segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Construção de 38 km de gasodutos ameaça áreas de preservação ambiental do ABC


Obra começou há cerca de um mês e já destruiu milhares de árvores em São Bernardo.
Ambientalistas apresentaram projeto que desviava dutos da mata Atlântica, mas não foi aprovado.A construção de dois gasodutos da Petrobrás abriu um grande corte no que resta de mata Atlântica da região. Há cerca de um mês, caminhões, tratores e guindastes destroem árvores e plantas nativas para dar lugar ao Gasan 2 e Gaspal 2. Os dutos possuem 22” de diâmetro (cerca de 55 cm) e, em seus 38 km de extensão, cortarão Ribeirão Pires, Rio Grande da Serra, Mauá, Santo André, São Bernardo e capital. O trajeto passa, em sua maior parte, por áreas de preservação ambiental das cidades. A destruição começou em São Bernardo, nas margens da rodovia Caminho do Mar. Em poucos dias de obras, o resultado já impressiona pelo cenário de destruição da natureza. Apesar das pilhas de árvores nativas cortadas, a obra possui licença ambiental, que demorou 18 meses para ser liberada pela Secretaria de Meio Ambiente do Estado. A aprovação veio, porém, sob os protestos de ambientalistas da região. O presidente do MDV (Movimento em Defesa à Vida), Virgílio Alcides de Farias, participou das audiências públicas realizadas em 2008 na região representando o Consema (Conselho Estadual do Meio Ambiente). O ecologista afirma ter apresentado à Petrobrás outro trajeto para os gasodutos, que desviava da reserva ambiental. “O projeto, porém, exigiria desapropriações. Não acompanhei todo o processo, mas a licença ambiental acabou sendo dada para a proposta que passava pela mata
Atlântica”, disse.

Prefeituras desconhecem compensações:Dos cinco municípios do ABC por onde passarão os gasodutos da Petrobras, apenas Ribeirão Pires soube informar quais as compensações ambientais previstas para a destruição das áreas de preservação ambiental. De acordo com a prefeitura do município, a empresa estatal fará o plantio de 1,8 mil espécies arbóreas em área a ser indicada, irá repor a cobertura vegetal de 12 mil m² na área degradada e mapeará as áreas de preservação ambiental permanente de Ribeirão Pires. As compensações abrangem ainda o aterro de inertes (entulhos) da cidade, que receberá poços de monitoramento de águas subterrâneas e plantio de vegetação destinado a cerca viva, para o isolamento da área do aterro.Apesar de a obra já ter começado na cidade, a Secretaria de Gestão Ambiental de São Bernardo disse que realiza um levantamento sobre os danos e de que maneira eles poderão ser recompensados. De acordo com o município, o licenciamento é estadual e não foi discutido com o município previamente. Santo André afirma ter encaminhado propostas de compensações em APRM (Área de Proteção e Recuperação de Mananciais) à Câmara de Compensação da Secretaria do Meio Ambiente de São Paulo, porém ainda não obteve resposta. Mauá e Rio Grande da Serra não responderam às solicitações da reportagem.O procurou na sexta-feira (27) também a Petrobrás e a Secretaria de Meio Ambiente do Estado para esclarecer o processo de implantação do Gasan 2 e Gaspal 2. Mas, nenhum dos dois respondeu à reportagem até o fechamento da edição. O Ministério Público do Estado afirmou, por meio da assessoria de imprensa, que irá interferir na construção apenas se houver denúncias de irregularidades, o que não aconteceu. A obra da Petrobras possui licença ambiental da Secretaria de Meio Ambiente.A construção dos gasodutos é, em menos de três anos, a segunda obra de grande porte que destrói áreas de preservação ambiental do ABC. O Trecho Sul do Rodoanel, construído de 2007 a 2010, suprimiu área verde em zonas de proteção de manancial em Santo André, São Bernardo, Mauá e Ribeirão Pires. Em toda sua extensão,foram cortadas 339 mil árvores dos mais variados tipos e um total de 212 hectares de verde. A Dersa (Desenvolvimento Rodoviário S.A.), responsável pela obra, terá de replantar 3,5 milhões de mudas para compensar esses cortes.“O Estado foi o maior desmatador das zonas de proteção nos últimos anos. O poder público sempre aprovará os projetos, já que é o principal interessado. E para quem o cidadão vai reclamar?”, disse o presidente do MDV (Movimento em Defesa à Vida) Virgílio Alcides de Farias.A Petrobras espalhou diversas placas no Jardim Colina, em São Bernardo, alertando os moradores quanto ao perigo de se aproximar das obras dos gasodutos. Os vizinhos foram procurados por técnicos da empresa na semana passada. “Eles vieram pedir para não deixar as crianças se aproximarem da construção, porque é perigoso”, disse o porteiro Reinaldo da Silva, 47 anos. O Jardim Colina possui cerca de 300 moradores, e está a poucos metros dos gasodutos. Morador há 11 anos do bairro, Silva afirma que a construção e o fluxo de caminhões não alteraram os hábitos do local, mas lamenta o corte de árvores. “É triste ver desmatando tudo. Tem muito bicho por aqui. A gente percebe que o número de pássaros já diminuiu bastante depois da obra”, afirmou. Um técnico da construção que não quis se identificar disse que os animais encontrados durante a obra são levados por biólogos para outros lugares. “Tem sempre um técnico da flora e um da fauna nos acompanhando. Mas os bichos costumam fugir quando já escutam as máquinas. Não há problema”.


















