segunda-feira, 26 de maio de 2014
Tiziu - Fotos Miguel Malta Magro
O tiziu é uma ave passeriforme da Família Thraupidae. Conhecido também como tizirro, saltador, veludinho, papa-arroz, bate-estaca (Rio de Janeiro), serrador, serra-serra e alfaiate.Seu nome significa: do (latim) volatinia diminutivo de volatus = voo, pequeno voo; e do (tupi) jacarini = aquele que voa para cima e para baixo. ⇒ (pássaro de voo curto que voa para cima e para baixo). Esta referência é peculiar ao tipo de voo praticado por esta ave, que ao mesmo tempo que salta para cima e pousa no mesmo local de origem, emite seu canto característico “ti” “ti” “tiziu”.Wikiaves
E mais uma espécie parou de ser avistada no Parque Central, o martim pescador verde era uma espécie muito frequente na localidade e foi diminuindo até que no final do ano passado e inicio deste ano apenas esta fêmea era encontrada no local, e agora, ela também desapareceu, espero que eles voltem um dia:Miguel Malta Magro
Desmatamento agravou crise da água em SP
Sistema Cantareira perdeu 70% de mata em duas décadas. Cobertura vegetal aumenta a vida útil dos reservatórios, além de prolongar tempo de abastecimento durante seca.
Depois de atingir o menor nível já registrado – apenas 8,4% da sua capacidade –, o sistema Cantareira, principal fornecedor de água da região metropolitana de São Paulo, vai em busca das últimas gotas. Nesta quinta-feira (15/05), a Sabesp inicia uma operação emergencial para recuperar o chamado "volume morto" do reservatório.
A crise no abastecimento de água não se deve apenas ao calor recorde e ao menor índice de chuvas já registrado nos últimos 84 anos. Especialistas defendem que o desmatamento em bacias hidrográficas contribui para diminuir a quantidade e a qualidade das águas, tanto superficiais quanto subterrâneas.
"Nós temos apenas 30% de área com florestas preservadas nesse manancial [Sistema Cantareira]. O restante precisa ser recuperado ou têm uso inadequado de solo", afirma a coordenadora da Rede das Águas da SOS Mata Atlântica, Malu Ribeiro.
Resultados de um experimento feito pela ONG desde 2007 – que restaura uma floresta num centro em Itu, interior de São Paulo – comprovam essa relação. "Em 2012, apenas cinco anos depois, foi verificado que o nível dos lençóis freáticos subiu 20% e o dos reservatórios, 5%", argumenta Ribeiro.
Estudos apontam que a floresta atua como reguladora do ciclo hidrológico, atenuando os impactos de eventos climáticos extremos, como secas e enchentes. "A floresta aumenta a resiliência dos mananciais. O desmatamento não é causa da seca, mas, se houvesse maior cobertura vegetal, o esgotamento dos reservatórios poderia ser evitado", diz Ribeiro.
O problema, entretanto, não está restrito a São Paulo. De acordo com um levantamento inédito do Pacto pela Restauração da Mata Atlântica, os reservatórios considerados críticos pela Agência Nacional de Águas (ANA) perderam em média 80% de sua cobertura florestal.
"Ainda estamos detalhando o estudo, mas já podemos perceber que uma das semelhanças entre os mananciais críticos em relação ao abastecimento de água é o desmatamento", explica o coordenador geral do Pacto e diretor para Mata Atlântica da Conservação Internacional, Beto Mesquita.
A pesquisa inclui as capitais do litoral do país, além de Belo Horizonte, Curitiba e São Paulo, bem como cidades do interior paulista, como Sorocaba e Campinas.O papel da floresta
A floresta tem uma série de funções no ciclo hidrológico. Quando a chuva cai num terreno com cobertura vegetal, a água infiltra lentamente no solo, até atingir os lençóis freáticos. Aos poucos, ela aflora nas nascentes e enche os rios, até chegar às represas.
"A floresta quebra a energia da chuva, porque parte da água fica na cobertura das árvores e atinge o chão devagar. Além disso, o solo da mata é muito poroso, com matéria orgânica e raízes. Por isso, há mais espaço interno e maior capacidade de armazenamento", explica Mesquita. Ele aponta também que, por essa característica, o solo da floresta libera um fluxo de água mais constante, mesmo durante uma estiagem.
Malu Ribeiro ressalta que o desmatamento ao redor do Cantareira está prejudicando a oferta de água na região. "O sistema está localizado no fundo do vale do Rio Jaguari, que tem um conjunto de nascentes na Serra da Mantiqueira. O desmatamento no curso dos rios até o reservatório faz com que essas nascentes desapareçam e os cursos d'água não consigam se recuperar."
Umidade e qualidade da água
Outra importante função da floresta é reter água da atmosfera. Na bacia do Rio Guandu, no estado do Rio de Janeiro, 30% da água é incorporada ao sistema por essa via, segundo estudo da Conservação Internacional. "Quando vêm a neblina e nuvens carregadas, quanto mais floresta tiver em regiões montanhosas, maior a retenção de água", diz Mesquita.
A floresta contribui para manter a umidade do ar, através da transpiração das plantas. "Cerca de 30% da água na atmosfera vêm das florestas. Num reservatório, se o ar está seco, isso também aumenta a evaporação na represa", alerta o presidente e pesquisador do Instituto Internacional de Ecologia de São Carlos, José Galízia Tundisi.
