
sábado, 12 de maio de 2007
sexta-feira, 11 de maio de 2007
Veja no ABC Repórter
Moradores vão ao MP contra pista de skateVizinhança afirma que Parque Central poderia contar com uma extensa área arborizada. Os moradores do bairro Paraíso, em Santo André, devem entrar com uma representação no Ministério Público para tentar barrar a construção de uma pista de skate no Parque Central. Um grupo de munícipes participou de uma reunião, ontem, com representantes da prefeitura na Câmara municipal e ouviu que a construção do equipamento está mantida dentro das dependências da área verde.O vereador Carlos Raposo (PV) explicou que a administração aceita apenas mudar o local da pista, mas desde que fique dentro do Parque Central. "Essa é a palavra final da prefeitura, mas não para os moradores". A população reclama que a área verde no centro da cidade é constantemente devastada pela administração que ao invés de incentivar mais a natureza, constrói equipamentos público no local. Aos representantes do Executivo, foi entregue um abaixo-assinado com quase duas mil assinaturas contrárias a obra.No documento que deverá ser entregue ao MP, os Amigos do Parque Central, que tem até uma página na internet, afirmam que a área possui 350 mil metros quadrados, mas muito desse terreno já foi ocupado por escola, prédio administrativo, pista de aeromodelismo, quadra de futebol e espaço para eventos. "No Parque da Juventude, com aproximadamente 34 mil metros quadrados, entre a Vila Pires e Vila Tibiriçá, já existe uma grande pista de skate e, juntamente com o parque, se encontra abandonada", afirma o grupo no texto.
10/05/2007 by abcreporterhttp://www.jornalabcreporter.com.br/
quinta-feira, 10 de maio de 2007
Saiu Hoje no DGABC

Mesmo com reclamações, pista de skate vai sair
Thiago Krauss Especial para o Diário
As obras para construção de uma pista de skate no Parque Central, em Santo André serão realizadas. Com esta afirmação, a Prefeitura colocou um ponto final na discussão com os moradores e usuários do espaço, que são totalmente contrários à construção desta nova área de lazer.
O impasse ocorre porque no projeto inicial o espaço deveria ser construído fora do parque. Porém, o plano foi alterado. A Prefeitura argumenta que o objetivo é oferecer à população uma área que disponha de atividades de cultura, educação, lazer, esporte e áreas verdes em um único lugar. Quem não é a favor da pista argumenta que a novidade pode atrair bagunça no parque, como dizem ocorrer em dias de shows.
Segundo o diretor de Depav (Departamento de Parques e Áreas Verdes), Ricardo Kondratovich, a pista será construída em uma área de cerca de 2,5 mil m², no local que hoje é destinado aos praticantes de automodelismo e aeromodelismo.
Com isso, os moradores terão cerca de sete meses – tempo que deve levar para o processo de licitação ser aprovado e a construção do espaço concluído – para tomar as providências que acharem cabíveis para tentar impedir as obras.
Representante dos moradores, o operador de logística José Carlos Vieira, 37 anos, é a favor de que a Prefeitura cumpra o projeto inicial. "Estão querendo impor o que não achamos correto. Por isso faremos o possível para impedir que ocorra." Segundo ele, um abaixo-assinado com cerca de 1,8 mil assinaturas foi entregue ao vereador Carlos Raposo (PV) e será encaminhado ao Ministério Público.
O professor Marcos Biral, 57 anos, é outro usuário do parque que não se conforma com a postura da Prefeitura. "Há tantos lugares em que a população pede e, às vezes, implora por um espaço como este. Agora aqui, onde ninguém quer, eles vão construir. É um absurdo."
Companheiro de Marcos Biral nas caminhadas diárias pelo parque, o empresário Olímpio Matiuci, 66 anos, acredita que se o espaço for construído, quem gosta da tranqüilidade e da natureza que o local oferece atualmente já pode ir se despedindo. "No aniversário de Santo André isso aqui virou uma bagunça total. Por isso, não tenho dúvidas de que caso a pista realmente seja construída, estes problemas com baderna, além de nos afastar, também fará com que outras pessoas deixem de visitá-lo" disse.
O impasse ocorre porque no projeto inicial o espaço deveria ser construído fora do parque. Porém, o plano foi alterado. A Prefeitura argumenta que o objetivo é oferecer à população uma área que disponha de atividades de cultura, educação, lazer, esporte e áreas verdes em um único lugar. Quem não é a favor da pista argumenta que a novidade pode atrair bagunça no parque, como dizem ocorrer em dias de shows.
Segundo o diretor de Depav (Departamento de Parques e Áreas Verdes), Ricardo Kondratovich, a pista será construída em uma área de cerca de 2,5 mil m², no local que hoje é destinado aos praticantes de automodelismo e aeromodelismo.