O Gaspal 2 e o Gasan 2 têm o objetivo de ampliar a distribuição de gás no Estado. A expectativa é de que estejam prontos em 2011.Eles terão capacidade para transportar 7 milhões de m3 por dia da estação de controle de gás de Mauá até São Bernardo. O consumo no Estado de São Paulo hoje é de 17 milhões de m3 de gás natural por dia. Com os gasodutos, a meta é chegar a até 25 milhões de m3 por dia.
Fonte: VANESSA SELICANI -Jornal Metro ABC

domingo, 29 de agosto de 2010

COMO PODEREMOS SER SÃOS VIVENDO EM CIDADES DOENTES?

Falta de investimentos em transporte público, carência de áreas verdes, incentivo ao uso do automóvel, cidades cada vez mais impermeabilizadas, o que poderíamos esperar...
Nesta matéria novamente fica claro quanto a nossa sociedade está omissa em relação as questões ambientais e a sua própria qualidade de vida, estamos reféns dos grandes interesses econômicos, que a todo momento só visam o lucro!
FOLHA DE S.PAULO - 29/08/2010
Editoriais
DESERTO PAULISTA
Uma sequência inédita de dias com baixa umidade do ar levou várias cidades de São Paulo a ingressar na faixa considerada de emergência pela Organização Mundial de Saúde -abaixo de 12%. Na capital, a combinação de clima excepcionalmente seco e níveis de poluição acima do normal provocou desconforto generalizado e aumento da incidência de doenças respiratórias, com reflexo nas filas dos prontos-socorros.
Ao sexto dia seguido de umidade do ar abaixo dos 30% -o ideal é que o índice supere os 60%-, a cidade de São Paulo registrou, na sexta-feira, 12%. Nesse patamar, crescem os riscos de manifestação de alergias, pneumonias, arritmias cardíacas e até enfartes.
A massa de ar seco estacionada na região centro-sul do país inibiu a formação de nuvens e bloqueou frentes frias. A decorrente falta de chuvas e as diferenças de pressão acarretaram uma "capa" de poluição sobre São Paulo. O fenômeno é característico desta época do ano, mas atingiu níveis incomuns na última semana.
Na quinta-feira, após sete dias de alta poluição em alguns pontos da cidade, a agência ambiental do Estado (Cetesb) recomendou que a população restringisse o uso de veículos automotores.
Também o prefeito Gilberto Kassab (DEM) veio a público afirmar que a administração municipal contava com um plano de contingência e que não descartava a ampliação do rodízio de carros na capital. A medida já vinha sendo pedida por especialistas em saúde. "São Paulo paga o preço por nunca ter priorizado o transporte público", sintetizou o médico Paulo Saldiva, da USP.
Prevê-se que a situação melhore a partir de hoje. Caso isso não ocorra, a persistência do clima de deserto poderá levar a prefeitura, finalmente, a limitar o trânsito de carros. Ao evitar a medida, o poder municipal certamente terá levado em conta eventuais transtornos e desgaste político.
Se a tivesse adotado, no entanto, teria amenizado o problema nos últimos dias. Entre a saúde pública e os automóveis, é de esperar que o prefeito Gilberto Kassab não hesite em escolher a primeira se for preciso enfrentar um estado de emergência.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Mais uma do DEPAV, dá para engolir...

Se não bastasse as degradantes e destruidoras mudanças de paisagismo iniciadas no começo da gestão do Dr.Aidan, o abandono dos parques e áreas verdes, como é o caso do Parque Central, o Parque Guaraciaba e a Chácara da Baronesa, a gradativa e constante destruição da arborização urbana de Santo André, agora o DEPAV(Departamento de Podas e Agressão ao Verde)pratica outra barbaridade ambiental, pois além de utilizar o Parque Guaraciaba para triturar as árvores retiradas de várias áreas da cidade, também está queimando com frequência as sobras destas árvores, desrespeitando as suas Áreas de Preservação Permanente.
Quem será responsabilizado por tamanha irresponsabilidade, para não falar em crime?
Os bombeiros que poderiam estar atendendo outras ocorrências, prestando seu importante serviço a sociedade, tiveram que comparecer ao Parque Guaraciaba para combater um incêndio provocado direta ou indiretamente por quem exatamente deveria cuidar das nossas áreas verdes.
Somos solidários a nossa amiga Ivone Arruda de Carvalho, que luta há vários anos pela preservação desta importante área verde e também denunciamos mais este absurdo praticado pela Prefeitura Municipal de Santo André.