A vegetação também participa no ciclo hidrológico, atuando como um filtro para manter a qualidade da água. "A floresta retém metal pesado em suas raízes e matéria em suspensão. Ela também filtra a atmosfera e diminui a quantidade de partículas que podem cair na água", afirma Tundisi.
Um levantamento deste ano da Fundação SOS Mata Atlântica em sete estados também comprova essa relação entre floresta e a qualidade da água. Dos 177 pontos avaliados, apenas 19 (11%), localizados em áreas protegidas e de matas ciliares preservadas, tiveram bons resultados.
Texo extraído DW.DE
AMBIENTALISTAS ENTRAM NA JUSTIÇA CONTRA ATERRAMENTO DO TANCÃO DA MORTE
Foto: Luciano Vicioni/Arquivo ABCD MAIOR
Prefeitura de Santo André estuda aterrar parcialmente o lago para abrir o parque Guaraciaba.
O MDV (Movimento em Defesa da Vida) do ABC preferiu se adiantar à decisão da Prefeitura de Santo André sobre aterrar ou não o lago do parque Guaraciaba, conhecido como Tancão da Morte, após o afogamento de mais de 30 pessoas desde os anos 1990. O advogado ambientalista e membro do grupo, Virgilio Alcides de Farias, entrou com ação civil pública na Justiça, nesta quinta-feira (15/05), em uma tentativa de evitar que o município aterre o lago.
No documento, Farias explica que o lago armazena cerca de 1,4 milhão de metros cúbicos de água potável, de boa qualidade, e é reabastecido por nascentes do próprio local. “O lago do parque Guaraciaba é fundamental à vida. O local foi abandonado por anos e não se pode responsabilizá-lo pela morte de 30 pessoas”, argumentou.
Em 2005, pela quantidade de afogamentos no lago, o parque foi fechado. Em janeiro deste ano, quando cinco jovens de Mauá morreram afogados, a Prefeitura de Santo André manifestou interesse pelo aterramento parcial do lago para evitar futuras mortes e garantir a reabertura do parque.
Na ocasião, a pedido da Prefeitura, o Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André) elaborou um estudo apontando diversas soluções para o problema que garantissem a readequação do parque Guaraciaba. No projeto, a autarquia aponta alternativas para o Tancão da Morte, entre elas a redução da altura da lâmina d’água e a utilização da água para o reuso ou mesmo para o abastecimento. A Prefeitura ainda não decidiu o que fará no local.
Na avaliação de Farias, a Prefeitura não deveria cogitar o aterramento do lago, diante da crise de escassez de água pela qual a Região Metropolitana de São Paulo passa. “Vivemos um drama da escassez de água que será cada vez mais frequente e prolongado, o que torna o lago do Guaraciaba um recurso hídrico de função estratégica”, analisou o advogado ambientalista.
Para Farias, a implantação do parque com infraestrutura física e pessoal é a solução para evitar novos afogamentos no lago. “Basta fazer a proteção integral da área de modo a garantir que pessoas não tenham acesso ao lago e seu entorno”, avaliou. O advogado ambientalista ainda pede na ação que o local seja considerado APP (Área de Proteção Permanente).
Em nota, a Prefeitura de Santo André, por meio da Secretaria de Assuntos Jurídicos, informou que aguardará a citação para se manifestar sobre os termos da ação.
Pedidos - Na ação judicial, Farias ainda explicou que a pedido do MDV e de lideranças, um grupo de profissionais multidisciplinares está elaborando um projeto para o parque Guaraciaba que será apresentado, logo que concluído, à Justiça, Prefeitura e Ministério Público. A expectativa é que o documento seja finalizado dentro de um mês.
Farias também pede na ação que o MDV, técnicos e população interessada tenham asseguradas a participação na implantação e gestão do parque e que o grupo seja autorizado a entrar no local para contribuir com a fiscalização da área juntamente com a GCM (Guarda Civil Municipal).
Por: Claudia Mayara Jornal ABCD Maior
Texto via Fogos e Rojões nem pensar.
Texto via Fogos e Rojões nem pensar.
.
A soltura de fogos de artifício é uma tradição milenar iniciada na China há aproximadamente 2000 anos. Ao longo dos séculos as culturas ocidentais também adotaram os fogos como forma de celebração de datas especiais, finais de ano,campeonatos de futebol, shows . Nosso país promove a maior queima de fogos de réveillon do mundo em Copacabana e hoje , o Brasil é o segundo maior produtor de fogos de artifício do mundo, perdendo apenas para China.
Mas como será que esse espetáculo pirotécnico interfere no meio ambiente ,nas pessoas e nos animais ?
A queima de fogos possui algumas características problemáticas:
Os fogos de artifício provocam uma grande variedade de poluição tóxica quando caem sobre as localidades onde são soltos , muitas vezes violando normas federais , além de serem tóxicos para os seres humanos devido à exposição química que somos submetidos . Eles produzem fumaça e poeira que contém vários metais pesados, compostos de enxofre, carvão e outros produtos químicos nocivos. Bário, por exemplo, é usado para produzir cores verdes brilhantes, apesar de ser venenoso e radioativo .O foguete libera estrôncio, uma perigosa substância tóxica . Os fogos podem causar uma série de doenças respiratórias e outros problemas de saúde , pois se utilizam de substâncias químicas que geram suas cores e aumentam seu poder explosivo.
