de Sto. André volta a debater Guaraciaba e Chácara Baronesa

Foto APC:Parque Guaraciaba
Foto APC:Chácara Baronesa
Vereadores aprovam Comissão de Assuntos Relevantes para apresentar soluções.
A Câmara de Santo André aprovou nesta terça-feira (13/10) a criação de uma Comissão de Assuntos Relevantes para apresentar soluções para preservação do Parque Guaraciaba e do Haras São Bernardo – conhecido como Chácara Baronesa. A principal proposta é instituir nos locais dois parques de áreas verdes, baseados na gestão e utilização das ZEIAs (Zonas Especiais de Interesse Ambiental).
“Temos como objetivo trabalhar em conjunto com a sociedade civil, entidades organizadas, governo do Estado e Prefeitura para, juntos, econtrarmos soluções para as duas localidades. Nossa intenção é instituir dois parques de áreas verdes, voltados à população e públicos”, explicou o vereador Tiago Nogueira (PT), autor do projeto.
A comissão também é integrada pelos vereadores Marcelo Chehade (PSDB), Donizeti Pereira (PV), José Ricardo (PSB) e Evilásio Santana, o Bahia (DEM). Desde 1986, se busca uma solução para o Parque Guaraciaba. A área de 500 mil metros quadrados, que já foi apelidada de “Tancão da Morte”, teve o última proposta rejeitada pelos vereadores setembro de 2007. À época, a Câmara rejeitou, com o boicote dos vereadores oposicionistas à gestão do prefeito João Avamileno (PT), o projeto do Executivo que previa a construção de um parque no local.
Já o Haras São Bernardo foi tombado pelo Condephaat como área de proteção ambiental em 1987. Desde então, contenas de famílias ocuparam o local. Quando assumiu o cargo, o prefeito Aidan Ravin (PTB), afirmou que construria na área um “bairro ecológico”. No entanto, o petebista apenas assinou com o governo do Estado um protocolo de intenções que permite ao município gerenciar a área de preservação.
Por: Júlio Gardesani ABCD Maior

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Planta da Amazônia é arma poderosa contra poluição.Leia mais


Missao Tanizaki adverte que até produtos químicos são usados na erradicação do aguapé


Aguapé não é praga. Além de ser muito útil em lagos de jardins, essa planta pode ser usada por pequenos agricultores como fonte de energia, combustível e fertilizante. Sobram estudos e falta determinação, constata-se na análise do trabalho persistente feito na internet pelo fiscal agropecuário do Ministério da Agricultura e bacharel em química, Missao Tanizaki, de Brasília...

Temperatura global pode aumentar quatro graus em 50 anos.Leia mais


Uxbridge, Canadá – A perspectiva de aumento de quatro graus centígrados na temperatura média da Terra no prazo de 50 anos é alarmante, mas não alarmista, segundo cientistas especialistas em clima. Há apenas 18 meses, ninguém se atrevia a imaginar a humanidade elevando a temperatura em mais de dois graus centígrados, mas as crescentes emissões de carbono e a incapacidade política de acordar novas reduções levam a ciência a considerar o que antes era impensável...

