A morte de mudas usadas na compensação ambiental se repete em outras obras públicas realizadas na cidade de São Paulo. A empresa de Desenvolvimento Rodoviário S.A. (Dersa) tem feito desde 2010 o replantio para compensar as árvores retiradas para a ampliação da Marginal do Tietê. Até agora foram 15 mil mudas na região, mas a maioria secou antes mesmo de florescer. Segundo a companhia, "grande parte delas morreu por atos de vandalismo ou foram arrancadas e destruídas por pessoas e acidentes na via". No entorno de toda a Marginal do Tietê há 4,6 mil mudas nativas, entre elas paus-brasil, ingás, sibipirunas, jequitibás-rosa e sibipirunas.Os problemas não só na compensação de grandes obras, mas no próprio paisagismo do Tietê. Segundo o Departamento de Águas e Energia Elétrica (Daee), que administra o jardim localizado nas margens do rio, cerca de 40 mil plantas ornamentam o entorno do curso d?água. Todo ano, é preciso fazer o replantio de 1,5 mil mudas. Para isso, há uma verba anual de R$ 8,9 milhões só para o paisagismo. Mas, de acordo com o chefe de gabinete do Daee, Giuliano Savioli Deliberador, as condições do solo e da via dificultam os trabalhos de replantio e impedem o crescimento das árvores. "A faixa de terra ali é pequena, porque há cimento por baixo, para estruturar as margens do rio. É um solo paupérrimo, que não tem carga orgânica grande."O regime desequilibrado de chuvas exige que as plantas sejam regadas com frequência. "É um jardim que demanda um trabalho enorme. Tem de adubar o tempo inteiro. É complicado e por isso é caro", diz Deliberador. Segundo o ambientalista Carlos Bocuhy, presidente do Instituto Brasileiro de Proteção Ambiental (Proam), o problema do replantio é a substituição de árvores que traziam benefícios para o meio ambiente. "Essas mudas, se vingarem, só trarão efeito similar daqui a 20 ou 30 anos", destaca.
Repórter Diário/Meio Ambiente
sexta-feira, 19 de abril de 2013
Na Marginal do Tietê, a maioria das mudas secou
A morte de mudas usadas na compensação ambiental se repete em outras obras públicas realizadas na cidade de São Paulo. A empresa de Desenvolvimento Rodoviário S.A. (Dersa) tem feito desde 2010 o replantio para compensar as árvores retiradas para a ampliação da Marginal do Tietê. Até agora foram 15 mil mudas na região, mas a maioria secou antes mesmo de florescer. Segundo a companhia, "grande parte delas morreu por atos de vandalismo ou foram arrancadas e destruídas por pessoas e acidentes na via". No entorno de toda a Marginal do Tietê há 4,6 mil mudas nativas, entre elas paus-brasil, ingás, sibipirunas, jequitibás-rosa e sibipirunas.Os problemas não só na compensação de grandes obras, mas no próprio paisagismo do Tietê. Segundo o Departamento de Águas e Energia Elétrica (Daee), que administra o jardim localizado nas margens do rio, cerca de 40 mil plantas ornamentam o entorno do curso d?água. Todo ano, é preciso fazer o replantio de 1,5 mil mudas. Para isso, há uma verba anual de R$ 8,9 milhões só para o paisagismo. Mas, de acordo com o chefe de gabinete do Daee, Giuliano Savioli Deliberador, as condições do solo e da via dificultam os trabalhos de replantio e impedem o crescimento das árvores. "A faixa de terra ali é pequena, porque há cimento por baixo, para estruturar as margens do rio. É um solo paupérrimo, que não tem carga orgânica grande."O regime desequilibrado de chuvas exige que as plantas sejam regadas com frequência. "É um jardim que demanda um trabalho enorme. Tem de adubar o tempo inteiro. É complicado e por isso é caro", diz Deliberador. Segundo o ambientalista Carlos Bocuhy, presidente do Instituto Brasileiro de Proteção Ambiental (Proam), o problema do replantio é a substituição de árvores que traziam benefícios para o meio ambiente. "Essas mudas, se vingarem, só trarão efeito similar daqui a 20 ou 30 anos", destaca.
Repórter Diário/Meio Ambiente
segunda-feira, 1 de abril de 2013
Polinização
Polinização: importante no processo de reprodução das plantas
O que é:Polinização é o transporte de grãos de pólen de uma flor para outra, ou para o seu próprio estigma. É através deste processo que as flores se reproduzem.
Transporte do pólen:A transferência de pólen pode ocorrer de duas maneiras: através do auxílio de seres vivos (abelhas, borboletas, besouros, morcegos, aves, etc) que transportam o pólen de uma flor para outra, ou por fatores ambientais (através do vento ou da água).Além destas duas maneiras, há também a auto-polinização, ou seja, a flor recebe seu próprio pólen. Contudo, há casos em que ela o rejeita; nestas situações, ocorrerá a troca de genes com outras flores, o que resultará em uma variação da espécie.
Entretanto, algumas espécies utilizam-se de seu próprio pólen objetivando produzir sementes e garantir a estabilidade de sua população (aqui não ocorrerá a variação, pois não haverá mistura de genes).Existem algumas espécies, como as Gimnospermas, onde, na maioria das vezes, a polinização é anemófila (através do vento). Acredita-se que isso seja em decorrência da forma de evolução desta espécie (quando não podiam contar com insetos especializados na coleta de pólen, como as abelhas). Devido a isto, esta espécie possui uma pobre variação morfológica em suas estruturas reprodutivas.É impossível deixar de notar a beleza e a enorme variedade de flores existentes na natureza, esta diversidade somente é possível graças à população de insetos coletores de pólen, como as abelhas, borboletas, mariposas, aves e mamíferos.