Fogos de artifício também contribuem para a poluição ambiental. Milhares de partículas de dióxido de carbono (CO2) são espalhadas pelo ar e assim aumenta as emissões nocivas para a atmosfera .
Os produtos químicos e metais pesados usados em fogos de artifício também tem o seu preço sobre o ambiente, por vezes, contribuindo para a contaminação da água para o abastecimento e até mesmo chuva ácida. Poluem cursos d'água e o solo .Seu uso provoca um grande depósito de lixo físico no solo e nos rios a quilômetros de distância. Sua queda também pode provocar incêndios .
Os fogos são responsáveis por uma forte poluição sonora (podendo chegar a 120 decibéis - limiar da dor). Pessoas e animais , domésticos e silvestres são afetados por isso. Pensem nas pessoas convalescentes, enfermos, hospitais , asilos e zoológicos . Pessoas cardíacas ou que tenham algum problema de saúde , idosos, pessoas com alguma deficiência mental , física ou intelectual estão entre as mais prejudicadas pela soltura de fogos , até mesmo por um único rojão ou bombinha . Além disso , uma em cada dez pessoas que mexe com fogos de artifício tem membros amputados, principalmente dedos. Além de provocar queimaduras, quando explodem, os fogos podem causar mutilações, lesões nos olhos e até surdez. Problemas psicológicos já foram relatados. E muitas mortes já foram causadas por fogos e sua soltura .Também devemos considerar o número de acidentes com depósitos (clandestinos ou não).
Os fogos são responsáveis por acidentes dos mais variados tipos, principalmente com cães. Comemorações com fogos de artifício são traumáticas para os animais, cuja audição é muito mais acurada que a humana ,segundo pesquisas . Devido a ocorrência dos fogos de artifício, os cães latem em desespero e até, enforcam-se nas correntes. Podem sofre mutilações, no desespero de fugir atravessando grades e portões. O gatos têm taquicardia, salivação, tremores, medo de morrer,e escondem-se em locais minúsculos, alguns fogem para nunca mais serem encontrados. Muitos animais podem sofrer paradas cardiorrespiratórias, convulsões e ter diversos problemas que podem os levar à morte. Muitos ferimentos em cães são causados quando são atingidos ou quando abocanham o rojão achando que é algum objeto para brincar. Há animais que, pelo trauma, mudam para sempre de temperamento. Até tornando-se muito medrosos ou agressivos. Natal, Ano Novo, Copa do Mundo, finais de campeonatos de futebol são ocasiões em que mais animais se perdem de seus donos.
Mas, as vítimas não são só os animais domesticados. Os animais silvestres e selvagens , que vivem soltos na natureza também sofrem , em silêncio, já que quase ninguém percebe ou vê a ação nociva que um rojão pode causar numa localidade de mata . Não devemos esquecer dos pássaros, macacos, muitos mamíferos como os quatis, gatos do mato, gambás e também lagartos, morcegos , insetos , etc. São muitas as espécies prejudicadas. Tanto o clarão, como a explosão dos fogos e bombas, os mata do coração ou por estresse. Ao tentar fugir ficam desorientados e, principalmente as aves, batem em obstáculos. Em pesquisa ,já foi comprovado que um sabiá leva três dias para voltar a cantar após um espetáculo pirotécnico . As aves e outros animais mudam seus comportamentos, alterando a rotina e, muitas vezes, provocando sua migração e também a alteração de seu ciclo reprodutor. E o pior, os levando à morte.
Outro ponto crítico e que tem que ser citado é que o material utilizado para fazer os fogos é dificilmente reciclável . As substâncias tóxicas dificultam o processo, pois seu manuseio pode ser danoso a saúde. Potássio, cobre e bário, usados em muitos tipos de fogos de artifício causam a poluição do ar quando liberados , mas ainda existe o risco de partes não acionadas do explosivo, virem a explodir durante a reciclagem. Por isso as empresas recicladoras não recebem fogos de artifício. Mais um poluente para ao meio ambiente .
Então, qual seria uma opção para não soltar fogos ? Já existem substitutos à altura, alguns muito melhores. Shows com águas dançantes luminosas acompanhando o ritmo da música, luzes de laser projetando imagens nos céus ou em edifícios , balões coloridos e biodegradáveis soltos aos milhares e muito mais .
Ou então, porque não simplesmente pular e cantar de alegria ? Gritar comemorando o gol do seu time? Para que estourar fogos e causar tanto barulho e poluição ?
Em alguns países da Europa e em algumas cidades nos USA só é permitido soltar fogos em áreas e datas préviamente estabelecidas para não prejudicar a natureza e assustar as pessoas e animais domésticos .O Brasil pode e deve ser o pioneiro de uma civilização ecologicamente sustentável, dispensando totalmente este tipo de comemoração que envolve os fogos de artifício, tão perigosa para a natureza, animais e a nós , humanos. Em nome de uma comemoração , de um evento, de um show , o ser humano prejudica a natureza . Vamos dar nosso bom exemplo, enquanto é tempo e mostrar a todos como a soltura de fogos de artifício é prejudicial !