Ciclistas não têm espaço nas cidades do Grande ABC


Foto:Armadilha pega ciclista do SEMASA
DIÁRIO DO GRANDE ABC- 12/10/2009
Vanessa Fajardo Do Diário do Grande ABC
A escassez de ciclovias no Grande ABC faz com que as bicicletas cada vez mais deixem de ser utilizadas como meio de transporte e ajudem a desafogar o trânsito. Ciclistas ouvidos pelo Diário dizem que se a região tivesse mais opções e infraestrutura para pedalar, a adesão à bike poderia crescer.
Santo André e São Bernardo empatam no número de ciclovias: são três em cada cidade. Em São Caetano, a ciclovia da Avenida Kennedy tem dois quilômetros e inclui área para descanso. A Prefeitura prevê a construção de um parque linear na Avenida Tijucussu com uma nova via para bicicletas que se articulará com a da Kennedy. Em Diadema e Ribeirão Pires não há qualquer pista para os ciclistas; Mauá e Rio Grande da Serra não informaram sobre a existência desses equipamentos.
"Há três anos fui atropelado quando andava de bike em São Paulo. Aqui na região, as ciclovias melhoraram, mas ainda faltam pistas", afirma o chapeiro Ailton Alves da Silva, 33 anos, que mora em Santo André e usa a magrela para trabalhar em São Caetano. "Com certeza faltam pistas e proteção. O trânsito é complicado e se houvesse mais infraestrutura todo mundo andaria mais", complementa o metalúrgico Pedro Carrinho, 53, morador de São Bernardo.
Se por um lado, especialistas e ciclistas apontam a necessidade de a região investir em ciclovias, não há números do que seria o ideal para cada município. O professor de Transporte da FEI (Fundação Educacional Inaciana), Creso de Franco Peixoto, diz que esse indicador só seria possível a partir de um estudo de origem e destino que apontasse os trechos mais planos das cidades, e revelasse a predominância de viagens dos moradores. "É preciso sentir a potencialidade do bairro e avaliar características como a renda per capita da população. Quando se trata de pessoas de classe média ou média-baixa, a expectativa do uso da bicicleta é maior."
"Há três anos fui atropelado quando andava de bike em São Paulo. Aqui na região, as ciclovias melhoraram, mas ainda faltam pistas", afirma o chapeiro Ailton Alves da Silva, 33 anos, que mora em Santo André e usa a magrela para trabalhar em São Caetano. "Com certeza faltam pistas e proteção. O trânsito é complicado e se houvesse mais infraestrutura todo mundo andaria mais", complementa o metalúrgico Pedro Carrinho, 53, morador de São Bernardo.
Se por um lado, especialistas e ciclistas apontam a necessidade de a região investir em ciclovias, não há números do que seria o ideal para cada município. O professor de Transporte da FEI (Fundação Educacional Inaciana), Creso de Franco Peixoto, diz que esse indicador só seria possível a partir de um estudo de origem e destino que apontasse os trechos mais planos das cidades, e revelasse a predominância de viagens dos moradores. "É preciso sentir a potencialidade do bairro e avaliar características como a renda per capita da população. Quando se trata de pessoas de classe média ou média-baixa, a expectativa do uso da bicicleta é maior."