Toda Biologia.com
Não é uma imagem repetida...
segunda-feira, 11 de março de 2013
Mais uma vítima do descaso
domingo, 10 de março de 2013
domingo, 3 de março de 2013
Promotoria cobra remoções na Chácara Baronesa
A promotoria de Meio Ambiente do MP (Ministério Público) de Santo André cobra do Estado a remoção das cerca de 500 famílias que vivem na Chácara Baronesa, parque na divisa do município com São Bernardo. Segundo o promotor José Luiz Saikali, a retirada dos invasores e recuperação da vegetação é obrigação do governo estadual, determinada em decisão do TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) de 2010.O Estado anunciou na semana passada que irá investir R$ 4 milhões para transformar o antigo Haras São Bernardo, tombado pelo Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico) em 1990, em parque. Na ocasião, o secretário de Meio Ambiente, Bruno Covas, afirmou que a remoção das famílias será discutida em conjunto com a CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano), mas não descartou a possibilidade de que os empreendimentos sejam feitos no próprio terreno da chácara.Saikali explica, porém, que a remoção das famílias se trata de determinação judicial e deveria ser prioritária. "Não há possibilidade de construir empreendimentos no local. Essas pessoas precisam sair para que a vegetação se recupere, pois a área verde foi um dos fatores que motivou o tombamento."A ocupação irregular da Chácara Baronesa ocorreu no início dos anos 1990, quando o terreno pertencia à Inocoop, que pretendia construir moradias populares. No entanto, o Estado tombou o local e impediu as obras. Com isso, a cooperativa entrou com pedido de indenização na Justiça. Enquanto a decisão não saía, o terreno ficou abandonado e começou a ser invadido.Em 1996, o MP entrou com ação civil pública obrigando a Inocoop a fazer a remoção das famílias da área de proteção patrimonial. No entanto, a juíza da 8º Vara Cível da época julgou improcedente a responsabilidade da cooperativa, já que o terreno havia sido transferido para o Estado. O MP recorreu ao TJ-SP, que reforçou a responsabilidade da Inocoop, mas novamente a juíza não aceitou. "Para resumir, prosseguimos no imbróglio até 2001. Depois disso, a ação ficou parada por dez anos no TJ", explica Saikali.Quando voltou, em 2010, a decisão afirmava que o governo estadual seria responsável por remover as famílias por ser o atual dono do terreno, mas quem deveria arcar com os custos era a Inocoop. "Porém, quando essa decisão saiu, o Estado já havia pagado nove parcelas das dez na qual foi dividida a indenização pedida, que, com juros e correção monetária, chegou a R$ 130 milhões."Saikali conseguiu o bloqueio da última parcela, referente a R$ 15 milhões, verba que pode ser utilizada pelo Estado para fazer a remoção das famílias. "Agora, vamos cobrar o governo dentro da própria ação civil pública para que cumpra o que foi determinado no acórdão."Procurada, a Secretaria de Meio Ambiente, hoje responsável pela Chácara Baronesa, informou que a área passou a integrar a Coordenadoria de Parque Urbanos e que já estão adiantadas as tratativas com a Secretaria de Segurança Pública para garantir, em primeiro lugar, o policiamento do local, que registra grande movimentação de usuários de drogas.A Pasta afirmou também que está em negociação com a CDHU para regularizar a questão das moradias, mas não há prazos.
Camila Galvez
Do Diário do Grande ABC
terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
A implantação de medidas de segurança para coibir invasões e a presença de usuários de drogas na Chácara Baronesa, área de preservação ambiental localizada no Jardim Oriental, em Santo André, na divisa com São Bernardo, só sairá do papel a partir de julho. Apesar de a Secretaria Estadual de Meio Ambiente, responsável pelo espaço de 340 mil m², ter anunciado a instalação de grades de proteção no entorno do terreno e vigilância durante 24 horas em agosto, os editais de licitação para a contratação das empresas que executarão os projetos ainda estão sendo finalizados.Segundo o Estado, o prazo para a instalação da vigilância 24 horas no local é de aproximadamente 90 dias, tendo em vista que o pacote técnico para a licitação será concluído em 15 dias. Só após esse período é que começa a concorrência. A previsão é de criar 15 pontos fixos para vigilantes, que também farão rondas com motos. Já no caso do cercamento, o tempo estimado para início dos trabalhos é de, no mínimo, 150 dias.Em visita ao local na terça-feira, a equipe do Diário constatou que os procedimentos já adotados pelo Estado, como colocação de portão na entrada principal do espaço, câmeras, vigilantes e equipe de ronda ambiental, não contiveram a ocupação irregular dentro do parque, tampouco a presença de usuários de crack.Em resposta, a SMA (Secretaria Estadual de Meio Ambiente) informou que, em outubro a Pasta, a CDHU e a Prefeitura de Santo André se reuniram para unir esforços para coibir os problemas de invasões e de regularização da população local.Quanto aos usuários de drogas, o Estado destacou que a Polícia Ambiental é acionada em caso de denúncias e constatação das câmeras. Atualmente, a equipe que atua no local é formada por cinco pessoas, sendo dois monitores ambientais para atuarem com educação ambiental, já que a ideia é transformar o espaço em parque educativo para escolas e comunidade.Com base nos problemas que se arrastam há décadas na maior área verde dentro do ambiente urbano do Grande ABC, o deputado estadual Orlando Morando (PSDB) pretende iniciar campanha para salvar a Chácara Baronesa. "Queremos transformar a Chácara Baronesa no Ibirapuera da nossa região", destacou.O primeiro passo da mobilização será audiência pública com o secretário estadual do Meio Ambiente, Bruno Covas, agendada para o dia 20. "A responsabilidade primordial pelo espaço é do Estado, mas também podemos envolver as prefeituras e parceria privada", sustentou o parlamentar.
Natália Fernandjes
Do Diário do Grande ABC
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
Fotos do Parque Natural do Pedroso, por Miguel Magro
Localizado a apenas 26 minutos do centro de Santo André, o Parque do Pedroso é um dos locais mais ricos em fauna e flora no Grande ABC. O Parque do Pedroso é uma Unidade de Conservação de Proteção Integral e tem uma superfície de 842 hectares (cinco vezes a área do Parque do Ibirapuera, em São Paulo).O local, administrado pelo Semasa apresenta vegetação típica de Mata Atlântica, com a presença de diversas espécies de plantas, como o manacá da serra, cedro, pau d’alho, ingá e embaúba.Em relação à fauna, o Parque do Pedroso abriga preguiças, saguis, gambás, jararacas e diversas espécies de gaviões, como o gavião-pega-macaco e o gavião pombo que estão na lista de espécies ameaçadas de extinção do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis).
Fonte:Semasa
sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
sábado, 5 de janeiro de 2013
De onde vem a força do agronegócio?
