quarta-feira, 25 de setembro de 2013

1ºMarcha da Primavera Poluída

Alertar sobre a poluição na nossa região, uma das poluídas do mundo, contra a inoperância da Cetesb e contra a instalação de Usinas de Incineração de Resíduos

sábado, 14 de setembro de 2013

Pensamento Verde O comércio ilegal de animais silvestres movimenta grandes quantias de dinheiro, mas coloca em risco a diversidade da fauna. Conheça os animais mais ameaçados http://bit.ly/1dk4ABq

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

MARCHA DA PRIMAVERA POLUÍDA 22 DE SETEMBRO 9:00 HORAS

22 DE SETEMBRO, DIA DA PRIMAVERA CONCENTRAÇÃO ESTAÇÃO CAPUAVA 9:HORAS VAMOS MANIFESTAR CONTRA A POLUIÇÃO DO PÓLO PETROQUÍMICO DE CAPUAVA,DIVISA DE SANTO ANDRÉ COM MAUÁ, GRANDE ABC/SP E CONTRA A INCINERAÇÃO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS POR SER UM ATENTADO CONTRA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL E EXCLUSÃO DOS CATADORES NA GESTÃO COMPARTILHADA DOS RESÍDUOS, DESCRITO NA POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS, LEI FEDERAL Nº12.305/2010.

Arborização Urbana tão importante nos dias de hoje, tratada com tanto descaso!

Vejam abaixo o que restou da arborização na Avenida Portugal em Santo André, mais uma demonstração do descaso com a questão ambiental no nosso município há vários anos.Após várias podas as Uvas Japonesas estão praticamente todas destruídas, a única preocupação é com a fiação elétrica, bom para a multinacional AES Eletropaulo que com a parceria com a nossa prefeitura tem um custo menor. A desculpa é que a Uva Japonesa além de exótica,não é uma árvore adequada, mas por que então estes restos de árvores não são substituídos? Lembramos que a PMSA está deixando de cumprir a Lei Municipal nº 7733 de 14 de outubro de 1998.

quarta-feira, 24 de julho de 2013

A Preocupante situação da Arborização Urbana em Santo André

Novamente as imagens além de mostrarem a constante destruição da Arborização Urbana em Santo André,também nos mostram falta de consciência ambiental, falta de respeito pela cidadania e pela legislação pertinente do nosso munícipio. Como já mostramos e vamos continuar mostrando as árvores estão sendo retiradas dos logradouros públicos por diversos motivos e também de maneira ilegal. O principal motivo desta nossa denúncia é o fato de só observarmos a retirada das árvores dos logradouros públicos, nenhuma muda é plantada em substituição. Como já vem acontecendo há anos o DEPAV(Departamento de Parques e Áreas Verdes)Subordinado a SOSP(Secretaria de Obras e Serviços Públicos)atualmente sob o comando do ex vereador Paulinho Serra só faz a retirada da arborização, mas não obedece a lei que determina a reposição das árvores retiradas o mais próximo possível do local removido e no menor prazo possível como podemos observar a seguir: Lei nº 7733 de 14 de outubro de 1998 de Santo André que obriga o seguinte: DISPÕE SOBRE POLÍTICA MUNICIPAL DE GESTÃO E SANEAMENTO AMBIENTAL E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS SEÇÃO II DA VEGETAÇÃO PÚBLICA URBANA Art. 56 - O manejo da vegetação de porte arbóreo das áreas públicas será gerenciado pelo Departamento de Parques e Áreas Verdes. § 1º - A poda ou remoção da vegetação de porte arbóreo de que trata o "caput" deste Artigo será permitida de forma a garantir a sanidade vegetal, a segurança da população e o interesse público, de acordo com orientação técnica do Departamento de Parques e Áreas Verdes. § 3º - A vegetação de porte arbóreo removida, deverá ser reposta em área pública adequada, o mais próximo possível do local removido e respeitando as características da vegetação arbórea, no menor prazo possível. Este é mais um motivo que torna a situação ambiental do nosso município cada vez mais preocupante.