Os fogos de artifícios e rojões prejudicam todos tipos de animais e a natureza em geral , mutila e mata pessoas, causa problemas psicológicos , poluição e incêndios! Queremos a sua extinção!!!! — com Oswaldo H Lee.
Há vários anos denunciamos o manejo equivocado e degradante praticado pelo DEPAV no Parque Central.
Novamente constatamos várias mudas de árvores serem atingidas pelas roçadeiras da empresa SERG Paulista contratada pela PMSA para executar o serviço de roçagem no Parque Central.
Lembramos que desde 2007 estamos levando este problema para os responsáveis do DEPAV e da PMSA mas infelizmente a cada roçagem no parque o problema se repete.
Não podemos mais aceitar uma empresa terceirizada cobrar uma fortuna da PMSA para degradar o Parque Central, pois além da destruição das mudas, a matéria orgânica resultante da roçagem é levada para outros locais gerando um custo desnecessário e empobrecendo o solo local.
Existem alternativas para reduzir as áreas que atualmente são roçadas, como ampliar a arborização do parque e implantar outros tipos de vegetação que não necessitam deste tipo de manutenção, o que está faltando é vontade e compromisso.
Expressamos a nossa indignação com o descaso com o meio ambiente e com o dinheiro público, certamente se este tipo de manejo que degrada e custa caro para a população de Santo André fosse abandonado, sobrariam recursos para cuidar melhor do Parque Central que há vários anos sofre com o abandono da administração municipal.
terça-feira, 11 de março de 2014
Vereador Rautenberg denuncia que não está havendo a devida fiscalização sobre a proibição da pesca no Parque Central.
No ano passado eu lutei muito para que fosse proibida a pesca nos parques de Santo André e conseguimos. Hoje recebi uma denúncia da munícipe Luiza Pazzini que mostra exatamente o contrário. Como podem ver na imagem, mesmo com a placa informando a proibição da pesca no lago do Parque Central, alguns frequentadores ainda insistem no ato.
A pesca em local inapropriado não fere só os peixes, mas também aves, tartarugas e cães que ali nadam. Pois uma vez que um anzol entra acidentalmente na asa de um pássaro, ou nas barbatanas de uma tartaruga, em pouco tempo gera uma infecção e posteriormente a morte.
Por isso hoje apresentarei um requerimento na Sessão Plenária, pedindo para que sejam tomadas providências por parte da Guarda Civil Metropolitana de Santo André em relação a fiscalização nos parques, para que essa cena que nós acabamos de ver na imagem não se repita.Vereador Roberto Rautenberg
quarta-feira, 5 de março de 2014
CARNAVAL DA DEGRADAÇÃO AMBIENTAL EM SANTO ANDRÉ
Neste feriado de carnaval, acompanhamos mais uma vez, infelizmente, a realização de podas criminosas realizadas pelo DEPAV e a empresa SERG Paulista.
No carnaval da degradação ambiental em Santo André o instrumento mais utilizado foi a Moto Serra, que além de praticamente destruir várias árvores, também foi utilizada como arma para intimidar munícipes que reclamavam da prática.
Nem o pobre João de Barro teve o seu ninho respeitado, quem poda mais ganha mais e somos nós que pagamos!
Uma das alegações para justificar a ação é combater a erva de passarinho, uma praga que afeta a saúde das árvores, mas este tipo de poda acelera ainda mais a mortalidade delas.
Outro argumento é fazer uma limpeza na cidade, para nós árvores não são lixo, apesar de estarem sendo tratadas como tal.
O verdadeiro lixo é a poluição que mata milhares de pessoas todos os anos na nossa região,onde a nossa cidade é um das mais poluídas.
Como a poluição não se vê fica mais fácil enganar a todos.
Observamos várias podas desnecessárias de árvores sadias e isto nos faz refletir o porquê?
A administração da nossa cidade está na contramão, pois todos nós estamos sofrendo o caos climático com temperaturas cada vez mais elevadas, e o que se faz?
Cada vez mais asfalto, mais concreto, mais espaço para os carros e menos para o pedestre, menos áreas verdes e menos árvores nas calçadas.
Há anos documentamos a destruição da arborização de Santo André com a participação da empresa
Serg Paulista, foi assim também no carnaval em 2009, nas criminosas mudanças de paisagismo do governo Aidan.
Gostaríamos de ver o mesmo empenho e gasto de dinheiro público para Santo André ser uma cidade mais verde e sustentável, mas a cada ano que passa este sonho se torna mais distante devido a falta de compromisso do poder público.
segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
Quem é o Irracional?
Estas imagens abaixo mostram o que está acontecendo com os animais que tinham sobrevivido ao desmatamento na Rodovia Bungiro Nakao em Ibiúna, os que escaparam de ser esmagados pelas máquinas agora estão morrendo atropelados na rodovia.Este grande crime ambiental foi cometido pelas Empresas Fal Terraplanagem e Speedy empreendimentos Imobiliários ambas de São Paulo, eles são verdadeiros mercenários que se aproveitam da corrupção e posterior impunidade!