Vídeo mostra de forma didática quem ganha e quem perde na estruturação e financiamento do agronegócio brasileiro. Baseado em análise de Regina Araujo, doutora em Geografia pela USP, e Paula Watson, também formada em geografia pela USP.
Ficha técnica - Roteiro: Paula Watson e Regina Araujo; Desenho e Animação: Paula Watson ; Montagem e Edição: Renata Watson ; Locução: Daniel Daibem.
De onde vem a força do agronegócio?
wwfbrasil
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
Chácara da Baronesa é parque só no papel
Área de 360 mil metros quadrados em Sto. André, na divisa com S. Bernardo, é considerada de proteção ambiental
há 25 anos e desde 2001 é oficialmente um parque estadual.Mas, na prática, só há abandono e barracos.Os 360 mil metros quadrados da Chácara da Baronesa,em Santo André, perto da divisa com São Bernardo,não parecem impressionar as autoridades.Área de Proteção Ambiental, tombada pelo patrimônio histórico e elevada à condição de
parque estadual, um dos maiores espaços verdes urbanos do ABC tem resistido em meio ao concreto e ao asfalto mais pelas próprias forças de sua natureza do que pela ações de quem deveria preservá-la.Desde os anos 1980, discute-se criar no local um
parque ecológico para garantir a preservação da área e oferecer à população um equipamento de lazer e educação ambiental.Apesar das muitas intenções,pouco se fez. “Fizeram um cercamento, mas é só uma tela, é colocaram vigilância, o que é quase
nada perto das necessidades”,afirmou a presidente da Oscip (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público) Movimento Chácara da Baronesa, Vera Lúcia Rotondo.Responsável pela administração,a secretaria de Estado do Meio Ambiente
diz que “o projeto para operacionalizar o parque está em fase de estudos”,mas que não há estimativa de prazo nem de quanto será investido no local.O abandono foi permitindo aos poucos que a área fosse invadida – outro impasse para a criação do
parque. São mais de 300 famílias em moradias irregulares.A Prefeitura de Santo
André não se pronunciou.A necessidade de se preservar a chácara é reconhecida
pelo Estado. “Trata-se de área verde em região extremamente urbanizada. É um pulmão”. “Mesmo nos dias mais quentes, a área mantém sua umidade, o que ajuda a controlar a temperatura do entorno”,completou Vera Lúcia.
Gigante verde e despercebido - Chácara nunca foi utilizada como área pública de lazer.
ANDRÉ VIEIRA
METRO ABC
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
VERGONHA NACIONAL - GENOCÍDIO DE ÍNDIOS NO MATO GROSSO DO SUL
Nas últimas semanas, além do futebol de sempre, dois assuntos ocuparam as manchetes: o julgamento do chamado "mensalão" e, em São Paulo, o programa de combate a homofobia, grotescamente apelidado de "Kit Gay". Quase nenhuma importância se deu a uma espécie de testamento de uma tribo indígena. Tribo com 43 mil sobreviventes.
A justiça federal decretou a expulsão de 170 índios na terra em que vivem atualmente. Isso no município de Iguatemi, no Mato Grosso do Sul, à margem do Rio Hovy. Isso diante de silêncio quase absoluto da chamada Grande Mídia. (Eliane Brum trata do assunto no site da revista Época). Há duas semanas, numa dramática carta-testamento, os Kaiowá-Guarani informaram:
-Não temos e nem teremos perspectiva de vida digna e justa tanto aqui, na margem do rio, quanto longe daqui. Concluímos que vamos morrer todos. Estamos sem assistência, isolados, cercados de pistoleiros, e resistimos até hoje. Comemos uma vez por dia.
Em sua carta-testamento os Kaiowá/Guarani rogam:
- Pedimos ao Governo e à Justiça Federal para não decretar a ordem de despejo/expulsão, mas decretar nossa morte coletiva e enterrar nós todos aqui. Pedimos para decretar nossa extinção/dizimação total, além de enviar vários tratores para cavar um grande buraco para jogar e enterrar nossos corpos. Este é o nosso pedido aos juízes federais.
Diante dessa história dantesca, a vice-procuradora Geral da República, Déborah Duprat, disse: "A reserva de Dourados é talvez a maior tragédia conhecida da questão indígena em todo o mundo".
Em setembro de 1999 estive por uma semana na reserva Kaiowá/Guarani, em Dourados. Estive porque ali já acontecia a tragédia. Tragédia diante do silêncio quase absoluto. Tragédia que se ampliou, assim como o silêncio. Entre 1986 e setembro de 1999, 308 índios haviam se suicidado. Índios com idade variando dos 12 aos 24 anos.
Suicídios quase sempre por enforcamento, ou veneno. Suicídios por viverem confinados em reservas cada vez menores, cercados por pistoleiros ou fazendeiros que agiam, e agem, como se pistoleiros fossem. Suicídio porque viver como mendigo ou prostituta é quase o caminho único para quem deixa as reservas.
Italianos e um brasileiro fizeram um filme-denúncia sobre a tragédia. No Brasil, silêncio quase absoluto: Porque Dourados, Mato Grosso, índios... isso está muito longe. Isso não dá Ibope, não dá manchete. Segundo o Conselho Indigenista Missionário, o índice de assassinatos na Reserva de Dourados é de 145 habitantes para cada 100 mil. No Iraque, esse índice é de 93 pessoas em cada 100 mil.
Desde 1999, quando estive em Dourados com o fotógrafo Luciano Andrade, outros 555 jovens Kaiowá/Guarani se suicidaram no Mato Grosso do Sul. Sob aterrador e quase absoluto silêncio. Silêncio dos governos e da Mídia. Um silêncio cúmplice dessa tragédia.
Publicado em 22/10/2012 por jornaldagazeta
terça-feira, 11 de setembro de 2012
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
Estudo revela que a preservação da flora regional é péssima
SANTO ANDRÉ - No primeiro semestre deste ano, a Fundação Santo André fez estudo de avaliação da qualidade ambiental do ABC e concluiu que a vegetação nativa está cada vez mais escassa. O fator indicativo foi a redução das espécies de borboletas que existiam na região, decorrente da substituição de plantas características da região.
De acordo com a professora de Ciências Biológicas da Fundação Santo André, Dagmar Santos, a qualidade da preservação da flora regional foi avaliada como péssima. “As borboletas buscam alimento em flores típicas da nossa região e, como a vegetação está muito abaixo do recomendado, temos sempre os mesmos tipos de borboletas”, declarou.