Amigos e amigas,
Na noite de ontem o próprio DEPAV órgão responsável pelos Parques da cidade, colocou fogo nos troncos de arvores que eles estão triturando em torno da Lagoa do Parque Guaraciaba, e pior o bombeiro para chegar ao local para atender nossas denuncias, teve que pular o muro para entrar.
Ocorrência do Bombeiro nº521
Denuncia do fato foi feita á Defesa Civil nº 0134861 às 19 horas da noite, sequer estiveram no local para abrir o portão.
Se levarmos em conta que ontem foi o pior dia para região metropolitana e que nos estávamos com uma qualidade péssima do ar, os moradores do entorno do Parque foram agraciados com um cheiro insuportável durante toda a noite toda e até agora pela fumaça que sai do local.
Alguém merece um órgão como o DEPAV na cidade de Santo André.
Denuncie, põe a boca no trombone, ligue para seu vereador na Câmara, para ver o que ele pode fazer para que o Parque Guaraciaba e sua Lagoa tenha o devido respeito como APA.
Agir ambientalmente corretamente e tomar atitude na hora certa em defesa do meio ambiente são um dever de todos munícipes.
Estou mandando anexo que mandei para o Semasa.
Ivone Arruda de Carvalho
Vice Presidente do MDV
Ao Senhor Superintendente do,
Semasa – Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André
Ilmo. Sr. Ângelo Luiz Pavin
Venho através desta, denunciar o incêndio provocado pelo DEPAV, na noite de ontem dentro do Parque Guaraciaba, no local onde é feita a trituração de árvores, que legalmente já é proibido por Leis Ambientais nesse local.
A queixa chegou a mim, por diversos moradores, á 18:00 minutos do dia 23 de agosto de 2010, liguei para os bombeiros ocorrência - n. 521 e para Defesa Civil- n 0134861.
Os bombeiros me informaram depois, que grandes troncos de árvores estavam sendo queimados, e grandes valas foram feitas no entorno para impedir o fogo de andar. Perguntei ao bombeiro se em área como essa do Parque Guaraciaba onde há vegetação, poderia estar tendo aquela atividade. Resposta não, a não ser que estivesse sendo acompanhada pelo órgão de meio ambiente responsável .
Resultado os moradores do entorno estão até agora de manhã agüentando um cheiro forte da queima, o fogo está apagando agora de manhã, e se caso tivesse ventado a noite poderia ter se alastrar para a mata.
Pior de tudo isso, foi ter eu comunicado a Defesa Civil, e esta nada fez, pelo menos poderia ter comunicado a Prefeitura para que abrisse os portões para o Bombeiro entrar, pois tiveram que pular o muro para chegar no local.
Que adianta fechar o acesso ao Parque para população local, que toma conta da área mesmo de fora, e deixar tais funcionários irresponsáveis colocar fogo lá.
Peço como Conselheira do COMUGESAN medidas urgentes de averiguação a quem deve ser responsabilizado por tal agressão no local, e que medidas efetivas poderão a partir de agora serem feitas em proteção a Lagoa e seu entorno, já que é considerada área de preservação.
Estou mandando esse oficio para tomar ciência ao Vereador Almir Cicote e ao Vereador Thiago Nogueira, da Câmara Municipal de Santo André, para que possam ler em plenária, para que os demais vereadores a ocorrência, e como esta sendo tratado o Parque Guaraciaba, pelo DEPAV, órgão que no momento atual é responsável, em cuidar do bem estar do local.
Ivone Arruda de Carvalho
Vice Presidente do MDV
Conselheira Titular
Do COMUGESAN

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Que fim levaram as flores do Parque Central?

Este filme mostra um pouco do "Novo Projeto de Paisagismo" que foi implantado pela administração do Dr Aidan em Santo André.
A manutenção dos canteiros de flores do Parque Central e de outras áreas da cidade foi abandonada, além da retirada de árvores, arbustos e bromélias.
Parabéns Dr. Aidan, em apenas um ano você conseguiu destruir o paisagismo de Santo André-SP.