Macacos e outros animais que se abrigavam na mata devastada recentemente às margens do km 67 da Rod. Bunjiro Nakao estão totalmente desnorteados e, com isso, colocando em risco, inclusive, a vida de motoristas que trafegam pela via. (Veja demais fotos na galeria no final da reportagem). Nesta semana, um motociclista que passava pelo local acabou atropelando um bugio, que morreu na hora. Já o rapaz ficou gravemente ferido e permanece internado em um hospital da região. Desde que o desmatamento ocorreu, dezenas de animais, entre eles, pássaros, esquilos, raposas, veados e outros estão morrendo devido a destruição de seu habitat natural. Isso sem contar às espécies que acabaram sendo atropeladas sem piedade pelos diversos tratores que desmataram mais de 140.000 m² de Mata Nativa existente no local.O caso vem causando comoção e revolta pelo Brasil a fora, sendo alvo de protestos e denúncias por parte de ONG’s e entidades de todo o país, inclusive internacionais.
Prefeitura embarga terreno
A prefeitura de Ibiúna embargou nesta semana o terreno de mais de 140.000 m² que foi desmatado. Logo após reassumir o cargo no último dia 6, o prefeito Professor Eduardo (PT) enviou uma equipe de técnicos da Secretária de Meio Ambiente para realizar um laudo do local e abriu um Processo Administrativo sobre o caso.
“Infelizmente, constatamos que os proprietários tinham uma autorização para corte de eucalipto no terreno, ordem esta assinada por um funcionário da gestão anterior e com carimbo da secretária Municipal de Meio Ambiente da época. Vamos abrir uma sindicância e tomar todas as providências cabíveis neste crime ambiental grave, que não pode ficar impune. Tanto os proprietários, como as autoridades que eventualmente foram coniventes com este caso serão punidos. A prefeitura deveria ser o primeiro órgão a agir neste caso, mas foi totalmente omissa. Jamais poderia ceder a interesses pessoais ou empresariais. Quando estávamos aqui, nos primeiros 8 meses deste ano, impedimos até coisas muito menores e nos causou muita indignação o gestor que estava aqui nestes últimos três meses ter sido, no mínimo, negligente neste caso”, denunciou o prefeito.
Processo sumiu
O atual secretário Municipal de Meio Ambiente, Fernando Sales, afirmou que o Processo Administrativo que tratava da autorização da prefeitura para corte de espécies exóticas (neste caso eucalipto) simplesmente sumiu. “Entretanto, entramos em contato com a Polícia Ambiental, que nos apresentou uma autorização emitida pela Secretaria Municipal da gestão anterior, com uma autorização assinada autorizando o corte de espécies exóticas. Porém, pelas imagens de satélite, podemos perceber que não existia no local nenhuma plantação de eucalipto, mas sim uma densa área de Mata Nativa. Além disso, em agosto, quando tivemos que deixar a prefeitura, não tinha nenhum pedido para realização de tal procedimento neste local, ou seja, é muito estranho eles terem conseguido esta autorização em menos de três meses. Isso sem contar que o processo simplesmente sumiu da prefeitura. Iremos abrir uma sindicância e pedirmos a abertura de uma Ação Civil Pública junto ao Ministério Público, que deverá providenciar uma perícia no local e tomar as demais providências civis e criminais sobre o caso. Enquanto isso, a área permanece embargada”, garantiu Fernando.
Ele também informou que de acordo com a PM Ambiental, a área está no nome da Speedy Empreendimentos Imobiliários, com sede em São Paulo-SP, que foi arrolada como responsável pelo desmatamento, juntamente com a FAU Terraplanagem que foi a empresa que executou o serviço no local. O Jornal do Povo tentou entrar em contato com a empresa, mas até o momento não obteve retorno.
Jornal do Povo Ibiúna




Macacos e outros animais que se abrigavam na mata devastada recentemente às margens do km 67 da Rod. Bunjiro Nakao estão totalmente desnorteados e, com isso, colocando em risco, inclusive, a vida de motoristas que trafegam pela via. (Veja demais fotos na galeria no final da reportagem). Nesta semana, um motociclista que passava pelo local acabou atropelando um bugio, que morreu na hora. Já o rapaz ficou gravemente ferido e permanece internado em um hospital da região. Desde que o desmatamento ocorreu, dezenas de animais, entre eles, pássaros, esquilos, raposas, veados e outros estão morrendo devido a destruição de seu habitat natural. Isso sem contar às espécies que acabaram sendo atropeladas sem piedade pelos diversos tratores que desmataram mais de 140.000 m² de Mata Nativa existente no local.O caso vem causando comoção e revolta pelo Brasil a fora, sendo alvo de protestos e denúncias por parte de ONG’s e entidades de todo o país, inclusive internacionais.
Prefeitura embarga terreno
A prefeitura de Ibiúna embargou nesta semana o terreno de mais de 140.000 m² que foi desmatado. Logo após reassumir o cargo no último dia 6, o prefeito Professor Eduardo (PT) enviou uma equipe de técnicos da Secretária de Meio Ambiente para realizar um laudo do local e abriu um Processo Administrativo sobre o caso.
“Infelizmente, constatamos que os proprietários tinham uma autorização para corte de eucalipto no terreno, ordem esta assinada por um funcionário da gestão anterior e com carimbo da secretária Municipal de Meio Ambiente da época. Vamos abrir uma sindicância e tomar todas as providências cabíveis neste crime ambiental grave, que não pode ficar impune. Tanto os proprietários, como as autoridades que eventualmente foram coniventes com este caso serão punidos. A prefeitura deveria ser o primeiro órgão a agir neste caso, mas foi totalmente omissa. Jamais poderia ceder a interesses pessoais ou empresariais. Quando estávamos aqui, nos primeiros 8 meses deste ano, impedimos até coisas muito menores e nos causou muita indignação o gestor que estava aqui nestes últimos três meses ter sido, no mínimo, negligente neste caso”, denunciou o prefeito.