A pesquisa foi realizada em três pontos fixos: em uma residência com jardim, numa praça com árvores e num espaço com vegetação espontânea. No decorrer do trabalho foi observado que onde houve a redução de plantas naturais também aconteceu a diminuição do número de borboletas, que foram em busca de alimento em outros lugares. “Para nós, biólogos, a perda da biodiversidade é a pior coisa que pode acontecer ao meio ambiente”, pontuou.
Antigamente, no ABC, eram encontradas muitas espécies de flores. Hoje, nas áreas urbanizadas tais como parques e praças são vistas muitas plantas exóticas, principalmente, oriundas de outros países. “Resolvemos realizar esse estudo a fim de mostrar às pessoas a necessidade de se preservar a vegetação nativa”, disse a estudante de biologia, Viviane Roupa, que também participou das pesquisas.
Para recuperar a fauna e a flora do ABC é necessário programa direcionado ao plantio das espécies nativas. “Deve ser feito um planejamento e a reintrodução de plantas da região”, enfatizou Dagmar Santos.
Por: Daniela Lopes Diário Regional
segunda-feira, 16 de julho de 2012
terça-feira, 29 de maio de 2012
Chácara Baronesa-Área de Proteção Ambiental, abandonada pelo Estado e pela Prefeitura de Santo André."Espaço foi declarado parque estadual há 11 anos".
Área verde é tomada por cracolândia.
A Chácara Baronesa, área em Santo André que possui 340 mil metros quadrados de território em condições de APA (Área de Proteção Ambiental), está sendo tomada por usuários de crack. Cerca de 35 dependentes químicos estão morando no local em condições precárias. Os ocupantes afirmam que o espaço possui população itinerante de aproximadamente 50 pessoas, que vão até lá todos os dias para fazer uso da droga sem serem reprimidos."Tenho família e minha casa. Só venho aqui para fumar crack. É um lugar escondido, onde ninguém está vendo o que estamos fazendo", afirmou A.N.L., 28 anos, que diz ser dependente da droga desde adolescente. Ele conta que já procurou tratamento, mas não consegue largar o vício.Por ser espaço de mata fechada, os dependentes químicos consideram o local tranquilo para o consumo da droga. "Os usuários chegam aqui fugindo dos problemas da vida. A família não aceita o vício, então usamos esse lugar para esquecer tudo isso. Às vezes, acabamos ficando e não voltamos mais para casa", revelou A.N.L..M.R., 54, contou que mora na área há dois anos. Usuária desde 2003, tentou largar a droga algumas vezes, mas não obteve sucesso. Ela relatou as dificuldades que enfrenta para sobreviver. "Fiz um barraco para me proteger da chuva. Pego água na bica que existe aqui perto. A vizinhança próxima ajuda bastante a gente dando comida", afirmou.Os ocupantes garantiram que fazem de tudo para que o local seja pacífico, sendo utilizado apenas para o consumo da droga. "Cuidamos do espaço. Quando chega gente que não conhecemos, procuramos saber quem é. Não queremos colocar nossas vidas em risco, deixando qualquer pessoa entrar aqui, sem saber o que fez lá fora. Tem gente que nós expulsamos porque vem aqui trazer problema", disse M.. "Convivemos bem. Somos como uma família. Se um está doente, o outro cuida."Ontem, a Polícia Militar foi até a área após receber denúncia de invasão. Vinte e oito pessoas encontradas no local foram averiguadas, mas nenhuma foi detida. Segundo a corporação, a maioria deles tinha passagem criminal. "Pedimos a colaboração das autoridades responsáveis. Têm gente entrando e saindo daqui todos os dias. Se deixar, vai chegar cada vez mais pessoas. Uma hora perderemos o controle", disse o soldado Flávio Ferreira da Silva, que estava à frente da operação.O Estado é responsável pela Chácara Baronesa. A Secretaria de Estado do Meio Ambiente informou que foi comunicada da entrada dos usuários. Por conta disso, acionou a Polícia Ambiental para dar apoio à fiscalização do terreno e retirar as pessoas que adentram a área sem autorização.Espaço foi declarado parque estadual há 11 anos.Localizada na divisa com o município de São Bernardo, a Chácara Baronesa foi decretada parque estadual em 31 de agosto de 2001, tendo sua administração destinada à Secretaria de Estado do Meio Ambiente. Porém, o local nunca foi, de fato, área de lazer.
Em abril de 2009, foi assinado protocolo de intenções entre o Estado e a Prefeitura de Santo André, com intuito de implementar gestão compartilhada no local. No entanto, a operacionalização do parque só pode ser iniciada após a retirada de 337 famílias que moram irregularmente no terreno. O Estado diz que realiza o monitoramento da área para evitar ocupações. No entanto, a equipe do Diário constatou que o sistema de vigilância é falho.O processo de desocupação encontra-se em análise na assessoria técnico-legislativa do Estado.
Cadu Proieti
Do Diário do Grande ABC
segunda-feira, 28 de maio de 2012
Liberação da pesca no Parque Central pelo Dr.Aidan Ravin causa mais uma vítima
Ave é ferida por anzol em pesca no Parque Central
Eliane de Souza
Do Diário do Grande ABC
Frequentadores do Parque Central, em Santo André, foram surpreendidos ao curtir a tarde ensolarada de ontem. Um biguá, pássaro mergulhão, foi fisgado acidentalmente no lago durante uma pesca. Com a ajuda da população e da GCM (Guarda Civil Municipal), o animal foi resgatado, teve o anzol retirado do bico e foi solto novamente.Segundo testemunhas, esse tipo de acidente é comum no parque. Aves que se alimentam de peixes migram para o Parque Central e, com a pesca liberada, vários destes animais já foram mutilados por linhas e anzóis. Frequentadores do local reclamam da falta de atitude por parte dos órgãos competentes. "Tentamos chamar a Polícia Militar Ambiental, a Defesa Civil e até os bombeiros, mas ninguém se dispôs a ajudar a salvar o biguá", conta um frequentador, que não quis se identificar.Mesmo tendo ajudado no resgate, a GCM não conta com equipamentos para resgate de espécies feridas. Segundo os guardas, a corporação conta com um barco no Parque Celso Daniel, mas ele só é utilizado para obras do Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André), no Rio Tamanduateí.