terça-feira, 23 de julho de 2013

INCINERAÇÃO DE RESÍDUOS X COLETA SELETIVA E RECICLAGEM

Virgílio Alcides de Farias
Dentre os princípios da Política Nacional de Resíduos Sólidos, encontram-se a visão sistêmica, na gestão dos resíduos sólidos, que considere as variáveis ambiental, social, cultural, econômica, tecnológica e de saúde pública, e princípio da ecoeficiência que englobam o princípio do desenvolvimento sustentável, mediante a compatibilização entre o fornecimento, a preços competitivos, de bens e serviços qualificados que satisfaçam as necessidades humanas e tragam qualidade de vida e a redução do impacto ambiental e do consumo de recursos naturais a um nível, no mínimo, equivalente à capacidade de sustentação estimada do planeta, incidindo que os recursos naturais são “finitos” e sua extração deve ser limitada a capacidade que a natureza tem de recomposição. Posto a visão sistêmica e de ecoeficiência apresentadas, resta entender o que significa a incineração.
Convenção de Estocolmo/2001 (ONU) combate os poluentes orgânicos persistentes por terem propriedades tóxicas resistentes á degradação, se bioacumularem, serem transportados pelo ar, pela água e pelas espécies migratórias e depositados distantes do local de sua liberação, onde se acumulam em ecossistemas terrestres e aquáticos. Afirma que tais poluentes causam problemas de saúde, especialmente nos países em desenvolvimento, resultantes da exposição local, em especial os efeitos nas mulheres e, por meio delas, nas futuras gerações. Referida Convenção indica em seu anexo “C”, letra “a”, os incineradores como formadores dos poluentes orgânicos persistentes, Convenção que foi ratificada pelo Brasil em 2004, passando a compor a legislação brasileira.
A incineração, ao queimar os resíduos reutilizáveis e recicláveis, fomenta maior extração de recursos naturais “finitos”, é incompatível com o desenvolvimento sustentável, é sucata tecnológica poluidora do século 20 que, em pleno século 21, o Brasil não deve recepcionar, pois, é um insulto à legislação ambiental e de saúde do nosso País.
Ante o exposto, a meu sentir, apoiar os catadores contra a incineração e defender a coleta seletiva e reciclagem é dever de cidadania do povo brasileiro, pois, os catadores, efetivamente, exercem atividade de relevante interesse socioambiental, a ecoeficiência e a sustentabilidade.
* Virgílio Alcides de Farias Advogado especialista em direito ambiental Pós-Graduado em Meio Ambiente, Desenvolvimento Sustentável e Questões Globais – FAAP Professor universitário de direito ambiental e educação ambiental Presidente da Comissão do Meio Ambiente da Ordem dos Advogados do Brasil, 62ª Subseção Diadema/SP Secretário Geral do Movimento em Defesa da Vida do Grande ABC

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Teatro Nos Parques Dia 21/07(Domingo), às 15h, no Parque Central.Compareça e traga a sua família!!!

Teatro Nos Parques apresenta: "A Farsa do Advogado Pathelin" do Grupo Rosa dos Ventos Sinopse:Um espetáculo de Teatro de Rua que propõe uma saborosa fusão entre o circo e teatro. Um trabalho instigante, atual e curioso que utiliza o jogo do palhaço, acrobacia, malabarismo, pernas de pau e música ao vivo para contar a história do Advogado Pathelin, um grande trapaceiro.Censura livre | Duração: 70 minutos | FICHA TÉCNICA: Direção: Roberto Rosa. Elenco: Antônio Sobreira, Fernando Ávila, Gabriel Mungo, Luís Valente, Robson Toma, Tiago Munhoz obs.- O crédito de todas as fotos é: Antônio Sobreira. TEATRO NOS PARQUES reúne 36 apresentações gratuitas entre julho e agosto. Os parques respirarão teatro tornando-se palcos de espetáculos de qualidade, com o objetivo de difundir a cultura para toda a população, descentralizando o acesso e valorizando os parques da capital e de cidades da grande São Paulo. Confira a programação no site www.teatronosparques.com.br

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Usinas de incineração do “lixo” urbano, na contramão da sustentabilidade.

O lixo é uma riqueza pública.Explorá-lo com inteligência e respeito à vida e ao meio ambiente é dever de todos nós.” "Minha experiência ao longo de anos, tendo como atividade profissional a reciclagem e compostagem, com a transformação de resíduos em fertilizantes orgânicos, aliada à participação em seminários e congressos ligados à preservação do meio ambiente, incluindo o Fórum Mundial de Sustentabilidade, permite-me colocar as observações, alicerçadas também em depoimentos de técnicos e profissionais de envergadura na área. Os itens seguintes são oferecidos para a discussão das autoridades e da população. 1. Os projetos são dispendiosos, não se sabe seus verdadeiros custos e nem o valor que será pago pela queima do lixo. 2. Não existem dados que comprovem a viabilidade econômico-financeira do projeto. 3. Essas usinas têm tecnologias obsoletas e estão sendo desativadas em países europeus. Em 1958, o Brasil desativou a usina de incineração em Manaus- Amazonas. 4. Não geram empregos, aliás, causam o desemprego das pessoas envolvidas com o processo de coleta e reciclagem. 5. Não há segurança em relação à eliminação dos gases – altamente cancerígenos – e as cinzas tóxicas. As dioxinas e furanos são altamente tóxicos e acumulativos. Eles são prejudiciais ao meio ambiente e aos seres humanos pela inalação e também pela contaminação das plantações alimentícias, e das águas de nossos córregos e rios, em outras palavras, entram na cadeia alimentar. 6. Entidades que lutam em favor do meio ambiente e pela melhoria da qualidade de vida são totalmente contra esses projetos, incluindo autoridades do Ministério Público e a própria ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira. 7. As usinas nucleares, termoelétricas ou simples incineradoras, têm sido notícia na imprensa, constantemente, pelos vazamentos. Na implantação foram “vendidas” como de alta segurança. 8. Em 2003, a Companhia Energética de São Paulo, a Cesp, tentou implantar uma termoelétrica em Mogi Mirim/SP, projeto abortado por um único motivo: perigo de contaminação, através de gases tóxicos, formadores da chuva ácida. 9. Na Convenção de Estocolmo, em 2004, do qual o Brasil foi signatário, há a recomendação para a eliminação gradativa dos incineradores de lixo. “Transformar resíduos recicláveis em lixo e fumaça tóxica é crime ambiental, social, econômico e humano.” Ulisses Girardi Diretor do Grupo Visafértil

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Assistam estes vídeos educativos e comparem o que é melhor:Reciclar ou Queimar os resíduos, ou seja queimar dinheiro.