Processo sumiu
O atual secretário Municipal de Meio Ambiente, Fernando Sales, afirmou que o Processo Administrativo que tratava da autorização da prefeitura para corte de espécies exóticas (neste caso eucalipto) simplesmente sumiu. “Entretanto, entramos em contato com a Polícia Ambiental, que nos apresentou uma autorização emitida pela Secretaria Municipal da gestão anterior, com uma autorização assinada autorizando o corte de espécies exóticas. Porém, pelas imagens de satélite, podemos perceber que não existia no local nenhuma plantação de eucalipto, mas sim uma densa área de Mata Nativa. Além disso, em agosto, quando tivemos que deixar a prefeitura, não tinha nenhum pedido para realização de tal procedimento neste local, ou seja, é muito estranho eles terem conseguido esta autorização em menos de três meses. Isso sem contar que o processo simplesmente sumiu da prefeitura. Iremos abrir uma sindicância e pedirmos a abertura de uma Ação Civil Pública junto ao Ministério Público, que deverá providenciar uma perícia no local e tomar as demais providências civis e criminais sobre o caso. Enquanto isso, a área permanece embargada”, garantiu Fernando.
Ele também informou que de acordo com a PM Ambiental, a área está no nome da Speedy Empreendimentos Imobiliários, com sede em São Paulo-SP, que foi arrolada como responsável pelo desmatamento, juntamente com a FAU Terraplanagem que foi a empresa que executou o serviço no local. O Jornal do Povo tentou entrar em contato com a empresa, mas até o momento não obteve retorno.
Jornal do Povo Ibiúna
segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
MATA ATLÂNTICA É TRITURADA À VISTA DE TODOS EM IBIÚNA


Bairro do Curral, altura do KM 67 da Rod. Bunjiro Nakao, em frente a Madeireira Mil. Foi no domingo dia 24 de Novembro de 2013, diversas máquinas de grande porte, usando correntões que trituravam a mata, os saguis, bugios, cobras, lagartos, aves, e toda a imensa quantidade de vidas e espécies contidas dentro de uma floresta, além da própria floresta.Outras máquinas poderosas jogavam tudo, vidas esmagadas e flora para as partes baixas, que iam logo sendo enterradas para apagar seus vestígios. Toda a vizinhança testemunhou a debandada dos animais que sobreviveram aos correntões pelas áreas vizinhas, atravessando a rodovia a até sendo atropelados, outros ficaram numa pequena área num canto e são atropelados ao buscarem melhor abrigo, segundo testemunhos da vizinhança, todos chocados, revoltados e entristecidos com a destruição total da floresta; mas que não acordam nunca para a defesa do bem e da justiça e acham que com o poder econômico e político não se mexe, abdicando de construir um país decente para si e sua descendência. Diversos chamados para a polícia ambiental foram feitos e ainda na parte da manhã do domingo houve ali a presença da polícia ambiental e rodoviária, porém a destruição da floresta não parou e continuou seu pérfido trabalho até que nada mais restasse, segundo testemunho da vizinhança. Neste fato cabe a pergunta que não quer calar: Com tantas leis de proteção ambiental como a Constituição do Brasil, O Código Florestal, A Lei da Mata Atlântica, O Cinturão Verde da Grande S.Paulo, O Plano Diretor de Ibiúna, A APA de Itupararanga e a Mata Atlântica, a mais rica e diversa do mundo, sabidamente caminhando para a depauperação, o estrangulamento em pequenos remanescentes e a extinção, não tem essas leis nenhuma validade? E estas instituições não têm o poder de parar os tratores, como não o fez? Ainda segundo a vizinhança, que pediram para não serem identificados, o proprietário da área afirmou aos policiais que podem multar, mas as máquinas não vão parar, com a certeza absoluta que não irá reflorestar a área e que a multa, se tiver, já está contabilizada dentro de seu lucrativo empreendimento. Os autores da barbárie não deixaram nenhuma árvore das 22.000 que continha a floresta. Reafirmando com isso seu atrevimento e escárnio com qualquer lei ou autoridade política ou institucional, cujo dever é fazer cumpri-la. A floresta historicamente e ao longo de milhões de anos pertenceu de fato a todas as espécies de plantas e a todas as espécies de animais que ali moram, vivem e se alimentam. Mas foram mortas ou expulsas pelo responsável pelo desmatamento.
Evento: " Tarde de Paz por Santo André"
sábado, 30 de novembro de 2013
Na Contramão:Enquanto na União Européia a Incineração está com os dias contados, no Brasil existem vários projetos em andamento como o de São Bernardo do Campo e Mauá.
Vídeo produzido para esclarecer os impactos gerados por usinas incineradoras de resíduos sólidos urbanos.
A animação foi produzida para subsidiar a discussão sobre a implantação de uma unidade deste tipo na região de Zubieta (norte da Espanha, quase divisa com a França).
Um destaque interessante, indicada ao longo da animação: a definição, pela Comunidade Europeia, da proibição da queima de todo e qualquer resíduo sólido reciclável/reaproveitável a partir de 2020.