Em julho de 2011, o Diário informou que o decreto que proibia a pesca no Parque Central havia sido revogada pelo prefeito Aidan Ravin (PTB). Sem legislação específica, a orientação dada à corporação para que seja utilizado o "bom-senso".
Eliane de Souza
Do Diário do Grande ABC
quinta-feira, 12 de abril de 2012
As flores do Parque Central
Veja neste vídeo como eram os canteiros de flores no Pq.Central e compare o antes e o depois das mudanças de paisagismo praticadas pela administração do Dr.Aidan.
segunda-feira, 9 de abril de 2012
ESCÂNDALO:SEMASA VIRA BALCÃO DE NEGÓCIOS NA ADMINISTRAÇÃO DO DR.AIDAN

Venda de Licenças Ambientais virá caso de Polícia
segunda-feira, 9 de abril de 2012 16:52
Calixto confirma esquema no Semasa
Fábio Martins Do Diário do Grande ABC
Em depoimento hoje à CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito), o advogado Calixto Antônio Júnior confirmou a existência de esquema de venda de licenças ambientais no Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André). Considerado, na ação, mentor do sistema de extorsão montado na autarquia, ele dividiu a responsabilidade com agentes públicos da cidade, garantindo que "nunca pegou dinheiro de nenhuma empresa".
Ele ratificou também que dava expediente diário - no horário da manhã - no Semasa a pedido do prefeito Aidan Ravin (PTB), que pediu para segurar os licenciamentos. Segundo o advogado, o petebista ordenou o denunciante e ex-diretor de gestão ambiental da autarquia Roberto Tokuzumi a acatar as suas determinações de fazer fila na expedição do documento às empresas.
segunda-feira, 12 de março de 2012
Metade do reciclado vai para o lixo em Santo André

Metade de tudo que é recolhido pelo serviço de coleta seletiva em Santo André
acaba não sendo reaproveitado pelas cooperativas de reciclagem e tem de ser descartado no lixo comum.Apesar de fazer a retirada de porta em porta e oferecer
16 estações de coleta,cinco em cada dez quilos destes materiais acaba indo para aterro sanitário.A quantidade de resíduos secos – como plástico, papel e alumínio, que podem ser reutilizados –, é menor em Santo André na comparação entre 2010 e 2011. O total coletado caiu de 8.728 toneladas para 6.332 toneladas – redução de 27,4%.
O Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André)não explicou porque 50% dos materiais não podem ser aproveitados nem os motivos que levaram a diminuição da coleta.Ainda assim, a autarquia justificou que “o índice de participação e de separação dos resíduos teve aumento significativo durante todos os anos.” Coordenadora do curso de gestão ambiental da Universidade Metodista,Waverli Matarazo Neuberger explica que a falta de cuidado na hora da separação pode prejudicar a utilização do recicláveis.“'É preciso que os materiais estejam limpos e
acondicionados corretamente,pois uma única garrafa com líquido dentro pode inviabilizar outros resíduos,como o papel”.Outro fator é de ordem financeira. “O preço do reciclado oscila e, às vezes, o que se paga por ele pode tornar o trabalho economicamente inviável”. As prefeituras de São Bernardo e São Caetano não informaram o índice de perda na reciclagem.Presidente do Instituto Brasil Ambiente, Sabetai Calderoni aponta outro problema. “Muitos dos que trabalham com lixo, não recebem treinamento e isso compromete o resultado”.
ANDRÉ VIEIRA
METRO ABC
Veja abaixo matéria publicada com as promessas de campanha do então pré canditado Sr.Aidan Ravin, que ficaram só no papel.
"Aidan tem como mote preservar"
Elaine Granconato
Especial para o Dgabc 23/08/2008
"Aidan também propõe estudo de viabilidade de investimentos em equipamentos para aterro sanitário; usina de compostagem e reciclagem, que, segundo o vereador-prefeiturárvel, estão sucateados. "A vida útil do aterro é limitada. No máximo três anos", afirmou, ao acrescentar que falta hoje um planejamento estruturado.
Outra meta do petebista, caso eleito, é atingir 100% de coleta seletiva."
terça-feira, 6 de março de 2012
Floresta Amazônica;Um Tesouro Desprotegido!
Assista este vídeo e conheça um pouco da realidade deste imenso tesouro que está sendo negligenciado por nós brasileiros.
Mesmo entristecidos pelo fatos escabrosos, não podemos deixar de demonstrar o nosso orgulho pelos ambientalistas José Cláudio e Maria que deram suas vidas para proteger a floresta, um belo exemplo de cidadania e defesa do patrimônio público.
Apesar de ter diminuído, o desmatamento na Floresta Amazônica caminha a todo vapor, a última fronteira a ser conquistada pelos ruralistas que representam o grande poder econômico.O discurso de desenvolvimento por eles usado, não passa de mais uma grande mentira para ludibriar a sociedade.
A verdadeira intenção é o acumulo de riquezas, concentrando poder nas mãos de poucos.
O Governo Brasileiro pouco está fazendo para defender este Imensurável Patrimônio nosso e das futuras gerações.
Prova disso é a construção de várias usinas hidrelétricas para atender interesses do capital, desprezando as comunidades indígenas e as questões ambientais da região.
O mesmo Modelo de Desenvolvimento Insustentável que foi utilizado em outras regiões do nosso país, como a Sudeste agora é levado para a Floresta Amazônica.
Sem dúvida seria muito mais ecológico e respeitoso para as comunidades e também a Floresta Amazônica, investir em agricultura familiar e formas sustentáveis e descentralizadas de geração de energia.
Infelizmente o que vemos, é se valer a pressão do poder econômico, que banca uma boa parte dos nossos políticos.
Mesmo entristecidos pelo fatos escabrosos, não podemos deixar de demonstrar o nosso orgulho pelos ambientalistas José Cláudio e Maria que deram suas vidas para proteger a floresta, um belo exemplo de cidadania e defesa do patrimônio público.
Apesar de ter diminuído, o desmatamento na Floresta Amazônica caminha a todo vapor, a última fronteira a ser conquistada pelos ruralistas que representam o grande poder econômico.O discurso de desenvolvimento por eles usado, não passa de mais uma grande mentira para ludibriar a sociedade.
A verdadeira intenção é o acumulo de riquezas, concentrando poder nas mãos de poucos.