domingo, 22 de agosto de 2010

Avaliação feita nos playgrounds da região


Descascados e com brinquedos faltando. Esse é o cenário que os familiares encontram ao levarem as crianças na maioria dos playgrounds dos parques e praças da região. A periodicidade da manutenção não é tão regular quanto o ideal para que os equipamentos estivessem sempre em boas condições. A manutenção é feita apenas de forma esporádica.O Diário percorreu 14 parques e algumas praças da região e avaliou os playgrounds. Apenas São Bernardo apresentou equipamentos em ótimo estado. Os demais precisam de reparos e a reposição de alguns itens que estão faltando. "Os brinquedos estão feios, precisam de pintura. O espaço fica largado", disse a professora Luiza Maria Fernandes, 32 anos, sobre o Chico Mendes, em São Caetano.
Todas as Prefeituras vistoriam os locais com parquinhos pelo menos uma vez ao ano, mas a maioria não tem rotina definida, realizam os consertos de acordo com fiscalizações esporádicas nas praças ou comunicações das administrações dos parques. Em Mauá, é realizada a revista a cada seis meses, mas por bimestre o Departamento de Serviços Urbanos checa se algum brinquedo oferece risco. Em Diadema, a vistoria é realizada durante o programa municipal ‘Pé na Rua'' e passa em cada bairro duas vezes por ano. Em Santo André, São Bernardo e São Caetano a inspeção ocorre quando as Administrações dos parques comunicam os problemas ou quando algum funcionário ou munícipe avisam a necessidade de reparos. Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra não informaram a frequência. A população pode ligar no telefone 156 de cada município para reclamar de algum problema nos equipamentos públicos.
O presidente da Comissão de Fiscalização da Qualidade de Serviços Públicos da Ordem dos Advogados do Brasil de São Paulo, Anis Kfouri Junior, afirmou que o papel da população é essencial para cobrar os municípios. "Está na Constituição Federal, o princípio da Administração pública, que deve zelar pelo patrimônio. Tem que haver uma periodicidade na manutenção que varia de acordo com cada Prefeitura. A população tem o dever de notificar o órgão quando um equipamento público está ruim e tem direito de saber o motivo da demora no reparo."
Michelly Cyrillo
Do Diário do Grande ABC

Banheiro Parque Central-Foto APC

sábado, 21 de agosto de 2010

MP faz protesto contra o novo Código Florestal

O ESTADO DE S.PAULO - 19 de agosto de 2010
Ato terminou com entrega de moção contra a aprovação do projeto de Aldo Rebelo
Andrea Vialli e Isis Brum - O Estado de S. Paulo
Entidades jurídicas, representantes do Ministério Público (MP) e ONGs promoveram ontem ato público na Câmara dos Deputados contra as alterações no Código Florestal, propostas pelo deputado federal Aldo Rebelo (PCdoB-SP).
O ato foi coordenado pela Associação Brasileira do Ministério Público de Meio Ambiente (Abrampa) e Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR). Participaram membros do Greenpeace e SOS Mata Atlântica e deputados federais.
Segundo o presidente da ANPR, Antonio Carlos Bigonha, o objetivo do ato é abrir o diálogo. “Queremos colocar à disposição desta Casa a larga experiência dos procuradores da República nesta matéria."
O ato terminou com a entrega de moção contra a aprovação do projeto de Aldo Rebelo e nota técnica ao vice-presidente da Câmara dos Deputados, Marcos Maia (PT-RS).

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Matéria do Jornal ABCD Maior sobre a denúncia da APC

Sobre as justificativas da PMSA:
Fato da Moréia ser exótica:
A grama esmeralda que está sendo plantada pelo DEPAV também é exótica e não é produzida pelo viveiro municipal, sendo assim o seu custo está sendo altíssimo, além dos gastos com manutenção, tendo de ser roçada constantemente.
Vegetação acumula lixo:
O que vocês acham deste argumento inventado pela PMSA?Primeiro as árvores e arbustos eram esconderijo de ladrões, agora a vegetação mais baixa é responsável pelo acúmulo de lixo...com este tipo de gestão, brevemente em Santo André só restará o cinza do concreto!
Santo André retira moréias de praças e parques
Por: Camila Galvez (camila@abcdmaior.com.br)
Ong Amigos do Parque Central aponta crime ambiental; Prefeitura defende que planta não é vegetação nativa da cidade
As simpáticas moréias, florzinhas geralmente brancas que crescem em canteiros espalhados por Santo André, estão sendo retiradas pela Prefeitura. A Administração justifica a iniciativa afirmando que a planta não faz parte da vegetação nativa que compõe a cidade e que, por isso, está sendo removida.
A Ong (Organização Não-Governamental) Amigos do Parque Central vê a questão como crime ambiental. De acordo com o presidente da Ong, José Carlos Vieira, a vegetação não poderia ser retirada. “As áreas próximas aos lagos do parque são consideradas de proteção ambiental”, explicou.
No entanto, esse não é o único impedimento para a remoção, na avaliação de Vieira. O ativista resolveu fazer a denúncia porque os canteiros de moréias foram plantados com dinheiro público, e a retirada das plantas representa mais gastos para a Prefeitura. “Essa atitude demonstra o descaso da Administração com as questões ambientais e com o gasto de dinheiro público”, protestou.
As flores da moréia se formam o ano todo, mas com maior intensidade nos meses mais quentes. São plantas rústicas, fáceis de cultivar e que requerem baixa manutenção. “No caso de Santo André, seriam perfeitas, já que a Prefeitura não realiza a manutenção dos parques como deveria”, alfinetou Vieira.
De acordo com nota enviada pela assessoria de imprensa da Prefeitura, as moreias, por conta de sua morfologia, acumulam lixo e atraem roedores, além de darem um aspecto de abandono às áreas verdes. Por isso, a Secretaria de Obras e Serviços Públicos está trocando essa espécie por outros tipos de forrações mais rasteira, tais como: diferentes tipos de gramas e forrações com floradas de variadas cores.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Parque Central; além do abandono, a destruição!

