domingo, 12 de julho de 2009

Destruir a natureza agora dá até prêmio!

Propaganda Enganosa Ambiental é a Alma do Negócio!



Ao senhor presidente do Conselho Diretor do Instituto Biosfera, Sr.Dorival Correia Bruni;
Ao senhor Diretor do Guanandi Instituto Renovação Social, Sr. Paulo José Ventura Wollny

Aidan Ravin é reconhecido por esforços em urbanismo, paisagismo e arborização

Qual não foi a nossa surpresa ao visitar o site da PMSA e verificar que a atual administração foi premiada por vossas entidades, pelos seus esforços em urbanismo, paisagismo e arborização.
Também no texto que fala da premiação é dito o seguinte:
O Sistema de Áreas Verdes é a marca da gestão Aidan Ravin na área urbanística e de paisagismo. O programa estabelece equilíbrio ambiental por meio da utilização de vegetação mais baixa e de tonalidade variada que proporciona vantagens estéticas, de segurança e de manutenção, além de melhorar a qualidade do ar e minimizar problemas de drenagem.
Acontece que não podemos tolerar tamanha distorção da realidade, pelo simples fato de ser uma das entidades que denunciaram as autoridades competentes este novo projeto, que é degradante e ilegal, além é claro de custar caro aos cofres públicos.
É de nosso interesse saber?Que "critérios" os senhores utilizaram para conceder esta premiação a Prefeitura Municipal de Santo André?
Pois, como estabelecer equilíbrio ambiental, melhorar a qualidade do ar e minimizar os problemas de drenagem? Retirando e cortando com moto serra árvores nativas, frutíferas e exóticas, retirando flores de lírios, arbustos floridos, bromélias e forrações para plantar grama, desfazer os morretes que justamente tinham como função à retenção hídrica.
Todos estes fatos citados, foram documentados e denunciados as autoriades competentes, o que resultou em aplicação de advertência pela Polícia Militar Ambiental a PMSA e também uma Ação Civil Pública em curso, movida pelo Ministério Público Estadual.
Sendo assim, também não podemos deixar de questionar?
Os senhores pelo menos conhecem ou estiveram na nossa cidade para acompanhar tal projeto?
Como uma administração consegue realizar mudanças em tão pouco tempo, cerca de três meses e ser premiada?
Estamos enviando algumas fotos que retratam o que foi descrito.A nossa entidade não dispõe de muitos recursos, ela é formada de voluntários, apartidaria e sem fins lucrativos, mas não abrimos mão de ser pautados pela ética em nossas ações.

José Carlos Vieira

domingo, 5 de julho de 2009

Os problemas do Parque Central continuam após dois anos de reclamações!

Mesmo depois de várias reclamações efetuadas pela APC e também por vários usuários do Parque Central, os problemas continuam; a contaminação e assoreamento dos seus lagos e o manejo devastador executado pelo DEPAV, que mutila fatalmente as mudas plantadas com suas roçadeiras.O plantio realizado por funcionários da Empresa ALCOA em 2007 teve praticamente todas as suas mudas destruídas, lembrando que estas mudas eram provenientes de compensações ambientais.Foram perdidas árvores como:Ipês Rosas, Quaresmeiras, Paus-Brasil e Aroeiras.PROPAGANDA ENGANOSA:A Prefeitura anunciou que iria plantar cerca de 1.000 mudas de árvores nativas de Mata Atlântica no Parque Central no primeiro semestre de 2009, mas até agora só cerca de 100 mudas foram plantadas.

terça-feira, 30 de junho de 2009

Câmara debate volta de rodeios em Sto. André

"A compaixão pelos animais está intimamente ligada a bondade de caráter, e pode ser seguramente afirmado que quem é cruel com os animais não pode ser um bom homem." (Arthur Schopenhauer)

Os rodeios foram proibidos de serem realizados em Santo André pela lei nº 6879, de autoria do ex-prefeito Celso Daniel (PT), em fevereiro de 1992.
Alemão defendeu o projeto "Para o pessoal que for contra, eu recomendo irem fazer um protesto lá em Barretos”. Já Juliano, acredita que as entidades “atrapalham” os rodeios. “Eu acho que deveria ser aprovado.O problema é que as entidades protetoras sempre atrapalham e sabotam os rodeios” , explicou o presidente da Câmara.
Placar*
Vereadores a favor da realização dos rodeios em Santo André-Sargento Juliano (PMDB)- Pinheirinho (DEM)- Bahia (DEM)- Geraldino Isqueiro (DEM)- Alemão do Cruzado (PSL) Por: Júlio Gardesani- Abcdmaior

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Vereador Alemão do Cruzado apresenta Projeto em favor dos Rodeios em Santo André

Rodeios representam maus tratos aos animais!