O Governo Brasileiro pouco está fazendo para defender este Imensurável Patrimônio nosso e das futuras gerações.
Prova disso é a construção de várias usinas hidrelétricas para atender interesses do capital, desprezando as comunidades indígenas e as questões ambientais da região.
O mesmo Modelo de Desenvolvimento Insustentável que foi utilizado em outras regiões do nosso país, como a Sudeste agora é levado para a Floresta Amazônica.
Sem dúvida seria muito mais ecológico e respeitoso para as comunidades e também a Floresta Amazônica, investir em agricultura familiar e formas sustentáveis e descentralizadas de geração de energia.
Infelizmente o que vemos, é se valer a pressão do poder econômico, que banca uma boa parte dos nossos políticos.
segunda-feira, 5 de março de 2012
Mais uma do governo Aidan!
Corrupção no Órgão de Gestão Ambiental de Santo André
Diretor confirma esquema de extorsão no Semasa
Beto Silva/Sérgio Vieira do DGABC
O suposto esquema de extorsão montado no sexto andar do prédio do Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André), denúncia entregue ao Ministério Público e revelada com exclusividade ontem pelo Diário, ocorre desde o segundo semestre do ano passado. Quem garante é o diretor de gestão ambiental da autarquia, Roberto Tokuzumi, responsável pela última assinatura antes da chegada do documento à mesa do superintendente-adjunto, Dovilio Ferrari Filho.
Tokuzumi é citado como denunciante na representação entregue à promotoria. Procurado ontem pela equipe do Diário, ele confirmou que sabe da existência da fraude, mas que negou-se a participar do esquema, mesmo após pressão de Dovilio e do advogado Calixto Antônio Júnior, considerado, ainda segundo a denúncia enviada ao MP, o principal articulador da cobrança de propina aos representantes das empresas que aguardam apenas assinatura do superintentendente, Ângelo Pavin (PMDB), para liberação do documento.
"Em julho, o Dovilio pediu que eu saísse de férias e dias depois passou a ocupar minha função. Depois me pediram para voltar e ele estava lá. Então, pediu para que eu deixasse a diretoria de Gestão Ambiental e passasse a ocupar uma mesinha só para fazer licenciamento. Estranhei demais", contou o diretor. O superintendente adjunto, então, recuou, mas Tokuzumi diz que passou a ser perseguido.
FILA NA AUTARQUIA
Três meses depois, Tokuzumi foi procurado por Calixto, que contou a ele sobre o suposto esquema na autarquia. "O advogado, que sempre vinha no prédio, disse que precisava de mim para um esquema que seria bom. E me orientou a trancar todas as licenças a partir daquele momento. E que todas as empresas deveriam falar com ele", detalhou o diretor de Gestão Ambiental. "O Calixto pediu, então, que chamasse as empresas e mandasse procurá-lo. Ele dizia: ‘Eu quero fila' e que se isso não acontecesse me tiraria dali." Dias depois, os dois discutiram rispidamente e Tukuzumi afastou-se do grupo. "Acelerei ainda mais a liberação dos processos, para que não ficasse dúvida sobre minha integridade. Não entrei nesse esquema de venda de assinatura do superintendente. Agora eles querem minha cadeira para mudar o procedimento."
Tokuzumi completou: "Qualquer pessoa que tem um pouco de visão sabe que isso não pode ser feito. Qualquer um acompanha pela internet toda a tramitação do processo. Não há como explicar tanta demora na mão do superintendente."
Diretor confirma esquema de extorsão no Semasa
Beto Silva/Sérgio Vieira do DGABC
O suposto esquema de extorsão montado no sexto andar do prédio do Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André), denúncia entregue ao Ministério Público e revelada com exclusividade ontem pelo Diário, ocorre desde o segundo semestre do ano passado. Quem garante é o diretor de gestão ambiental da autarquia, Roberto Tokuzumi, responsável pela última assinatura antes da chegada do documento à mesa do superintendente-adjunto, Dovilio Ferrari Filho.
Tokuzumi é citado como denunciante na representação entregue à promotoria. Procurado ontem pela equipe do Diário, ele confirmou que sabe da existência da fraude, mas que negou-se a participar do esquema, mesmo após pressão de Dovilio e do advogado Calixto Antônio Júnior, considerado, ainda segundo a denúncia enviada ao MP, o principal articulador da cobrança de propina aos representantes das empresas que aguardam apenas assinatura do superintentendente, Ângelo Pavin (PMDB), para liberação do documento.
"Em julho, o Dovilio pediu que eu saísse de férias e dias depois passou a ocupar minha função. Depois me pediram para voltar e ele estava lá. Então, pediu para que eu deixasse a diretoria de Gestão Ambiental e passasse a ocupar uma mesinha só para fazer licenciamento. Estranhei demais", contou o diretor. O superintendente adjunto, então, recuou, mas Tokuzumi diz que passou a ser perseguido.
FILA NA AUTARQUIA
Três meses depois, Tokuzumi foi procurado por Calixto, que contou a ele sobre o suposto esquema na autarquia. "O advogado, que sempre vinha no prédio, disse que precisava de mim para um esquema que seria bom. E me orientou a trancar todas as licenças a partir daquele momento. E que todas as empresas deveriam falar com ele", detalhou o diretor de Gestão Ambiental. "O Calixto pediu, então, que chamasse as empresas e mandasse procurá-lo. Ele dizia: ‘Eu quero fila' e que se isso não acontecesse me tiraria dali." Dias depois, os dois discutiram rispidamente e Tukuzumi afastou-se do grupo. "Acelerei ainda mais a liberação dos processos, para que não ficasse dúvida sobre minha integridade. Não entrei nesse esquema de venda de assinatura do superintendente. Agora eles querem minha cadeira para mudar o procedimento."
Tokuzumi completou: "Qualquer pessoa que tem um pouco de visão sabe que isso não pode ser feito. Qualquer um acompanha pela internet toda a tramitação do processo. Não há como explicar tanta demora na mão do superintendente."
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
Código Florestal: veta, Dilma
Dilma precisa cumprir sua promessa de campanha e vetar o projeto de lei que desfigura o Código Florestal. Ele incentiva o desmatamento e anistia criminosos. Mande uma mensagem para a presidente preservar as florestas do Brasil.Greenpeace
terça-feira, 29 de novembro de 2011
Informações sobre o Biguá.Clique e saiba mais...