Vídeos educativos do Engenheiro Gert Roland Fischer mostram os benefícios da reciclagem e o alto custo e os perigos de uma Usina de Incineração que pode lançar poluentes perigosos na atmosfera. Tenha paciência e assista estes vídeos, aprenda mais sobre os benefícios da reciclagem de resíduos e os perigos de uma Usina de Incineração.

Reciclagem não dá dinheiro para Campanhas Políticas...

Santo André e Mauá se unem para construção de usina de lixo
Será que os Prefeitos Grana e Donizete não sabem que a maior parte do lixo pode ser reciclado?E até gera um bom lucro,ou compensa mais "gastar" no mínimo 500 milhões?
Os prefeitos petistas Carlos Grana (Santo André) e Donisete Braga (Mauá) assinaram, na tarde desta quinta (10/07), um Termo de Cooperação Técnico-Operacional com vistas à construção de uma usina para destinação, tratamento de resíduos sólidos e geração de energia. Orçada inicialmente em R$ 500 milhões, a unidade deve ser erguida no raio de até 1 km de distância do Polo Petroquímico do ABC, pois um dos objetivos com o projeto é fornecer vapor ao complexo industrial. Para evitar o dispêndio de recursos com o estudo, a partir da assinatura, uma equipe com especialistas dos dois Paços será formada e, dentro do prazo de 180 dias, deve detalhar a proposta, que pode ser apresentada a cidades vizinhas como Rio Grande da Serra, Ribeirão Pires e São Caetano. De acordo com Braga, o projeto é um avanço em relação à implantação do Polo Petroquímico na região. O petista ressaltou que ajudou a dar vida ao projeto, ao lado de Grana, quando ambos eram deputados e membros da comissão de Meio Ambiente da Assembleia Legislativa de São Paulo. "Escolher Santo André como cidade parceira prioritária nessa matéria é significativo e coerente com nossas ações. Estamos fazendo estudos embrionários, mas acreditamos na busca por uma melhor tecnologia que garanta, ao mesmo tempo, o fornecimento de energia ao Polo e o fim da preocupação iminente com a destinação de resíduos sólidos aos aterros locais", comentou. Segundo dados apresentados durante a assinatura da parceria, Santo André produz, hoje, cerca de 700 toneladas de lixo por dia. O índice em Mauá é de aproximadamente 320 toneladas, diariamente. "Somamos mais de mil toneladas de lixo produzido. Essa escala justifica o desenvolvimento do projeto", comentou Grana. Na avaliação do prefeito, é fundamental para o ABC ter alternativas aos aterros sanitários, campos que possuem vida útil relativamente curta. "O aterro Lara recebe o lixo da região e da Baixada Santista, mas se ele não existisse, a opção mais próxima seria o aterro de Itaquaquecetuba", pontuou. Para Donisete, a proposta, que funcionará nos moldes de uma Parceria Público-Privada, pode ser atrativa para outras cidades da região. "Ribeirão e Rio Grande da Serra estão localizadas 100% em áreas de mananciais. Nossos argumentos dão segurança não apenas à economia, mas à questão da sustentabilidade", justificou. Os petistas não cogitaram, no entanto, levar o projeto para ser debatido no âmbito do Consórcio Intermunicipal Grande ABC. Em entrevista ao RD, o coordenador do GT Meio Ambiente, João Ricardo Guimarães, afirmou que a entidade trabalha para conquistar recursos externos para a elaboração do Plano Regional de Resíduos Sólidos. "Por enquanto, é uma parceria unilateral entre Santo André e Mauá", frisou Grana. De acordo com o secretário de Planejamento Urbano de Mauá, José Afonso Pereira, as obras da usina podem levar até 24 meses para serem concluídas. "No mais tardar, no início do próximo ano contratamos o projeto e, em até dois anos a partir daí, a usina estará em funcionamento", garantiu. Quando concluído, o projeto passará pelo crivo dos vereadores das duas cidades. Aterro de Santo André será reativado em outubro Para o chefe do Paço andreense, Carlos grana, a usina - segunda a ser projetada no ABC, logo atrás da unidade anunciada pelo prefeito de São Bernardo, Luiz Marinho (PT), para meados de 2015 - funcionará como uma alternativa ao problema da capacidade limitada de operação do Aterro Municipal de Santo André, localizado na Cidade São Jorge. A unidade está inativa há quatro anos, mas será reaberta, de acordo com o petista, em outubro. Na estimativa do Paço, a medida provocará redução significativa nos gastos com a destinação final dos resíduos sólidos, hoje encaminhados ao aterro Lara, em Mauá. Só no ano passado, o serviço custou aos cofres andreenses aproximadamente R$ 25 milhões. "Hoje, o Lara cobra R$ 78 pela tonelada de lixo. Sem o convênio, o preço fica em R$ 30", projetou o prefeito. Para garantir que o espaço funcione por mais sete anos, pelo menos, o Semasa (Serviço de Saneamento Ambiental de Santo André) assumirá a ampliação do aterro, em área de 40 mil metros quadrados. De acordo com o superintendente Sebastião Ney Vaz, a autarquia despenderá cerca de R$ 7 milhões com as obras. "Vamos cobrir esse custo com os recursos próprios do Semasa", disse o titular.