Se não bastasse o atual estado de abandono em que se encontra o Parque Central, constantemente denunciado pela APC, novamente o DEPAV está destruíndo a vegetação de ornamentação no parque central e em outras áreas verdes de Santo André.A vítima desta vez é a Moréia, planta conhecida pela sua facilidade de cultivo e baixa manutenção.Este sem dúvida é mais um ponto negativo para a administração do Dr.Aidan, que mais uma vez demonstra o descaso com as questões ambientais e com os gastos com o dinheiro público.


As flores se formam o ano todo, mas com maior intensidade nos meses mais quentes. Sua utilização paisagística é ampla, combinando com diversos estilos de jardins. Pode ser cultivada isolada, em grupos, maciços ou como bordadura.


Planta muito rústica e ornamental, a moréia tornou-se muito popular nos últimos anos em função da sua facilidade de cultivo e baixa manutenção. Vistosa, sua folhagem é bastante resistente. As folhas são eretas, planas e rígidas.

A vegetação está sendo retirada com picaretas e roçadeiras.(Foto tirada próximo ao parquinho)

Mais uma vez fica a pergunta:Por que retirar uma vegetação que tem facilidade de cultivo e precisa de baixa manutenção?
Certamente este tipo de ação, além de degradante, só está gerando um custo desnecessário e desperdiçando mão de obra.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

O desastre no Golfo do México: uma chaga no mundo.Leia mais

Cientistas do governo estimam que quantidade equivalente a um petroleiro Valdez de petróleo vaza, a cada quatro dias, nas águas do Golfo do México. O prognóstico é ainda pior, se se considera o vazamento de 1991, na Guerra do Golfo, quando se estima que 11 milhões de barris de petróleo foram lançados no Golfo Persa – até agora, o maior vazamento jamais ocorrido. A comparação não é perfeita, porque se limpou área tão pequena, mas estudo feito 12 anos depois do desastre do Golfo Persa mostrou que cerca de 90% da vegetação litorânea e de mangue ainda exibia sinais de envenenamento.

terça-feira, 27 de julho de 2010

Assista este vídeo que demonstra a realidade da "Compensação Ambiental"Clique e assista!

Com o crescimento desordenado das nossas cidades, motivados pelo poder econômico que beneficia a poucos, constantemente assistimos a destruição das poucas áreas verdes públicas e privadas que nos restaram.Uma das formas que os interessados encontraram para justificar estas irreparáveis perdas para a sociedade é com a promessa da "Compensação Ambiental".Acontece que como podemos observar, este é mais um grande engôdo que está sendo desmascarado pela sociedade.Como o dito popular já diz:
A mentira tem perna curta!

As florestas e o clima

FOLHA DE S.PAULO - 12/07/2010
RICARDO YOUNG
Honrado com o convite para assinar esta coluna semanal, começo minha participação com um tema polêmico, que preocupa todos os envolvidos com a causa ambiental. Pouco mais de seis meses atrás, em Copenhague, o mundo se reuniu para debater a construção de política global de combate às mudanças climáticas.
O Brasil se adiantou e chegou à COP 15 com uma das mais avançadas metas entre todos os participantes, a redução de emissões de CO2 entre 36,1% a 38,9% das emissões projetadas até 2020.
Estas metas se refletiram na promulgação da Lei de Mudanças Climáticas, no final de 2009, que, mesmo precisando de regulamentações, mostrou o reconhecimento do Estado de que há um problema, e seu compromisso em agir.
Agora, de forma açodada, um grupo de parlamentares em fim de mandato decide propor desastrosa reforma no Código Florestal. As propostas apresentadas pelo deputado Aldo Rebelo estão afinadas com o que há de mais atrasado na gestão do território rural e na manutenção de serviços ambientais fundamentais.
Além disso, vai contra a capacidade do país de cumprir seus compromissos internacionais em relação às mudanças climáticas e à própria lei sancionada pelo presidente Lula. A proposta da Comissão Especial da Câmara praticamente revoga a legislação brasileira de combate às mudanças climáticas.
Eliminação de áreas de proteção permanente, redução de matas ciliares que preservam cursos d'água e nascentes e anistia a desmatadores contumazes vão comprometer ainda mais a capacidade do país em cumprir suas metas de redução de emissões.
E devemos ter em conta que o Brasil está entre os cinco maiores emissores de CO2 do mundo, um pouco mais que 50% desses gases têm origem no desmatamento e em atividades relacionadas ao uso do solo.
Por sorte, a proposta sobre o Código Florestal não deverá ir a plenário na Câmara neste ano. Vai pousar nas mesas dos futuros congressistas, que poderão retomar os debates e aprimorar a construção de uma lei que permita ao Brasil exercer sua legítima liderança global em segurança ambiental, além de estabelecer regras claras para as fundamentais atividades do agronegócio e da agricultura familiar, que garantem alimentos, riquezas e bioenergias para o Brasil.
Este é um dos muitos desafios que Câmara e Senado deverão enfrentar. Paira, ainda, sobre as cabeças e corações dos futuros legisladores a missão de fazer a reforma política, que tem na Lei da Ficha Limpa o elemento norteador, e regulamentar vários artigos da Lei de Mudanças Climáticas para estabelecer como o Brasil vai cumprir suas metas de emissões e levar o país a um futuro de desenvolvimento econômico e social justo.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Alerta da APC: Os Lagos do Parque Central estão morrendo devido a omissão e falta de interesse da Administração Pública de Santo André!