Com isso, os moradores terão cerca de sete meses – tempo que deve levar para o processo de licitação ser aprovado e a construção do espaço concluído – para tomar as providências que acharem cabíveis para tentar impedir as obras.
Representante dos moradores, o operador de logística José Carlos Vieira, 37 anos, é a favor de que a Prefeitura cumpra o projeto inicial. "Estão querendo impor o que não achamos correto. Por isso faremos o possível para impedir que ocorra." Segundo ele, um abaixo-assinado com cerca de 1,8 mil assinaturas foi entregue ao vereador Carlos Raposo (PV) e será encaminhado ao Ministério Público.
O professor Marcos Biral, 57 anos, é outro usuário do parque que não se conforma com a postura da Prefeitura. "Há tantos lugares em que a população pede e, às vezes, implora por um espaço como este. Agora aqui, onde ninguém quer, eles vão construir. É um absurdo."
Companheiro de Marcos Biral nas caminhadas diárias pelo parque, o empresário Olímpio Matiuci, 66 anos, acredita que se o espaço for construído, quem gosta da tranqüilidade e da natureza que o local oferece atualmente já pode ir se despedindo. "No aniversário de Santo André isso aqui virou uma bagunça total. Por isso, não tenho dúvidas de que caso a pista realmente seja construída, estes problemas com baderna, além de nos afastar, também fará com que outras pessoas deixem de visitá-lo" disse.
quarta-feira, 9 de maio de 2007
Resultado da Reunião com a PMSA
Hoje foi a esperada reunião. E o resultado ?
Participe com os Comentários
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segunda-feira, 7 de maio de 2007
Estamos continuando o trabalho !
Ola amigos
Estou enviando um texto [Comentário anexo] que enviaremos ao M.Público se a reunião de quarta-feira as 15.00 hs não der em nada.
Leiam e façam Comentários para o que cada um acha que deve ser suprimido ou acrescentado[todos somos responsáveis]
É tudo difícil porque os políticos querem nos calar como sempre.
Até lá
Estou enviando um texto [Comentário anexo] que enviaremos ao M.Público se a reunião de quarta-feira as 15.00 hs não der em nada.
Leiam e façam Comentários para o que cada um acha que deve ser suprimido ou acrescentado[todos somos responsáveis]
É tudo difícil porque os políticos querem nos calar como sempre.
Até lá
sábado, 5 de maio de 2007
sexta-feira, 4 de maio de 2007
quinta-feira, 3 de maio de 2007
Sábado ...
... vem chegando
Vamos centralizar a reunião no local que estamos defendendo.
Venha com muitos amigos.
Use o Comentário para se comunicar
Alguma sugestão ?
Vamos centralizar a reunião no local que estamos defendendo.
Venha com muitos amigos.
Use o Comentário para se comunicar
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segunda-feira, 30 de abril de 2007
sexta-feira, 27 de abril de 2007
Protesto
AOS MORADORES DAS ADJACÊNCIAS
E
USUÁRIOS DO PARQUE CENTRAL
Se você mora nas proximidades ou é usuário do Parque Central, saiba que a prefeitura de Santo André quer acabar com uma área de aproximadamente 2.500m2 dentro do parque, uma das poucas áreas verdes existentes, descumprindo uma promessa de campanha que era de preservação da mata existente e consequentemente os animais que nela habitam.
Nós moradores e usuários não podemos aceitar esta situação e vamos realizar um protesto no dia 05/05/2007 sábado as 10:30 hs.
Vamos defender o pouco de verde que resta no Parque Central.
Nossa concentração será feita próximo as quadras.
Visite e deixe seu comentário no Blog :
No Orkut a comunidade:
Amigos do Parque Central
segunda-feira, 23 de abril de 2007
Sete milhões de árvores purificariam ar
Bruno Ribeiro do Diário do Grande ABC (11/02/2007)
Somada a quantidade de CO² (dióxido de carbono) emitida por todos os veículos do Grande ABC, a região precisaria plantar pelo menos 7 milhões de árvores novas para absorver o gás. O cálculo foi feito pela consultoria Max Ambiental, parceira da ONG (Organização Não-Governamental) SOS Mata Atlântica, a pedido do Diário, baseado na frota emplacada na região. Essa área corresponde a aproximadamente 35 km² de vegetação. No total, os carros da região lançam em média 1.582.173 toneladas de CO² por ano.
Quase metade do território do Grande ABC é formado por áreas remanescentes da Mata Atlântica. São 296 km² de florestas virgens.
Entretanto, segundo a MaxAmbiental, a mata original tem níveis de absorção variáveis. A floresta é antiga. Se ela fosse a única opção para absorver o CO² do Grande ABC, estima-se que a área devesse ser até três vezes maior para compensar a poluição no ar. Mesmo assim, a região tem de ser preservada – a ausência da área provocaria aumento ainda maior da tempetura, segundo o Inmet.