segunda-feira, 8 de julho de 2013

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Santo André:Vereadores denunciam a retirada de 300 árvores de empreendimento da Brookfield

A Comissão de Assuntos Relevantes da Câmara de Santo André investiga a retirada de 300 árvores do entorno do empreendimento da construtora Brookfield, na Vila Homero Thon. Os vereadores querem rediscutir a contrapartida do empreendimento, além dos impactos ambientais com os secretários de Gabinete, Tiago Nogueira, e de Desenvolvimento Urbano, Paulo Piagentini, e de Obras e Serviços Públicos, Paulinho Serra. Caso necessário, os parlamentares convidarão o responsável pelo empreendimento para prestar esclarecimentos na Câmara. Segundo o vereador José Montoro Filho (PT), o Montorinho, o empreendimento já foi alvo de uma série de denúncias e, desta vez, será feito levantamento do projeto para rever certos pontos como o desmatamento das árvores para a alteração viária da av. Giovanni Batista Pirelli e seu entorno. "A obra foi aprovada no final do ano passado ao apagar das luzes, sem ser devidamente analisada", diz o petista. Segundo o vereador, nesta segunda-feira (24) será realizada uma reunião entre os vereadores e a Comissão de Assuntos Relevantes para rever o projeto assinado na gestão anterior e, se for o caso, acionar o responsável pelo empreendimento. "Não existe a devida autorização para esta ação", diz outro integrante da Comissão, Almir Cicote. Por outro lado, a Brookfield Incorporações esclarece por meio de nota que o manejo e a supressão das árvores estão previstos no Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV), homologado em dezembro de 2011 (documento Nº 09/2011), e foram autorizados pelo Departamento de Parques e Áreas Verdes de Santo André (DPAV) em 17 de junho de 2013 (documento 029/06/2013). "O manejo, a supressão e o transplante das árvores serão realizados por conta de uma das contrapartidas viárias exigidas pelo Departamento de Segurança e Trânsito (DST), que estabelece o alargamento da Av. Giovanni Battista Pirelli", diz a nota. Integrantes da comissão, na sexta-feira (21/06), vistoriaram o canteiro de obras do empreendimento. Vereadores cobram maior contrapartida para empreendimentos da Brookfield. Reportér Diário 23/06/2013

terça-feira, 25 de junho de 2013

2º Festival de Cultura e Arte do ABC realizado no Parque Central

Fatos Ocorridos nos dias 22 e 23 de Junho de 2013 no 2º Festival de Cultura e Arte do ABC realizado no Parque Central. Em primeiro lugar queremos esclarecer que não somos contrários à realização de shows no Parque Central, mas por outro lado devemos relatar os fatos que ocorreram durante o espetáculo e colocar algumas questões. Horário do Show No Sábado dia 22/06/2013 o show teve início às 14:00 horas e foi encerrado por volta da 24:00 horas. Vários ambulantes vendendo bebidas alcoólicas sem nenhuma fiscalização por parte da Prefeitura Municipal. Ao anoitecer nos dois dias de shows, grande era o consumo de bebidas alcoólicas por adolescentes, que bebiam no gargalo da garrafa, mais uma vez não houve nenhum tipo de fiscalização para coibir esta prática. Nas manhãs seguintes aos shows, fotografamos o estado lastimável em que o Parque Central se encontrava com muito lixo e com garrafas de todo tipo de bebidas espalhadas por todo lado.Total falta de respeito ao Meio Ambiente. Lembramos aos senhores que o Parque Central é uma das poucas áreas ecológicas na nossa cidade, devendo ter suas características respeitadas pela Administração da nossa cidade. Gostaríamos que também fossem feitas parcerias com empresas públicas, como o que ocorreu neste Festival, para ajudar a sanar os vários problemas do Parque Central. O Parque Central é uma área que está em Litígio entra a PMSA e o Ministério Público do Estado de São Paulo, onde a Promotoria de Meio Ambiente de Santo André cobra judicialmente várias questões relativas ao Parque Central como, Segurança, Infra Estrutura e manejo adequado. Sem dúvida levaremos mais estes fatos a Promotoria de Meio Ambiente de Santo André.