Assista mais este capítulo da novela que virou a contaminação dos lagos do Parque Central.
Os lagos do Parque Central que são extremamente importantes, tanto na questão ambiental como paisagística, estão sendo tratados com descaso pela administração pública da nossa cidade, eles estão cada vez mais assoreados e contaminados, ou seja, eles estão morrendo.
O assoreamento reduz a quantidade de água nos lagos e a descarga de poluentes contribue para a sua má qualidade, juntos estes dois fatores estão sendo responsáveis pela constante mortalidade de peixes que foram registradas pela nossa associação.Com a morte dos peixes, as aves vão embora pois não tem o que comer, isto sem contar o mal cheiro que emana das lagoas.
Estamos assistindo a tudo isto sem ver nenhuma atitude por parte do DEPAV e nem pelo SEMASA, órgão de gestão ambiental do nosso município.Só nos resta fazer uma pergunta:Até quando vamos ter que engolir tamanha omissão e descaso com o Parque Central?Uma das principais áreas verdes de Santo André e da nossa região!

terça-feira, 6 de julho de 2010

A situação dos lagos do Parque Central está cada vez pior..


Está somente no papel:
Lei Orgânica do Município de Santo André - 1990 - Atualizado em 2004
Título VII Art.8º - "No prazo de três anos , a contar da promulgação desta Lei Orgânica,fica o Município obrigado a tomar medidas eficazes para impedir o lançamento de efluentes e esgotos industriais em qualquer corpo d'água, sem o devido tratamento." Efluentes são geralmente produtos líquidos ou gasosos produzidos por indústrias ou resultante dos esgotos domésticos urbanos, que são lançados no meio ambiente.

domingo, 27 de junho de 2010

Será que o Parque Central, um dos cartões postais de Santo André vai ficar conhecido pela sua degradação?










Foto:Amanda Perobelli
Contaminação mata peixes do Parque Central ABCD Maior - 26/06/2010
Por: Camila Galvez (camila@abcdmaior.com.br)
Ong alerta para assoreamento e contaminação dos lagos, motivada por capina química, da área de lazer de Santo André
Os peixes do Parque Central, em Santo André, estão morrendo. A constatação é da Ong Amigos do Parque Central, que alerta que a contaminação das águas está provocando o problema.
O presidente da Ong, José Carlos Vieira, explicou que os peixes morreram logo após a capina química feita no entorno do parque e denunciada em reportagem do ABCD MAIOR em maio. De acordo com a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), a capina química em áreas urbanas expõe a população a risco de intoxicação, além de contaminar a fauna e a flora.
Para a Prefeitura, a aplicação do produto não é proibida, apenas não recomendada. “O fato é que encontramos os peixes mortos logo após a aplicação do agrotóxico. São, em sua maioria, cascudos, animais bioindicadores de problemas de contaminação na água”, ressaltou Vieira.
A mortandade não parou por aí. Nesta semana, frequentadores do parque voltaram a encontrar peixes mortos nos lagos. “Pegamos mais cascudos, tilápias e até mesmo uma tartaruga. Recolhemos os bichos para analisar o que está causando as mortes”, disse o presidente da Ong.
O número de pescadores do parque diminuiu após a morte dos peixes, mas muitos continuam pescando. De acordo com Vieira, a prática traz riscos para a saúde pública, já que as águas são poluídas: “Além disso, muitas aves se enroscam nos anzóis. Um dos frequentadores registrou a morte de um frango d’água recentemente”.
Mais problemas
De forma geral, Vieira acredita que o parque foi abandonado pelo poder público. Até mesmo os canteiros de flores, que antes tinham um vivo colorido, estão sem manutenção.
A degradação ambiental do parque foi parar no MP (Ministério Público) da cidade. A situação dos lagos foi denunciada à Promotoria de Meio Ambiente de Santo André, de acordo com Vieira. A reportagem tentou entrar em contato com o promotor José Luiz Saicali, responsável pelo caso, mas foi informada de que ele está de licença.
A Prefeitura de Santo André foi procurada para esclarecer os problemas denunciados, mas não respondeu até o fechamento desta reportagem.

sábado, 26 de junho de 2010

Defensoria Pública promove Ação Civil para formação do Conselho Gestor da APA Chácara da Baronesa


A Defensoria Pública do Estado de São Paulo, através do Núcleo de Direitos Humanos e Cidadania promove Ação Civil Pública para que o Estado de São Paulo cumpra a lei e crie o Conselho Gestor da Área de Proteção Ambiental Chácara da Baronesa.