Cerca de 60% do combustível vendido no Grande ABC é gasolina. A queima do produto pelos carros emite, anualmente, cerca de 601.944 toneladas de CO² na atmosfera. "A gasolina tem um agravante. Além do CO², a queima desse combustível emite outros gases poluentes, como enxofre e ozônio", explica o coordenador do curso de engenharia química da FEI (Fundação Educacional Inaciana), Luiz Carlos Bertevello. Esses gases são altamente nocivos, causando doenças respiratórias e até alterações genéticas .
O professor explica que os outros combustíveis usados nos carros, o álcool e o GNV (Gás Natural Veicular), também emitem grandes quantidades de CO², mas não emitem outros poluentes. Eles contribuem para o efeito estufa, mas atrapalham menos os índices de qualidade do ar. Por ano, os carros movidos a álcool emitem 351.134 toneladas de CO² e os a GNV, 50.162 toneladas.
"Outro dado importante é que a cada quilômetro rodado, um carro a álcool retira 10 metros cúbicos de oxigênio da atmosfera para realizar a combustão interna no motor. Um movido a gasolina tira até 40 metros cúblicos de ar", afirma Bertevello.
O professor afirmou que um ônibus, sozinho, emite oito toneladas de CO² na atmosfera. Por ano, a frota da região chega a lançar 32.168 toneladas do gás no ar. Entretanto, o coletivo é uma alternativa ecologicamente mais correta, uma vez que leva mais passageiros que um carro ou uma moto.
Segundo a MaxAmbiental, o Brasil é o quarto país no ranking dos que mais liberam gases causadores do efeito estufa. Cada cidadão produz, em média, 22 toneladas anuais de CO². A principal fonte de emissão desse gás no país, entretanto, vem das queimadas realizadas na agricultura.
Calcule sua emissão anual de gases de efeito estufa e veja a quantidade de árvores a serem plantadas no site www.carbononeutro.com.br.
Somada a quantidade de CO² (dióxido de carbono) emitida por todos os veículos do Grande ABC, a região precisaria plantar pelo menos 7 milhões de árvores novas para absorver o gás. O cálculo foi feito pela consultoria Max Ambiental, parceira da ONG (Organização Não-Governamental) SOS Mata Atlântica, a pedido do Diário, baseado na frota emplacada na região. Essa área corresponde a aproximadamente 35 km² de vegetação. No total, os carros da região lançam em média 1.582.173 toneladas de CO² por ano.
Quase metade do território do Grande ABC é formado por áreas remanescentes da Mata Atlântica. São 296 km² de florestas virgens.
Entretanto, segundo a MaxAmbiental, a mata original tem níveis de absorção variáveis. A floresta é antiga. Se ela fosse a única opção para absorver o CO² do Grande ABC, estima-se que a área devesse ser até três vezes maior para compensar a poluição no ar. Mesmo assim, a região tem de ser preservada – a ausência da área provocaria aumento ainda maior da tempetura, segundo o Inmet.
Cerca de 60% do combustível vendido no Grande ABC é gasolina. A queima do produto pelos carros emite, anualmente, cerca de 601.944 toneladas de CO² na atmosfera. "A gasolina tem um agravante. Além do CO², a queima desse combustível emite outros gases poluentes, como enxofre e ozônio", explica o coordenador do curso de engenharia química da FEI (Fundação Educacional Inaciana), Luiz Carlos Bertevello. Esses gases são altamente nocivos, causando doenças respiratórias e até alterações genéticas .
O professor explica que os outros combustíveis usados nos carros, o álcool e o GNV (Gás Natural Veicular), também emitem grandes quantidades de CO², mas não emitem outros poluentes. Eles contribuem para o efeito estufa, mas atrapalham menos os índices de qualidade do ar. Por ano, os carros movidos a álcool emitem 351.134 toneladas de CO² e os a GNV, 50.162 toneladas.
"Outro dado importante é que a cada quilômetro rodado, um carro a álcool retira 10 metros cúbicos de oxigênio da atmosfera para realizar a combustão interna no motor. Um movido a gasolina tira até 40 metros cúblicos de ar", afirma Bertevello.
O professor afirmou que um ônibus, sozinho, emite oito toneladas de CO² na atmosfera. Por ano, a frota da região chega a lançar 32.168 toneladas do gás no ar. Entretanto, o coletivo é uma alternativa ecologicamente mais correta, uma vez que leva mais passageiros que um carro ou uma moto.
Segundo a MaxAmbiental, o Brasil é o quarto país no ranking dos que mais liberam gases causadores do efeito estufa. Cada cidadão produz, em média, 22 toneladas anuais de CO². A principal fonte de emissão desse gás no país, entretanto, vem das queimadas realizadas na agricultura.
Calcule sua emissão anual de gases de efeito estufa e veja a quantidade de árvores a serem plantadas no site www.carbononeutro.com.br.
sábado, 21 de abril de 2007
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