sábado, 15 de junho de 2013

ABAIXO A DITADURA!!!APOIO AO MOVIMENTO PASSE LIVRE

O BLOG DA APC QUE TEM COMO FOCO QUESTÕES AMBIENTAIS E TAMBÉM DE CIDADANIA DENÚNCIA A TRUCULÊNCIA DO GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO, LIDERADO PELO SENHOR GERALDO ALCKMIN,E A FALTA DE TRANSPARÊNCIA NO AUMENTO DAS PASSAGENS DO TRANSPORTE PÚBLICO, SERVIÇO ONDE FALTAM INVESTIMENTOS E PORTANTO NÃO TEM QUALIDADE. A PREFEITURA DE SÃO PAULO GOVERNADA PELO SENHOR FERNANDO HADDAD TAMBÉM TEM CULPA NOS TRISTES ACONTECIMENTOS QUE NOS FAZEM LEMBRAR A ÉPOCA DA DITADURA MILITAR. ISTO É DEMOCRACIA? Vi o policial mirar e atirar na minha cara, diz repórter ferida em SP Giuliana foi atingida por uma bala de borracha durante protesto contra reajuste do transporte em SP. ILEGALIDADE,COVARDIA E TRUCULÊNCIA MARCAM A ATUAÇÃO DA PM NA MANIFESTAÇÃO PM agride clientes de um bar na avenida Paulista

terça-feira, 11 de junho de 2013

Já virou rotina:Uma nova construção, uma árvore a menos na cidade...

Mais um exemplo de como a Arborização Urbana de Santo André está sumindo dia após dia,sinônimo de Omissão do Poder Público e falta de consciência da sociedade! Árvore cortada pelo DEPAV/PMSA na R.Javaés para liberar espaço para garagem.

terça-feira, 4 de junho de 2013

Mudam as administrações mas a destruição da Arborização Urbana continua!

Abaixo fotos de mais uma Sibipiruna motoserrada pelo DEPAV na Rua Visconde de Mauá

Texto sobre a Arborização Urbana e Florestas por Laerte Scanavaca Júnior pesquisador da Embrapa

No Brasil, 87% da população vive em centros urbanos. O clima urbano difere consideravelmente do ambiente natural. As cidades distanciam-se cada vez mais da natureza, utilizando materiais como ferro, aço, amianto, vidro, piche, entre outros. Estes materiais geralmente são refletores e contribuem para a criação de ilhas ou bolsões de calor nas cidades. Em função disso, o clima é semelhante ao do deserto, quente e seco durante o dia e frio durante a noite. A impermeabilização dos solos causa grandes problemas também na medida em que evitam ou impedem a infiltração da água, forçando-a para a calha dos rios, muitas vezes criando enchentes, já que os rios não conseguem absorver um volume tão grande de água num curto espaço de tempo. Os benefícios advindos da arborização urbana promovem a melhoria da qualidade de vida e o embelezamento da cidade. Essa arborização depende do clima, tipo de solo, do espaço livre e do porte da árvore para se obter sucesso nas cidades. Além da função paisagística, a arborização proporciona à população proteção contra ventos, diminuição da poluição sonora, absorção de parte dos raios solares, sombreamento, atração e ambientação de pássaros, absorção da poluição atmosférica, neutralizando os seus efeitos na população, valorização da propriedade pela beleza cênica, higienização mental e reorientação do vento. A floresta, quando em equilíbrio, reduz ao mínimo a saída de nutrientes do ecossistema. O solo pode manter o mesmo nível de fertilidade ou até melhorá-lo ao longo do tempo. Uma floresta não perturbada apresenta grande estabilidade, isto é, os nutrientes introduzidos no ecossistema pela chuva e o intemperismo geológico estão em equilíbrio com os nutrientes perdidos por lixiviação para os rios ou lençol freático. Os nutrientes, uma vez introduzidos no ecossistema, podem se reciclar por um longo tempo, função da eficiência biogeoquímica e bioquímica das espécies florestais do sistema. O entendimento da relação das florestas implantadas com a água é uma questão muito complexa e deve levar em consideração as múltiplas atividades antrópicas, tendo como unidade a microbacia. Deste modo, a floresta deve ser apreciada como uma atividade agrícola qualquer, que visa à produção de biomassa com intenção de obter algum lucro. Assim, além do consumo de água, devemos contabilizar a sua qualidade, o regime de vazão e a saúde do ecossistema aquático. Possibilita também uma visão mais abrangente sobre a relação do uso da terra, seja na produção florestal, agrícola, pecuária, abertura de estradas, urbanização, enfim, toda e qualquer alteração antrópica na paisagem e a conservação dos recursos hídricos. Quem sabe assim, a sociedade perceba que uma possível diminuição na quantidade de água, deterioração de sua qualidade ou a degradação hidrológica não estão somente nas florestas implantadas, mas numa infinidade de outras atividades antrópicas de práticas de manejo. As florestas per se não melhoram a qualidade da água, porém alguns de seus atributos, como a cor aparente, estão relacionados com a quantidade de matéria orgânica e sedimentos na água. Estudos compararam a cor aparente da água de microbacias com florestas nativas, reflorestadas com eucaliptos e com pastagem. Nas florestas nativas, a variabilidade natural só é alterada com as chuvas em grandes quantidades. Os eucaliptais, mesmo com operações drásticas como construção de estradas ou exploração florestal, tendem a voltar ao equilíbrio dinâmico rapidamente. Para a pastagem, entretanto, a concentração de sedimentos suspensos na água é exageradamente elevada o tempo todo. O custo específico com produtos químicos nas Estações de Tratamento de Água (ETAs) eleva-se com a redução do percentual de cobertura florestal da bacia de abastecimento. Nos Estados Unidos, o Estado de Nova York investiu em áreas de preservação permanente (APPs), e os responsáveis garantem que para cada dólar investido, economizam sete dólares no tratamento de água. Pelos resultados das pesquisas, percebe-se que as florestas são importantes por vários fatores, mas principalmente em relação aos recursos hídricos, pois interceptam a água das chuvas, reduzindo o risco de erosão, aumentam a capacidade de infiltração da água no solo tornando-o mais poroso e a estabilidade do sistema ou microssistema funcionando com tampão, isto é, liberando ou retendo água. * Laerte Scanavaca Júnior é engenheiro florestal, mestre em Ciências Florestais, pesquisador da Embrapa Meio Ambiente. ** Publicado originalmente no site da revista Eco21.