A cidade e o rio


por Thiago Medaglia
Pobre Tietê. Quer saber o nível de civilidade da população de um município ou o quanto ela valoriza a qualidade de vida? Olhe para seu rio.O reflexo da relação de carinho ou não das pessoas com o lugar que escolheram para viver é mais evidente nos corpos d'água. Sujo, feio e malcheiroso, o principal rio da maior cidade do hemisfério Sul não faz nada além de exibir as feridas abertas pela forma como vem sendo tratado em sua porção metropolitana. A urbanização trouxe gente demais, carros em excesso, asfalto de sobra e roubou do rio seu espelho d'água. Quase impossível imaginar as nuvens do céu (quando é possível vê-las) refletidas no leito do Tietê. Pobre do paulistano.
No passado, não era assim. Até os anos 1940, o Tietê era parte do cenário social da cidade. São Paulo vivia o rio. Sob a luz do luar, os namoros eram ritmados por serenatas na antiga ponte Grande, a primeira a cruzar o leito, feita de madeira no século 17 e substituída pela ponte das Bandeiras, em 1942. Aos poucos, as competições a remo perderam espaço para o entulho acumulado sob a torrente morta. Os nadadores, vitimados por todos os gêneros de micose e doenças transmitidas pela água imunda, aposentaram as braçadas. Os peixes sumiram das redes dos pescadores. São Paulo perdeu a poesia. E virou as costas para o Tietê.
O rio dos primórdios da ocupação da capital tinha outra cara. Era um Tietê de corpo sinuoso, com corredeiras e água que variava entre o tom chá e o aspecto barrento, dependendo das chuvas. As margens eram tomadas por uma vegetação de várzea, repleta de bichos. Tudo muito diferente do corpo retilíneo e sem graça avistado hoje das avenidas marginais. A forma atual foi surgindo aos poucos, ganhando espaço a partir do começo do século passado, com a construção das primeiras usinas hidrelétricas na região. Hoje, nas palavras dos técnicos dos departamentos públicos, o Tietê não é mais um rio. É um canal de engenharia.
Notícia que ninguém quer aceitar. É como encontrar, por acaso, na seção de óbitos do jornal, o nome de uma pessoa querida. Sentimento parecido deveria ser despertado no habitante de São Paulo. Para o geógrafo francês Maurice Pardé, "rios são seres tão complexos quanto o ser humano". Mas há entre nós uma brutal diferença, uma capacidade da qual jamais iremos dispor: eles revivem. É o que acontece com o Tietê ao deixar para trás a capital.
No interior, apesar de ter sofrido transformações, ele ainda ostenta trechos de águas limpas e muitos peixes. Outra boa notícia é que, ao menos em termos de coleta e tratamento de esgoto, os últimos 15 anos foram marcados por crescentes avanços. Uma esperança tênue de que talvez o paulistano volte a ter vontade de se olhar no espelho.
Thiago Medaglia, 28, jornalista e coautor do livro-reportagem "Tietê, um Rio de Várias Faces" (ed. Horizonte), é o colunista convidado desta edição.
FOLHA DE S.PAULO - 11/10/2009.
Revista da Folha

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Dia da Ave

No dia 05 de outubro comemora-se o Dia da Ave.
O Brasil é o terceiro país do mundo em variedade de aves. Há décadas várias espécies de aves vem sofrendo grandes impactos, ou seja pelo intenso tráfico de animais silvestres ou pelo intenso desmatamento de grandes florestas. A perda do hábitat é um dos grandes fatores pelas inúmeras espécies estarem desaparecendo.
Cada vez mais tem aumentado o número de aves nas cidades. Os programas de arborização urbana e pessoas tem plantado mais árvores em suas casas e ruas, isto é um grande atrativo para inúmeras espécies de aves que vem atrás de alimento, como frutas e sementes.
As Unidades de Conservação foram criadas para a conservação e preservação de ecossistemas, sendo que muitos deles abrigam inúmeras espécies, principalmente aves, sendo a maioria ameaçadas de extinção, como o papagaio de cara-roxa, o japim, a gralha-azul, o maçarico-rasteiro, o tucano-de-bico-verde, o flamingo, o macuco, a ararinha-azul, a maria-faceiraentre outras.
Como conservar e proteger as aves:
- recusando-se a comprar e a comercializar animais silvestres
- não mantendo animais em cativeiro
- não matando e nem sacrificando-os
- denunciando aqueles que assim o fazem ou persuadindo a que mudem de comportamento
- não jogando detritos nos cursos d'água, rios, igarapés e nem desmatando as suas margens
- evitando adquirir produtos poluentes, cujo refugo não seja biodegradável e preservando áreas verdes.
- aprendendo e difundindo conhecimento entre os colegas, associando-se a uma associação ou entidade ambientalista
- plante árvores e arbustos frutíferos
- plante e mantenha em seu quintal ou sítio, plantas, arbustos e fruteiras que as aves possam utilizar para comida e abrigo (quanto maior a variedade de fruteiras, maiores serão as possibilidades de atrair uma variedade de pássaros visitantes)
- algumas espécies de árvores frutíferas atraem muitos pássaros, como o mamoeiro, a goiabeira, a ingazeira, a acerola, o jambeiro, a mangueira entre outras. Não colete todas as frutas, deixe algumas para as aves e insetos. Muitos pássaros incluem em sua dieta alimentar estes insetos que são atraídos pelas frutas maduras.
Extraído do site:www.ambiente Brasil.com.br