Polícia Rodoviária denuncia grande crime ambiental na região de Ibiúna

NOSSO AMIGO SÉRGIO LISSE ATUALMENTE MORANDO EM IBIÚNA NOS MANDOU ESTA DENÚNCIA, ESTA ÁREA DE MATA ATLÂNTICA TEM CERCA DE 15 HECTARES E NELA EXISTIAM ÁRVORES CENTENÁRIAS E ANIMAIS COMO O MACACO BUGIO, ELE MESMO PRESENCIOU UM FILHOTE DE BUGIO VINDO EM SUA DIREÇÃO DESNORTEADO E HÁ RELATOS QUE ANIMAIS FORAM MORTOS ATROPELADOS NA RODOVIA BUNGIRO NAKAO E ESMAGADOS PELAS PRÓPRIAS MÁQUINAS.DE QUE ADIANTA NO NOSSO PAÍS EXISTIREM LEIS QUE PROTEGEM A MATA ATLÂNTICA SE ELAS SÓ FICAM NO PAPEL.A CORRUPÇÃO E IMPUNIDADE VÃO DESTRUIR O POUCO DE FLORESTA ATLÂNTICA QUE RESTOU, UMA VERGONHA PARA O NOSSO PAÍS.
Polícia Rodoviária denuncia grande crime ambiental na região de Ibiúna
Os policiais rodoviários avistaram na rodovia Bunjiro Nakao (km 67), próximo a Ibiúna, várias máquinas realizando desmatamento
A Polícia Rodoviária entrou em contato com a redação do Jornal da Economia com o intuito de realizar uma denúncia referente a desmatamento de mata atlântica. Durante patrulhamento pela rodovia Bunjiro Nakao (SP 250), os policiais rodoviários avistaram na altura do quilômetro 67, próximo a Ibiúna, várias máquinas realizando desmatamento em uma grande área verde as margens da pista. O trabalho gerou suspeita para as autoridades que resolveram averiguar a existência de alguma documentação que autorizasse o serviço.
Os policiais foram informados pelo responsável do local que o Policiamento Ambiental já havia estado ali e o trabalho estava autorizado. Entretanto, foi solicitado ao mesmo que mostrasse a documentação que atestaria a legalidade do serviço e o responsável disse que não a possuía. Desta forma, a polícia rodoviária entrou em contato com o Policiamento Ambiental, que afirmou ter passado pelo local na manhã do mesmo dia, mas que não havia autorizado trabalho nenhum.
Diante dos fatos, a Polícia Rodoviária solicitou que o policiamento ambiental retornasse ao local, visto que, segundo relato das testemunhas “o espaço é de mata nativa e vários animais silvestres pertencentes à fauna local estavam sendo esmagados pelas máquinas, que arrancavam as árvores pelas raízes, sendo que muitas tinham ninhos de passarinhos e de outros animais que estavam completamente desnorteados correndo pelo terreno, já limpo, procurando seus filhotes e seus abrigos”.
Após a Polícia Ambiental chegar ao local, a equipe da Polícia Rodoviária mostrou a área em que as máquinas estavam fazendo o desmatamento, então foi constatada a irregularidade. Foi feita a medição total da mata nativa desmatada e, em seguida, será feito o auto de infração e tomado todas as medidas administrativas cabíveis.
A empresa que efetuou o desmatamento se chama F.A.L. – Pavimentação e Terraplenagem Ltda EPP, sendo o encarregado da obra o Sr. Adilson Batista Devecchi.
Fonte: Texto: Felipe Modesto / Foto: Divulgação/Polícia Rodoviária
JE Online
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
A prefeitura de Santo André, sob a batuta do Sr. Paulinho Serra, secretario de obras,está cortando várias árvores, de tamanhos variados, com o pretexto de reformar o parque Celso Daniel, e inclusive mudar a academia de ginástica, inaugurada recentemente, para uma área escondida que não recebe a luz solar e assim precisam destruir varias árvores! Tudo isso para justificar um orçamento absurdo de 2 milhões de reais! Isso não pode continuar, vamos compartilhar!
Foto:José Lázaro Henriques Jr
terça-feira, 5 de novembro de 2013
Buraco que leva esgoto a lago do Parque Central continua aberto
Um mês após o Diário denunciar o lançamento de esgoto nos lagos do Parque Central, o problema no local continua o mesmo. Buraco ao lado de um dos espelhos d’água permanece aberto, para onde escoa o material oriundo da favela da Gamboa.
Moradores da região, entretanto, alegam que o mau cheiro diminuiu. “Há cerca de 15 dias, o Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André) veio aqui e fez algumas obras”, revela o serralheiro Aparecido de Freitas Oliveira, 45 anos, que, na tarde de ontem, pescava em um dos lagos. A prática é proibida pela legislação municipal.
Apesar de reconhecer melhoria, Oliveira acredita que o local ainda está poluído. “Ainda tem muito esgoto caindo aqui”, denuncia.
O presidente da ONG Amigos do Parque Central, José Carlos Vieira, acredita que a situação é muito difícil de ser resolvida. “Além da contaminação, os lagos estão assoreados também”, comenta. Vieira afirma que até o MP (Ministério Público) entrou com ação contra a Prefeitura. “O MP quer resolver o problema. Quer uma solução para evitar essa contaminação da água”, concluiu.