O Biguá (Phalacrocorax brasilianus) é uma ave pelecaniforme da família Phalacrocoracidae. Ave aquática, mergulha em busca de peixes e permanece um bom tempo debaixo d'água, indo aparecer de novo bem lá na frente, mostrando apenas o pescoço para fora d'água. Para facilitar seus mergulhos, suas penas ficam completamente encharcadas, eliminando o ar que fica entre as penas e dificulta os mergulhos. Para secá-las é comum vê-los pousados com as asas abertas ao vento. Quase sempre visto em grandes bandos voando próximo d'água, em formação em “V”. Quando voam se assemelham a patos, sendo às vezes considerados como tais equivocadamente.
Também são conhecidas pelos nomes de biguá-una, imbiuá, mergulhão, miuá e pata-d'água. Por ser inteiramente negro, recebe o nome comum, também , de corvo-marinho.
Fonte:Wiki Aves (http://www.wikiaves.com.br/bigua)
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
Mais uma ave silvestre é vítima da pesca no Parque Central
A ave, um biguá, foi encontrado enroscado no anzol na sexta feira de manhã em 25/11.A administração do parque foi avisada, mas como havia dificuldade na captura da ave acionou o Depav.No mesmo dia um integrante da APC fez, via telefone, um pedido para que a ave fosse resgatada, gerando o protocolo TLM 24810-110.Este número de protocolo foi informado ao CCZ(Centro de Zoonoses).O responsável Sr.Saul, disse que uma bióloga viria do Parque Pedroso e resgataria a ave, isto na sexta feira e que enviassemos alguém para recebê-la e encaminhá-la até o local onde a ave se encontrava.Como o vídeo mostra nada foi feito e o biguá foi encontrado morto no domingo por usuários do parque.O garoto Miguel demonstrou ter mais consciência ambiental do que o prefeito da cidade Dr.Aidan Ravin, que revogou o decreto que suspendia a pesca no Parque Central.
LEI de Crimes Ambientais No 9.605, DE 12 DE FEVEREIRO DE 1998 - Dispõe sobre as sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente, e da outras providencias.
OCAPITULO I
DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 2 . Quem, de qualquer forma, concorre para a pratica dos crimes previstos nesta Lei, incide nas penas a estes cominadas, na medida da sua culpabilidade, bem como o diretor, o administrador, o membro de conselho e de órgão técnico, o auditor, o gerente, o preposto ou mandatário de pessoa jurídica, que, sabendo da conduta criminosa de outrem, deixar de impedir a sua pratica, quando podia agir para evita-la.
Art. 3 . As pessoas jurídicas serão responsabilizadas administrativa, civil e penalmente conforme o disposto nesta Lei, nos casos em que a infração seja cometida por decisão de seu representante legal ou contratual, ou de seu órgão colegiado, no interesse ou beneficio da sua entidade.
Parágrafo único. A responsabilidade das pessoas jurídicas não exclui a das pessoas físicas, autoras, co-autoras ou participes do mesmo fato.
CAPITULO V
DOS CRIMES CONTRA O MEIO AMBIENTE
Seção I
Dos Crimes contra a Fauna
Art. 29. Matar, perseguir, caçar, apanhar, utilizar espécimes da fauna silvestre, nativos ou em rota migratória, sem a devida permissão, licença ou autorização da autoridade competente, ou em desacordo com a obtida:
LEI de Crimes Ambientais No 9.605, DE 12 DE FEVEREIRO DE 1998 - Dispõe sobre as sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente, e da outras providencias.
OCAPITULO I
DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 2 . Quem, de qualquer forma, concorre para a pratica dos crimes previstos nesta Lei, incide nas penas a estes cominadas, na medida da sua culpabilidade, bem como o diretor, o administrador, o membro de conselho e de órgão técnico, o auditor, o gerente, o preposto ou mandatário de pessoa jurídica, que, sabendo da conduta criminosa de outrem, deixar de impedir a sua pratica, quando podia agir para evita-la.
Art. 3 . As pessoas jurídicas serão responsabilizadas administrativa, civil e penalmente conforme o disposto nesta Lei, nos casos em que a infração seja cometida por decisão de seu representante legal ou contratual, ou de seu órgão colegiado, no interesse ou beneficio da sua entidade.
Parágrafo único. A responsabilidade das pessoas jurídicas não exclui a das pessoas físicas, autoras, co-autoras ou participes do mesmo fato.
CAPITULO V
DOS CRIMES CONTRA O MEIO AMBIENTE
Seção I
Dos Crimes contra a Fauna
Art. 29. Matar, perseguir, caçar, apanhar, utilizar espécimes da fauna silvestre, nativos ou em rota migratória, sem a devida permissão, licença ou autorização da autoridade competente, ou em desacordo com a obtida:
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
A História das Coisas
Assista este vídeo e veja como a nossa sociedade caminha a passos largos para uma situação de total insustabilidade.
O nosso país segue o mesmo caminho dos Estados Unidos, degradando o meio ambiente e enriquecendo poucos, principalmente aqueles que bancam as campanhas dos nossos políticos.
Exemplos não faltam: Hidrelétricas na Amazônia, Mudanças no Código Florestal, Rodoanel em São Paulo, prefeitos do ABC querendo contruir Usinas de incineração de lixo e por aí vai.
Isto tem de mudar!!!
O nosso país segue o mesmo caminho dos Estados Unidos, degradando o meio ambiente e enriquecendo poucos, principalmente aqueles que bancam as campanhas dos nossos políticos.
Exemplos não faltam: Hidrelétricas na Amazônia, Mudanças no Código Florestal, Rodoanel em São Paulo, prefeitos do ABC querendo contruir Usinas de incineração de lixo e por aí vai.
Isto tem de mudar!!!
Defensoria Pública de SP em Taubaté obtêm liminar suspendendo a plantação de eucalipto pela Votorantim
Fonte: site Defensoria - SP 11.11.11
Após ação da Defensoria Pública de SP, Justiça concede liminar que suspende plantação de eucalipto em Taubaté e Redenção da Serra
A Defensoria Pública de SP em Taubaté obteve decisão liminar da Justiça que determina a suspensão da plantação de eucaliptos nos municípios de Taubaté e Redenção da Serra, no Vale do Paraíba, até que sejam realizados Estudos de Impacto Ambiental (EIA/RIMA) e audiências públicas relativas a cada empreendimento que cultiva a árvore nessas duas cidades. Em caso de descumprimento, está prevista uma multa diária de R$ 15 mil. A decisão – da Vara da Fazenda Pública de Taubaté – também impõe ao Estado e aos respectivos municípios a obrigação de fiscalizar o cumprimento da liminar e respeitar as normas ambientais.