MAUS TRATOS AOS ANIMAIS PODE SER APROVADO NA CÂMARA DE SANTO ANDRÉ

O vereador Alemão do Cruzado atendendo lobby de organizadores de rodeio vai tentar aprovar na Câmara de Santo André projeto da volta do rodeio na cidade. Há vários anos que a Câmara de Santo André proibiu essa prática na cidade.
Como todos sabem, os animais usados neste tipo de espetáculo são mansos e só pulam e corcoveiam na arena devido alguns incentivos, entre eles o uso do sedem, que é um cordão, por vezes com elementos pontiagudos dentro, que apertado comprime a virilha e o órgão genital do animal.Como podemos ver, sem esses incentivos não haveria rodeio e nem animal bravio. Outro aspecto a ser considerado é que essa não é uma cultura brasileira e sim texana, surgida nos Estados Unidos. No Brasil, o verdadeiro caipira, o homem da roça, não aprecia esse tipo de tortura empregado nos animais.

Nenhum animal deve ser explorado para divertimento do homem” Art. 10º da Declaração Universal dos Direitos dos Animais - da ONU.
Divertimento e alegria para pessoas insensíveis que só pensam em desfrutar do melhor da vida, esquecendo que a vida não se restringe apenas aos humanos, mas é ampla e abarca toda a vida animal que também sofre, sente dor, medo, tristeza e tudo mais que os humanos sentem. É o sofrimento dessas vidas esquecidas e massacradas pela violência que fará a alegria da festa. A cada cavalo que sai pulando de dor pela arena a multidão aplaude o peão que o monta com ares de herói. A grande multidão desconhece o sofrimento do cavalo e os que conhecem se fazem de esquecidos. Quando um bezerro com pouco tempo de vida dispara pela arena assustado, o grande herói da multidão, muito bem paramentado com roupas de couro, montado em um ágil cavalo, o persegue e o laça com rudeza e crueldade às vezes lhe causando a morte instantânea. Mesmo assim, esse grande herói é aplaudido como se tivesse realizado um grande feito. Essa é a grande expressão de covardia de todo um povo, causar sofrimentos aos animais por dinheiro, por orgulho, exibicionismo e falta de sentimentos mais nobres. A boca fala do que o coração sente. Se a boca grita e aplaude essas covardias, é porque o coração está cheio dessas mesmas misérias. Divertir-se a custa de sofrimentos é grau mais baixo que pode chegar o ser humano.
Fica difícil definir se o pior do rodeio é sua realização ou as leis que o apóiam e outras que não protegem os animais. É claro, como já foi dito, o rodeio no Brasil está alicerçado pelos poderosos; grandes empresários, a indústria da propaganda, dos shows e do turismo. Estes mesmos tem o poder de convencer mandatários políticos no sentido de serem favorecidos. Assim é praticamente impossível erradicar a indústria do rodeio. Os poucos que defendem os animais e que são contra o evento são tidos ou como loucos ou anti-sociais. Já nos tempos do governo Henrique Cardoso, o mesmo mudou o status do peão, para “atleta”. Então segundo esse ponto de vista atletismo é a prática de violência contra seres indefesos e inofensivos. Não bastasse a infelicidade do referido governo, o senado aprovou o uso de instrumentos de tortura nos rodeios.
Os animais sofrem para que os humanos se divirtam
Os animais não são agressivos, ao contrário, são dóceis e inocentes, mas através dos objetos de tortura são forçados a demonstrar um comportamento de defesa bravio e selvagem, que por natureza não é deles, tudo para que o peão pareça um herói corajoso e destemido diante do público. É, portanto um show realizado com base numa farsa e numa mentira para enganar a multidão. Os que defendem a farsa do rodeio alegam que o animal sofre apenas durante 8 segundos. Esquecem de mencionar o tempo antes e depois em que o animal fica com os instrumentos de tortura nem mencionam as incontáveis horas de treino do peão com o mesmo animal.
Modalidades principais usadas em rodeios dos Estados Unidos e do Brasil
Laçada do bezerro: (não usado no Brasil) Animais novos, alguns com poucos dias de vida. É perseguido pelo peão em alta velocidade, laçado e derrubado ao chão. Quando o animal é laçado o cavalo é freado bruscamente. O laço às vezes provoca a ruptura da medula ocasionando a morte instantânea. Outros sofrem rompimento parcial ou total da traquéia. Ao ser jogado com violência ao chão, causa fratura de vários órgãos internos provocando morte lenta e dolorosa.
Laço duplo: Dois peões saem em perseguição ao bezerro um deles laça a cabeça e o outro as pernas. Cada um vai para um lado esticando o animal o que lhe provoca distensões de ligamentos e tendões e músculos machucados.
Bulldog: Dois peões perseguem o animal em velocidade. Um deles o segura pelos chifres e o derruba torcendo seu pescoço.
Montaria em touros e cavalos: Tanto touros quanto cavalos são apertados com o sedém uma corda que áspera que passa pelos órgãos para provocar-lhes dor fazendo-os pular na tentativa de livrar-se.
Os equipamentos de tortura:
Sedém: É uma tira de couro ou crina que é amarrada em torno do animal passando pelo penis ou saco escrotal. Ao sair para a arena essa corda é puxada com força pelo peão comprimindo os canais que ligam os rins à bexiga o que faz o animal saltar desesperado procurando libertar-se da dor terrível, que a platéia entende como animal bravio. Além da dor, pode também provocar ruptura viscerais e internas. Dependendo do caso pode provocar a morte. Assim que o animal é liberto do sedém volta a ficar calmo e dócil, mas isto não é mostrado ao público.
Objetos pontiagudos: Pregos, pedras, alfinetes e arames em forma de anzol são colocados nos sedenhos ou sob a sela do animal.
Esporas: São aplicadas pelo peão no baixo ventre e às vezes no pescoço e na cabeça do animal.
Pimenta e outras substâncias: São introduzidos no animal para que este fique irritado e nervoso.
Peiteira e Sino: É uma faixa de couro amarrada ao redor do animal atrás da axila, causa imensa dor e lesões.
Fonte: Leonardo Bezerra (http://jornalanimais.blogspot.com)