domingo, 2 de junho de 2013

SEMANA DO MEIO AMBIENTE

Na semana do meio ambiente o Blog da APC vai começar uma série de postagens sobre a importância da Arborização Urbana e o que está acontecendo há alguns anos em Santo André. Ipê Roxo em frente a Escolinha Cantinho da Ternura na Rua Visconde de Mauá,árvore sadia foi retirada em troca de mais uma vaga de garagem(Lembrando que onde ele estava a guia não era rebaixada) Um belo exemplo de falta de respeito a legislação e amor a natureza dado pelo DEPAV/PMSA e os proprietários da Escola. Aqui jaz mais uma árvore sadia retirada injustamente devido a troca de favor e desrespeito a legislação ambiental do nosso país!

domingo, 19 de maio de 2013

Assine o Abaixo Assinado e ajude a salvar a Chácara Columbia da Especulação Imobiliária!

Foto:ABCDMAIOR http://www.avaaz.org/po/petition/BASTA_DE_CANIBALISMO_IMOBILIARIO_SALVEMOS_A_CHACARA_COLUMBIA/?pv=0 Os aproximadamente 15.000m² de vegetação e 800 m² de construção em estilo modernista, última área verde no bairro de Rudge Ramos, São Bernardo do Campo, estão ameaçados pela especulação imobiliária. A pressão dos proprietários do imóvel localizado à Av. Senador Vergueiro, 3490, e da incorporadora MZM já derrubaram a solicitação de tombamento proposta pelo Compahc - Conselho Municipal do Patrimônio Histórico Artístico e Cultural. O encontro de vestígios arqueológicos dos primeiros anos de colonização de São Paulo devido ao fato da Chácara Colúmbia ter sido uma possível parada dos padres jesuítas no antigo Caminho do Mar fizeram com que o fato fosse informado ao Iphan. A população do bairro, densamente povoado, há mais de 30 anos reivindica a área para uso público. Agora, a despeito da legislação que impede qualquer intervenção no imóvel até o parecer final dos órgãos competentes, os proprietários estão, gradativamente, destruindo as construções históricas e suprimindo parte da vegetação com o objetivo de descaracterizar os atributos para a tão sonhada despropriação integral, preservação da área verde, das construções históricas e tombamento definitivo deste patrimônio coletivo único com tais características.

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Este biguá estava há uma semana sofrendo, todo enroscado no anzol e linha de pescar, no Parque Central-Santo André. Infelizmente esta é mais uma das várias aves encontradas nestas condições, muitas não sobrevivem. Conforme lei 9605/98, configura-se como crime ambiental.

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Na Marginal do Tietê, a maioria das mudas secou

A morte de mudas usadas na compensação ambiental se repete em outras obras públicas realizadas na cidade de São Paulo. A empresa de Desenvolvimento Rodoviário S.A. (Dersa) tem feito desde 2010 o replantio para compensar as árvores retiradas para a ampliação da Marginal do Tietê. Até agora foram 15 mil mudas na região, mas a maioria secou antes mesmo de florescer. Segundo a companhia, "grande parte delas morreu por atos de vandalismo ou foram arrancadas e destruídas por pessoas e acidentes na via". No entorno de toda a Marginal do Tietê há 4,6 mil mudas nativas, entre elas paus-brasil, ingás, sibipirunas, jequitibás-rosa e sibipirunas.Os problemas não só na compensação de grandes obras, mas no próprio paisagismo do Tietê. Segundo o Departamento de Águas e Energia Elétrica (Daee), que administra o jardim localizado nas margens do rio, cerca de 40 mil plantas ornamentam o entorno do curso d?água. Todo ano, é preciso fazer o replantio de 1,5 mil mudas. Para isso, há uma verba anual de R$ 8,9 milhões só para o paisagismo. Mas, de acordo com o chefe de gabinete do Daee, Giuliano Savioli Deliberador, as condições do solo e da via dificultam os trabalhos de replantio e impedem o crescimento das árvores. "A faixa de terra ali é pequena, porque há cimento por baixo, para estruturar as margens do rio. É um solo paupérrimo, que não tem carga orgânica grande."O regime desequilibrado de chuvas exige que as plantas sejam regadas com frequência. "É um jardim que demanda um trabalho enorme. Tem de adubar o tempo inteiro. É complicado e por isso é caro", diz Deliberador. Segundo o ambientalista Carlos Bocuhy, presidente do Instituto Brasileiro de Proteção Ambiental (Proam), o problema do replantio é a substituição de árvores que traziam benefícios para o meio ambiente. "Essas mudas, se vingarem, só trarão efeito similar daqui a 20 ou 30 anos", destaca. Repórter Diário/Meio Ambiente