Você que também está indignado com esta situação, clique aqui e deixe seu comentário na matéria!


Nem a tartaruga conseguiu sobreviver nos contaminados lagos do Parque Central
ONG denuncia morte de aves e peixes no Central
Evandro Enoshita Do Diário do Grande ABC
O aumento na mortandade de aves e peixes no Parque Central, em Santo André, preocupa a ONG (Organização não-governamental) Amigos do Parque Central. A entidade acredita que a pesca e a má qualidade da água nos lagos são os causadores do problema.
"O problema acontece há dois meses. A situação no parque está bem crítica. Pela manhã, é bem comum encontrarmos peixes mortos nas margens dos dois lagos maiores, devido a má qualidade da água, que está bem suja. Ontem (quarta-feira), encontramos uma tartaruga morta", disse o presidente da ONG, José Carlos Vieira.
Ainda segundo o ambientalista, a pesca nos lagos estaria provocando a morte de muitas aves. "Os anzóis estão causando ferimentos. A pesca deveria ser proibida", completou Vieira.
Frequentador do parque e membro da associação, o vendedor Francisco Vieira, 45 anos, afirma que por diversas vezes a associação procurou a Prefeitura para alertar sobre os problemas. "Já fizemos várias reclamações, mas não vemos mudanças. É tudo em vão."
Por meio de nota, a Prefeitura admitiu a existência dos problemas, e informou que aguarda os resultados de um laudo de análise da água dos lagos.
Em relação à pesca no local, a Prefeitura informou que "não existe legislação no município que proíba (...) Entretanto, ciente dos problemas enfrentados, o Dpav (Departamento de Parques e Áreas Verdes) está elaborando estudos para regulamentar a pesca".
PROBLEMA ANTIGO
Há três anos, o Diário já havia relatado o problema no parque. Na ocasião, a Prefeitura afirmou não ter estatísticas sobre o índice de peixes mortos no local. Por meio de nota, a administração garantiu que os lagos passam por limpeza frequente. Ainda assim, assumiu a existência de um problema da falta de oxigenação da água.

quinta-feira, 24 de junho de 2010


Certa vez uma professora levou seus alunos até os jardins do colégio para lhes falar sobre a natureza.
Aproximou-se de um flamboyants, cheinho de flores, e perguntou aos alunos que árvore era aquela.
Alguns, disseram que era uma árvore, apenas.Outros, que aquela árvore era um flamboyants simplesmente.
Uma menina falou que os flamboyants só servem para fazer sujeira na calçada, quando derrubam as flores.
Um garoto disse que seu pai havia cortado um, recentemente, pois suas raízes racharam o muro de seu quintal.
Mas Pedrinho, menino de alma sensível, começou dizendo que via ali muito mais que uma árvore.
Disse:
Vejo flores, belíssimas
...sinto até seu suave perfume... sinto a seiva correndo em seu caule e galhos
...sinto que a vida flui.... magnificamente... Percebo a sombra generosa que as folhas nos propiciam.
Imagino ainda, algumas até podemos ver, as muitas vidas que encontram guarida neste flamboyants, como liquens, musgos, pequenas bromélias, insetos, pássaros
...e outras tantas formas de vida que nem podemos ver...
"Eis o que percebo, professora"
falou Pedro, com a espontaneidade de um pequeno-grande poeta.
A educadora, ainda embevecida com a aula que acabara de receber, falou:
você tem razão, Pedro.
"Definir este pequeno universo simplesmente como uma árvore,
é matar toda a sua grandeza e majestade."
É esta também a minha conclusão, existem pessoas que não percebem
os flamboyants floridos em praças, bosques certamente são pessoas muito ocupadas e vêem no observar a natureza, algo que as fazem perder tempo...
...creditam a esta introspecção... algo como sem importância.
Tem pessoas que definem flores e folhas suas sementes apenas como sujeira indesejável.
Outras preferem cortar árvores de dezenas de anos, para que não rachem seus muros e calçadas de cimento.
Existem também aquelas para as quais os flamboyants representam algum lucro...
Cortados, poderiam oferecer madeira para lenha ou se transformar em belos móveis.
E há aquelas pessoas, como o pequeno Pedro, que vêem muito mais que uma simples árvore.
...Vêem Deus... seu Criador, na majestosa obra da natureza. ...Sinto-me parte da natureza...e nela...procuro passar a maior parte de minhas horas...e cada árvore que encontro, cada flor...
eu agradeço a Deus a ventura de tê-las conhecido.
Blog Zinas Flowers.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Ave extinta do Parque Central pela caça e pesca

"Primeiro foi necessário civilizar o homem em relação ao próprio homem. Agora é necessário civilizar o homem em relação a natureza e aos animais."
( Victor Hugo )