O Semasa informou que a responsabilidade pelo local é do município. A administração foi procurada pelo Diário, mas não se manifestou até o fechamento desta edição.
Guilherme Monfardini
Especial para o Diário do Grande ABC
quinta-feira, 24 de outubro de 2013
segunda-feira, 7 de outubro de 2013
quinta-feira, 3 de outubro de 2013
Lagos do Parque Central são tomados por esgoto
Um buraco aberto no muro que divide o Parque Central e a favela Gamboa, no bairro Paraíso, em Santo André, permite que o esgoto produzido pelas famílias da área alcance os lagos da área verde. O resultado: reservatórios estão com água turva, exalam forte cheiro de dejetos e peixes mortos boiam em meio a garrafas plásticas.
Frequentadores reclamam que a poluição aumentou há um mês. O analista de produção Vilson Laerte Marafon, 48 anos, se assustou com a quantidade de espuma branca cobrindo os espelhos d’água. “Fiquei três meses sem vir ao parque por problemas de saúde. Achei estranho encontrar os lagos nessa situação”, comentou.
A espuma a qual se refere Vilson é vista com frequência no Rio Tietê e na Represa Billings, formada a partir da alta concentração de poluentes e de resíduos não degradáveis.
“Além do esgoto, tem gente jogando lixo nos reservatórios, o que também contribui para a morte dos peixes”, reclamou a aposentada Adelia Loraine Maiar, 70 anos. Ontem, a equipe do Diário esteve no local e constatou o péssimo estado dos tanques. O desnível – que facilita o curso d’água e garante a manutenção do lagos – faz com que a sujeira se alastre rapidamente.
O engenheiro aposentado Donizete Ribeiro, 60 anos, vai ao Parque Central diariamente. E disse que a área de lazer vem se degradando ao longo dos anos. “Costumo sentar nos bancos e observar o movimento. Há um ano, era possível ir até a parte mais alta e ver os peixes nadando. A água era clara. Agora, é impossível ficar aqui. Parece que estamos numa fossa”, definiu.
Na tarde de ontem, a equipe de reportagem encontrou Vaini Alvarenga, 75 anos, pescando em um dos lagos poluídos, segundo a Prefeitura, a pesca é proibida no local. Apesar das águas sujas, ele tentava a todo custo fisgar um peixe. “Se pego um grande, dou para alguém. Não acho que seja muito perigoso ingerir esse alimento”, comentou.
Adélia disse que inúmeros pedidos já foram feitos à Prefeitura para conter o avanço do esgoto na área, mas nenhum deles foi atendido. “Até agora, não tivemos solução, só promessas.”
O Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André) informou que encaminhará hoje ao local técnicos para avaliar a condição dos reservatórios e propor as medidas necessárias para resolver o problema.
Já a Prefeitura de Santo André disse que planeja “grande intervenção” no parque. A previsão é de que a reforma geral tenha início em janeiro e seja concluída no fim de 2014.
O objetivo é concluir a desocupação da favela da Gamboa, construída sob a rede de alta-tensão da AES Eletropaulo, e anexar o terreno à área verde, ampliando o espaço de lazer.
O Parque Central tem 450 mil m² e passou por reformulações há cerca de dez anos. Foi implementada ciclovia com 2,5 quilômetros, a construção dos lagos, pista para caminhadas, playground e uma concha acústica.
Drielly Gaspar e Guilherme Monfardini
Especial para o Diário
André Henriques/DGABC
terça-feira, 1 de outubro de 2013
quarta-feira, 25 de setembro de 2013
1ºMarcha da Primavera Poluída
terça-feira, 24 de setembro de 2013
sábado, 14 de setembro de 2013
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
MARCHA DA PRIMAVERA POLUÍDA 22 DE SETEMBRO 9:00 HORAS
22 DE SETEMBRO, DIA DA PRIMAVERA CONCENTRAÇÃO ESTAÇÃO CAPUAVA 9:HORAS
VAMOS MANIFESTAR CONTRA A POLUIÇÃO DO PÓLO PETROQUÍMICO DE CAPUAVA,DIVISA DE SANTO ANDRÉ COM MAUÁ, GRANDE ABC/SP E CONTRA A INCINERAÇÃO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS POR SER UM ATENTADO CONTRA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL E EXCLUSÃO DOS CATADORES NA GESTÃO COMPARTILHADA DOS RESÍDUOS, DESCRITO NA POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS, LEI FEDERAL Nº12.305/2010.
Arborização Urbana tão importante nos dias de hoje, tratada com tanto descaso!
Vejam abaixo o que restou da arborização na Avenida Portugal em Santo André, mais uma demonstração do descaso com a questão ambiental no nosso município há vários anos.Após várias podas as Uvas Japonesas estão praticamente todas destruídas, a única preocupação é com a fiação elétrica, bom para a multinacional AES Eletropaulo que com a parceria com a nossa prefeitura tem um custo menor.
A desculpa é que a Uva Japonesa além de exótica,não é uma árvore adequada, mas por que então estes restos de árvores não são substituídos?
Lembramos que a PMSA está deixando de cumprir a Lei Municipal nº 7733 de 14 de outubro de 1998.





Assinar:
Postagens (Atom)





