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Polinização

Polinização: importante no processo de reprodução das plantas O que é:Polinização é o transporte de grãos de pólen de uma flor para outra, ou para o seu próprio estigma. É através deste processo que as flores se reproduzem. Transporte do pólen:A transferência de pólen pode ocorrer de duas maneiras: através do auxílio de seres vivos (abelhas, borboletas, besouros, morcegos, aves, etc) que transportam o pólen de uma flor para outra, ou por fatores ambientais (através do vento ou da água).Além destas duas maneiras, há também a auto-polinização, ou seja, a flor recebe seu próprio pólen. Contudo, há casos em que ela o rejeita; nestas situações, ocorrerá a troca de genes com outras flores, o que resultará em uma variação da espécie. Entretanto, algumas espécies utilizam-se de seu próprio pólen objetivando produzir sementes e garantir a estabilidade de sua população (aqui não ocorrerá a variação, pois não haverá mistura de genes).Existem algumas espécies, como as Gimnospermas, onde, na maioria das vezes, a polinização é anemófila (através do vento). Acredita-se que isso seja em decorrência da forma de evolução desta espécie (quando não podiam contar com insetos especializados na coleta de pólen, como as abelhas). Devido a isto, esta espécie possui uma pobre variação morfológica em suas estruturas reprodutivas.É impossível deixar de notar a beleza e a enorme variedade de flores existentes na natureza, esta diversidade somente é possível graças à população de insetos coletores de pólen, como as abelhas, borboletas, mariposas, aves e mamíferos. Toda Biologia.com

Não é uma imagem repetida...

Toda semana uma vítima nova.Até quando isto vai continuar acontecendo no Parque Central? E a Prefeitura de Santo André(DEPAV), não toma nenhuma providência.Fora as aves que não conseguimos flagrar e são descartadas no lixo.

segunda-feira, 11 de março de 2013

Mais uma vítima do descaso

Esta garça cinza apareceu há poucos dias no Parque Central e já foi mais uma vítima do descaso.Apesar da Lei de Crimes Ambientais 9605/98, enquadrar como maus tratos, esta situaçao continua e pouco está sendo feito para que isso termine.

domingo, 10 de março de 2013

Exercendo a cidadania:Moradores de Tupã-Sp se mobilizam para combater a dengue.

O município de Tupã, no interior de São Paulo, está próximo de uma epidemia de dengue. Com 112 casos confirmados até esta terça-feira, segundo a prefeitura, moradores e representantes da comunidade estão se organizando por campanhas de conscientização e prevenção à doença.De acordo com a assessoria de imprensa da prefeitura, Tupã tem atualmente 65 mil habitantes. Uma epidemia está caracterizada quando há 300 casos para cada 100 mil habitantes. O que significa que se a cidade atingir 190 casos confirmados, estará oficialmente em estado epidêmico.No dia 11 de fevereiro, morreu a primeira vítima de dengue na cidade este ano, um paciente identificado como Luís Otávio. Após a notícia, amigos e familiares da vítima organizaram uma passeata de conscientização sobre a dengue, que contou com a presença de moradores e funcionários de secretaria de Saúde, enfermeiras dos hospitais, representantes de associações.A passeata, realizada na manhã do último sábado, teve início às 10h30 na avenida Tamoios, a principal da cidade, e reuniu cerca de 150 pessoas. O grupo levou faixas, panfletos informativos e caixas de som para alertar a população sobre os riscos da doença.A internauta Cristiane Gomes da Silva, de Tupã (SP), participou do vc repórter, canal de jornalismo participativo do Terra. Fotos enviadas por Cristiane Gomes da Silva.