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Animais são vítimas das obras do Rodoanel

As obras do trecho Sul do Rodoanel causaram uma grande devastação nas áreas de mananciais, contribuíndo na destruição dos poucos remanescentes de Mata Atlântica que nos restaram.Os animais que tiveram o seu habitat destruído, agora estão morrendo aos poucos, pois em algumas áreas ficaram ilhados.Eles se tornaram presas facéis para seu predadores e também são vítimas de atropelamentos.Onde está a responsabilidade ambiental do Dersa?Permitindo que ocorra este verdadeiro massacre aos animais.
Bicho-preguiça é resgatado após 'fugir' de parque

"A grandeza de uma nação pode ser julgada pelo modo que seus animais são tratados."
Mahatma Gandhi
Um bicho-preguiça foi encontrado atravessando a estrada do Pedroso, em Santo André, na manhã desta quarta-feira. O animal foi resgatado por um munícipe e levado ao posto da Guarda Civil Municipal, em frente ao Parque do Pedroso.
De acordo com a Guarda Civil, animais silvestres são vistos com frequência na estrada desde o início das obras do Rodoanel. Somente neste ano, cinco preguiças foram resgatados com vida e um veado morreu atropelado. O animal encontrado hoje será devolvido ao parque.
Do Diário OnLine

A preguiça, ou bicho-preguiça, é um mamífero brasileiro da ordem Xenarthra (anteriormente chamada de Edentata ou Desdentada), a mesma dos tatus e tamanduás), pertencente à família Bradypodidae (preguiças com três dedos) ou Megalonychidae (preguiças com dois dedos).
Todos os dedos têm garras longas pelas quais a preguiça se pendura aos galhos das árvores, com o dorso para baixo. Seu nome advém do metabolismo muito lento do seu organismo, responsável pelos seus movimentos extremamente lentos. É um animal de pelos longos, que vive na copa das árvores de florestas tropicais desde a América Central até o norte da Argentina. Na Mata Atlântica, o animal se alimenta dos frutos da Cecropia (embaúba, conhecida por isto como árvore-da-preguiça)
De hábitos solitátios, a preguiça tem como defesa sua camuflagem, suas garras e os longos dentes. Herbívoro, tem hábitos alimentares restritos, o que torna difícil sua manutenção em cativeiro. Dorme cerca de 19 horas por dia, também pendurada nas árvores. Na reprodução dá apenas uma cria, e apenas a fêmea cuida do filhote. Reproduz-se, como tudo que faz, na copa das árvores. Raramente desce ao chão. O seu principal predador é a onça.
Fonte: pt.wikipedia.org

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Enquanto em Santo André aguardamos uma decisão da justiça para barrar a devastação...

Justiça acata liminar que impede corte de árvores
A Justiça acatou na última quarta-feira (10) a liminar protocolada pela AASEAM (Associação Amigos da Saúde Emília Alfredo Manganotti), na quinta-feira passada (4), que impede a derrubada das árvores do canteiro central da avenida Tijucussu, no bairro Olímpico, para a construção do parque linear, semelhante ao da avenida Kennedy. Em seu despacho, o juiz Dagoberto Jerônimo do Nascimento proíbe o corte das árvores para a construção da pista de caminhada e ciclovia. O promotor de Justiça, Júlio Sérgio Abbud, acatou o requerimento formulado pela AASEAM e sugeriu ao juiz a cobrança de multa de R$ 50 mil reais para cada árvore suprimida. O pedido foi deferido pelo magistrado.