“Se não existem estudos detalhados sobre os efeitos do plantio de eucaliptos realizado, que esteja sendo realizado ou que vai se realizar, pode-se considerar sob perigo a coletividade, até que se demonstre segurança naquilo que se faz”, apontou o Juiz Paulo Roberto da Silva.
A decisão decorre de ação civil pública proposta pelo Defensor Público Wagner Giron de La Torre em face da VCP Votorantim Celulose e Papel, hoje conhecida como FIBRIA –responsável, segundo a ação, pela implantação da monocultura na região – e também em face dos municípios de Taubaté e Redenção da Serra, bem como do Estado de São Paulo, responsáveis pela fiscalização do cumprimento das normas ambientais.
A ação foi proposta em razão de diversas denúncias feitas por movimentos de defesa do meio ambiente da região. Segundo consta na ação, a VCP/Fibria é responsável pelo plantio intensivo do eucalipto na Bacia do Rio Una, tombada como patrimônio histórico e ambiental de Taubaté e uma das principais fontes de abastecimento de água potável para a população de Tremembé e Taubaté. A área ainda é classificada como uma área de preservação permanente (APP) e como tal a exploração dos recursos naturais é proibida. Além disso, o plantio intensivo de eucalipto nesta área estaria causando a extinção de inúmeras fontes de água, rios e cachoeiras, bem como acelerando o processo de assoreamento do Rio Una.
Outro problema ambiental registrado diz respeito à aceleração do processo de desertificação de terras e perda de solos férteis devido ao grande número de estradas clandestinas abertas em meio às plantações de eucalipto para escoamento das toras dessas árvores por meio de caminhões.
Diante desses e de outros problemas ambientais e sociais encontrados, a Defensoria pede, além da suspensão do plantio de eucalipto, o corte das árvores de eucalipto plantadas nas APPs, inclusive em topos de morros, e indenização pelos danos ambientais já causados. Na ação, a Defensoria pede ainda que sejam cumpridas pelos órgãos públicos as normas ambientais com a exigência de realização de processo administrativo de licenciamento ambiental. Além disso, que os municípios envolvidos instituam um zoneamento agroflorestal em seus territórios, direcionados à preservação dos recursos naturais.
Referência: ação civil pública nº 625.01.2010.003916-7 - Vara da Fazenda Pública da Comarca de Taubaté
Outros casos
A Defensoria Pública de SP já propôs ações semelhantes em outras cidades do Estado. Decisões liminares favoráveis também foram concedidas em São Luiz do Paraitinga, Piquete e Guaratinguetá.
Após ação da Defensoria Pública de SP, Justiça concede liminar que suspende plantação de eucalipto em Taubaté e Redenção da Serra
A Defensoria Pública de SP em Taubaté obteve decisão liminar da Justiça que determina a suspensão da plantação de eucaliptos nos municípios de Taubaté e Redenção da Serra, no Vale do Paraíba, até que sejam realizados Estudos de Impacto Ambiental (EIA/RIMA) e audiências públicas relativas a cada empreendimento que cultiva a árvore nessas duas cidades. Em caso de descumprimento, está prevista uma multa diária de R$ 15 mil. A decisão – da Vara da Fazenda Pública de Taubaté – também impõe ao Estado e aos respectivos municípios a obrigação de fiscalizar o cumprimento da liminar e respeitar as normas ambientais.
“Se não existem estudos detalhados sobre os efeitos do plantio de eucaliptos realizado, que esteja sendo realizado ou que vai se realizar, pode-se considerar sob perigo a coletividade, até que se demonstre segurança naquilo que se faz”, apontou o Juiz Paulo Roberto da Silva.
A decisão decorre de ação civil pública proposta pelo Defensor Público Wagner Giron de La Torre em face da VCP Votorantim Celulose e Papel, hoje conhecida como FIBRIA –responsável, segundo a ação, pela implantação da monocultura na região – e também em face dos municípios de Taubaté e Redenção da Serra, bem como do Estado de São Paulo, responsáveis pela fiscalização do cumprimento das normas ambientais.
A ação foi proposta em razão de diversas denúncias feitas por movimentos de defesa do meio ambiente da região. Segundo consta na ação, a VCP/Fibria é responsável pelo plantio intensivo do eucalipto na Bacia do Rio Una, tombada como patrimônio histórico e ambiental de Taubaté e uma das principais fontes de abastecimento de água potável para a população de Tremembé e Taubaté. A área ainda é classificada como uma área de preservação permanente (APP) e como tal a exploração dos recursos naturais é proibida. Além disso, o plantio intensivo de eucalipto nesta área estaria causando a extinção de inúmeras fontes de água, rios e cachoeiras, bem como acelerando o processo de assoreamento do Rio Una.
Outro problema ambiental registrado diz respeito à aceleração do processo de desertificação de terras e perda de solos férteis devido ao grande número de estradas clandestinas abertas em meio às plantações de eucalipto para escoamento das toras dessas árvores por meio de caminhões.
Diante desses e de outros problemas ambientais e sociais encontrados, a Defensoria pede, além da suspensão do plantio de eucalipto, o corte das árvores de eucalipto plantadas nas APPs, inclusive em topos de morros, e indenização pelos danos ambientais já causados. Na ação, a Defensoria pede ainda que sejam cumpridas pelos órgãos públicos as normas ambientais com a exigência de realização de processo administrativo de licenciamento ambiental. Além disso, que os municípios envolvidos instituam um zoneamento agroflorestal em seus territórios, direcionados à preservação dos recursos naturais.
Referência: ação civil pública nº 625.01.2010.003916-7 - Vara da Fazenda Pública da Comarca de Taubaté
Outros casos
A Defensoria Pública de SP já propôs ações semelhantes em outras cidades do Estado. Decisões liminares favoráveis também foram concedidas em São Luiz do Paraitinga, Piquete e Guaratinguetá.
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