domingo, 3 de março de 2013

Promotoria cobra remoções na Chácara Baronesa

A promotoria de Meio Ambiente do MP (Ministério Público) de Santo André cobra do Estado a remoção das cerca de 500 famílias que vivem na Chácara Baronesa, parque na divisa do município com São Bernardo. Segundo o promotor José Luiz Saikali, a retirada dos invasores e recuperação da vegetação é obrigação do governo estadual, determinada em decisão do TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) de 2010.O Estado anunciou na semana passada que irá investir R$ 4 milhões para transformar o antigo Haras São Bernardo, tombado pelo Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico) em 1990, em parque. Na ocasião, o secretário de Meio Ambiente, Bruno Covas, afirmou que a remoção das famílias será discutida em conjunto com a CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano), mas não descartou a possibilidade de que os empreendimentos sejam feitos no próprio terreno da chácara.Saikali explica, porém, que a remoção das famílias se trata de determinação judicial e deveria ser prioritária. "Não há possibilidade de construir empreendimentos no local. Essas pessoas precisam sair para que a vegetação se recupere, pois a área verde foi um dos fatores que motivou o tombamento."A ocupação irregular da Chácara Baronesa ocorreu no início dos anos 1990, quando o terreno pertencia à Inocoop, que pretendia construir moradias populares. No entanto, o Estado tombou o local e impediu as obras. Com isso, a cooperativa entrou com pedido de indenização na Justiça. Enquanto a decisão não saía, o terreno ficou abandonado e começou a ser invadido.Em 1996, o MP entrou com ação civil pública obrigando a Inocoop a fazer a remoção das famílias da área de proteção patrimonial. No entanto, a juíza da 8º Vara Cível da época julgou improcedente a responsabilidade da cooperativa, já que o terreno havia sido transferido para o Estado. O MP recorreu ao TJ-SP, que reforçou a responsabilidade da Inocoop, mas novamente a juíza não aceitou. "Para resumir, prosseguimos no imbróglio até 2001. Depois disso, a ação ficou parada por dez anos no TJ", explica Saikali.Quando voltou, em 2010, a decisão afirmava que o governo estadual seria responsável por remover as famílias por ser o atual dono do terreno, mas quem deveria arcar com os custos era a Inocoop. "Porém, quando essa decisão saiu, o Estado já havia pagado nove parcelas das dez na qual foi dividida a indenização pedida, que, com juros e correção monetária, chegou a R$ 130 milhões."Saikali conseguiu o bloqueio da última parcela, referente a R$ 15 milhões, verba que pode ser utilizada pelo Estado para fazer a remoção das famílias. "Agora, vamos cobrar o governo dentro da própria ação civil pública para que cumpra o que foi determinado no acórdão."Procurada, a Secretaria de Meio Ambiente, hoje responsável pela Chácara Baronesa, informou que a área passou a integrar a Coordenadoria de Parque Urbanos e que já estão adiantadas as tratativas com a Secretaria de Segurança Pública para garantir, em primeiro lugar, o policiamento do local, que registra grande movimentação de usuários de drogas.A Pasta afirmou também que está em negociação com a CDHU para regularizar a questão das moradias, mas não há prazos. Camila Galvez Do Diário do Grande ABC

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

"Depois de procurar bastante consegui fotografar a garça cinza do Parque Central, ela estava escondida,pois havia muita gente no parque.Caso queira fazer um post dela no blog do Parque Central, já que não é uma ave tão comum de aparecer em parques urbanos." Foto enviada por MMagro

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

A implantação de medidas de segurança para coibir invasões e a presença de usuários de drogas na Chácara Baronesa, área de preservação ambiental localizada no Jardim Oriental, em Santo André, na divisa com São Bernardo, só sairá do papel a partir de julho. Apesar de a Secretaria Estadual de Meio Ambiente, responsável pelo espaço de 340 mil m², ter anunciado a instalação de grades de proteção no entorno do terreno e vigilância durante 24 horas em agosto, os editais de licitação para a contratação das empresas que executarão os projetos ainda estão sendo finalizados.Segundo o Estado, o prazo para a instalação da vigilância 24 horas no local é de aproximadamente 90 dias, tendo em vista que o pacote técnico para a licitação será concluído em 15 dias. Só após esse período é que começa a concorrência. A previsão é de criar 15 pontos fixos para vigilantes, que também farão rondas com motos. Já no caso do cercamento, o tempo estimado para início dos trabalhos é de, no mínimo, 150 dias.Em visita ao local na terça-feira, a equipe do Diário constatou que os procedimentos já adotados pelo Estado, como colocação de portão na entrada principal do espaço, câmeras, vigilantes e equipe de ronda ambiental, não contiveram a ocupação irregular dentro do parque, tampouco a presença de usuários de crack.Em resposta, a SMA (Secretaria Estadual de Meio Ambiente) informou que, em outubro a Pasta, a CDHU e a Prefeitura de Santo André se reuniram para unir esforços para coibir os problemas de invasões e de regularização da população local.Quanto aos usuários de drogas, o Estado destacou que a Polícia Ambiental é acionada em caso de denúncias e constatação das câmeras. Atualmente, a equipe que atua no local é formada por cinco pessoas, sendo dois monitores ambientais para atuarem com educação ambiental, já que a ideia é transformar o espaço em parque educativo para escolas e comunidade.Com base nos problemas que se arrastam há décadas na maior área verde dentro do ambiente urbano do Grande ABC, o deputado estadual Orlando Morando (PSDB) pretende iniciar campanha para salvar a Chácara Baronesa. "Queremos transformar a Chácara Baronesa no Ibirapuera da nossa região", destacou.O primeiro passo da mobilização será audiência pública com o secretário estadual do Meio Ambiente, Bruno Covas, agendada para o dia 20. "A responsabilidade primordial pelo espaço é do Estado, mas também podemos envolver as prefeituras e parceria privada", sustentou o parlamentar. Natália Fernandjes Do Diário do Grande ABC