Marreca Ananaí:encontrada morta no Parque Central
É uma das marrecas menos exigentes quanto ao seu habitat, ocorrendo em praticamente qualquer local onde haja água, desde grandes rios amazônicos até chafarizes e pequenos lagos artificiais, mesmo os poluídos.Alimenta-se de sementes e brotos de plantas aquáticas e palustres e eventualmente de insetos aquáticos e alevinos de peixes ou girinos que captura junto à vegetação.Assim como outros anatídeos troca as penas das asas em bloco, ou seja, de uma só vez, perdendo a capacidade de voar por alguns dias. Durante esse período a ave torna-se mais silenciosa e se esconde em locais de vegetação mais densa.
Os filhotes, que podem chegar a 12 em uma só ninhada, já nascem quase independentes e seguem os pais alimentando-se por conta própria.
Pode ser localmente migratória, mas suas rotas de migração ainda não estão
esclarecidas.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Poluição por Ozônio traz grande preocupação no estado de São Paulo!

Só duas regiões de SP escapam de poluição por ozônio
A poluição do ar por ozônio é um problema grave em quase todo o Estado. De um total de 32 áreas avaliadas entre 2007 e 2009, apenas duas ainda não estão saturadas pelo poluente - Marília e Presidente Prudente. A situação da Região Metropolitana é motivo de grande preocupação: de 14 estações de monitoramento, dez tiveram poluição
"severa" - o nível mais alto possível. Toda a capital já enfrenta concentração crítica desse poluente. Os dados são da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb).
Quando o nível de poluição é considerado "severo" significa que houve grande
ultrapassagem do padrão da qualidade do ar - limite máximo estabelecido pelo governo para a concentração de um poluente na atmosfera. Já quando o nível é sério, a ultrapassagem foi intermediária. O objetivo da classificação é condicionar a concessão de licenças para empreendimentos, como indústrias, à realização de ações que compensem a poluição em áreas já saturadas. "As informações mostram que é preciso trabalhar para reduzir a poluição, ter maior planejamento e programas de controle", diz o gerente de Qualidade Ambiental da Cetesb, Carlos Komatsu.
Segundo ele, o ozônio é difícil de estudar e de controlar por se tratar de um poluente secundário. Ele não sai diretamente de uma fonte, como o escapamento de um veículo, mas se forma pelas reações entre os óxidos de nitrogênio e compostos orgânicos voláteis na presença de luz solar. Dias bonitos e ensolarados, portanto, têm mais chances de serem poluídos por ozônio. A alta concentração de ozônio
prejudica a saúde da população - os sintomas podem ir desde o aumento de mortes prematuras de pessoas com doenças respiratórias até tosse seca e cansaço.
Hoje, existem 25 regiões no Estado saturadas por ozônio. Desses locais, a situação é um pouco melhor em Sorocaba, Ribeirão Preto e Piracicaba - onde o nível de poluição foi considerado "moderado". Há cinco pontos próximos da saturação: Araraquara, Bauru, Jaú, São José do Rio Preto e Araçatuba. E as únicas estações que ainda podem
comemorar o fato de não estarem tomadas pela poluição de ozônio são Marília e Presidente Prudente. Vale lembrar que o ozônio só é tóxico quando está na troposfera (mais perto do solo). Já na estratosfera, a 25 km de altitude, tem a função de proteger a Terra dos raios ultravioleta do sol. (AE)

sábado, 12 de junho de 2010

Pesca no Parque Central está ferindo e matando as aves silvestres!

Falta de consciência dos pescadores e omissão do Poder Público, estes dois fatores estão causando um enorme prejuízo as aves silvestres que habitam os Lagos do Parque Central.Constantemente as garças, biguás, os frangos d'água e outras espécies estão sendo vítimas dos anzóis, ao disputarem a comida com os pescadores.
As imagens abaixo mostram um Frango d'água morto ao ser fisgado pelos pescadores






Biguatinga(Biguá Branco)dificilmente esta ave migratória aparece no Pq.Central,na sua rara visita também foi premiada com a linha e o anzól.

Biguá fisgado arrasta a bóia e a vara

A situação de descaso em que se encontram os lagos do Parque Central traz indignação aos seus frequentadores!

Lembramos que a situação caótica dos lagos do Parque Central, que estão cada vez mais assoreados e contaminados, já foi denunciada a Promotoria de Meio Ambiente de Santo André.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Infelizmente é o que mais vemos na Semana do Meio Ambiente, ao contrário de ações concretas!!!Leia mais

Dia do Meio Ambiente ou do Greenwashing?
Por Germano Woehl Jr
O termo “greenwashing” pode ser traduzido como “lavagem verde” e tem no ambientalismo uma conotação equivalente a “lavagem de dinheiro”. É usado há mais de duas décadas para designar informações tendenciosas ou propaganda enganosa de algum produto ou serviço rotulado de “ecologicamente correto” ou que visam mascarar a má conduta ambiental de uma organização (empresa, instituição pública etc.) ou indivíduo...