Ao elaborar a ação civil pública ambiental, o diretor de Meio Ambiente da AASEAM, Daniel Marcos Pastorin, verificou que a derrubada das árvores ofende a Constituição Federal e Estadual, o Estatuto da Cidade e, até mesmo, Plano Diretor Estratégico de São Caetano do Sul, lei 4.438/2006.
A AASEAM não é contra a construção do parque na avenida Tijucussu, mas se posiciona a favor da manutenção do canteiro central da forma em que está, intacto. A cidade já possui poucas áreas verdes e a derrubada das árvores deverá causar um dano irreversível ao meio ambiente de São Caetano.

Vejam as fotos do "Novo Projeto Paisagístico" em Santo André

Depois de praticamente três meses de seu início, visitamos algumas áreas que passaram pelo "Novo Projeto de Paisagismo", para verificar como elas se encontram.Estivemos na Praça Adhemar de Barros(Ipiranguinha) e também na Av.Prestes Maia.Vejam as imagens e tirem suas próprias conclusões.

Árvores retiradas de outros logradouros de Santo André que estão sendo replantadas na AV.Prestes Maia.A expectativa que elas sobrevivam é baixa, pois não estão sendo seguidas as técnicas corretas de replantio.

Praça Adhemar de Barros(Ipiranguinha)que tinha sua vegetação consolidada, ou seja necessitava de pouca manutenção e era formada de forrações,lírios, arbustos e árvores ornamentais, que foram retirados para dar lugar a grama.Agora esta entregue ao capim.


Acompanhamos e filmamos a retirada desta Paineira Vermelha do canteiro central da Av.Prestes Maia, tudo feito sem nenhum critério técnico.Tranformaram uma árvore bonita e saudável em um toco sem vida.

Será que nossa cidade não merece mudas melhores que esta?

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Semana do Meio Ambiente em Santo André, Comemorar o que?

Árvores nativas e frutíferas que foram retiradas do Paço Municipal em fevereiro.

Não gostamos nenhum um pouco de ser pessimistas, mas a maneira como está sendo tratada a questão ambiental em nossa cidade e região nos causa extrema preocupação.Abaixo alguns pontos que demonstram esta triste realidade:

1-Represa Billings agonizando;
A cada dia que passa, verificamos que esta importante área de mananciais está com o seu potencial de abastecimento cada vez mais comprometido.A sua ocupação de forma irregular causou desmatamento no seu entorno e também o despejo de uma quantidade cada vez maior de detritos nas suas águas.Se tudo isto não bastasse, ela também sofreu um grande impacto com as obras do Rodoanel, que contribuíram para o seu assoreamento e até aterramento de seus braços, além de soterrar várias de suas nascentes.A Billings ainda corre o risco de receber as águas mortas do rio Pinheiros no processo da Flotação.

2-Aterro Sanitário comprometido;
Fechamento da Usina de Compostagem, falta de Educação Ambiental, redução da coleta seletiva e reciclagem.Sem dúvida estes pontos contribuíram para a saturação do Aterro Sanitário Municipal.Lembramos que cerca de 80% do lixo ou até mais pode ser reciclado e compostado.Outro problema no aterro é o vazamento de chorume que está sendo lançado no Córrego Cassaquera, um dos afluentes do Rio Tamanduateí.

3-Parque Ecológico do Guaraciaba e APA Chácara da Baronesa, abandonados e fechados à população;
O Parque do Guaraciaba, área que foi desapropriada e paga com o dinheiro público, com o objetivo de ser uma área ecológica onde os munícipes teriam contato com a natureza e lazer, funcionou por pouco tempo no início da década de 90.Atualmente ele se encontra abandonado e sempre corre o risco de virar uma extensão do Aterro Sanitário, apesar das leis que o protegem.
Outra área de extrema importância ambiental e histórica para a nossa cidade e região é a APA ( Área de Proteção Ambiental) Chácara da Baronesa declarada assim pelo Estado de São Paulo em 1987.Além de ser uma APA, ela também é tombada pelo Condephaat.Acontece que desde que foi legalizada pelo estado a área foi abandonada, sofrendo invasões e tendo seu patrimônio histórico deteriorado.Também o seu conselho gestor com a participação da sociedade não foi implementado.Agora corremos o risco de perder esta importante área verde, pois já foi anunciado pelo atual governo a construção de “Bairro Ecológico”.

4-Mudança de Paisagismo
Desde o começo do ano a nossa cidade vem sofrendo com o “Novo Projeto de Paisagismo”, que além de ser ilegal, está trazendo um enorme retrocesso ambiental.Ele é ilegal, pois desrespeita a Lei de Crimes Ambientais nº9.605 de 1998 no seu artigo 49.Mas o que mais nos preocupa é o retrocesso ambiental, fato este que irá ocasionar uma perda significativa nas nossas áreas verdes, que tem como função principal amenizar os efeitos nocivos da poluição na nossa saúde.
Acompanhamos a retirada de várias espécies de vegetação como: Lírios, bromélias, arbustos de espécies diferenciadas, árvores nativas, frutíferas e exóticas em pontos distintos da cidade.Somente no Paço Municipal cerca de 100 espécies arbóreas foram retiradas.Em substituição, foi plantada a grama que além de ser vulnerável a outras espécies, retém menos água, retira menos carbono da atmosfera e tem um custo de manutenção maior.Cabe ressaltar que estes absurdos foram licenciados pelo SEMASA, órgão que cuida da gestão ambiental em Santo André.
Estes são alguns pontos que demonstram que o meio ambiente em nossa cidade e região não vem tendo a merecida atenção por parte do poder público e também da sociedade em geral.Sem dúvida este desleixo terá um alto custo às futuras gerações.
A Preservação do Meio Ambiente não se alcança com discursos e propaganda, mas sim com ações sérias e responsáveis.
José Carlos Vieira
Associação Amigos do Parque Central

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Ministério Público recorre ao TJ contra medidas de Aidan


03/06/2009 - AÇÃO CIVIL
Por: Renan Fonseca
Remodelamento paisagístico é alvo de ação da promotoria do Meio Ambiente da cidade
A promotoria do Meio Ambiente de Santo André recorreu ao TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) para conseguir uma liminar que pode cancelar o projeto de reforma paisagística posto em prática pela Administração do prefeito Aidan Ravin (PTB). O promotor responsável pelo caso, José Luiz Saikali, recorreu à corte maior depois que a Justiça municipal recusou a ação civil que pedia a medida. Caso o TJ-SP julgue favorável o recurso, a Prefeitura pode pagar até R$ 50 mil por dia por descumprimento de medida.
De acordo com o promotor, o parecer do Tribunal pode ser concedida nos próximos dias. “A ação está sendo avaliada pela Câmara Específica de Meio Ambiente. As ações que estão sendo feitas na cidade devem ser questionadas, por isso recorri ao Tribunal”, disse o promotor. A matéria de Saikali se baseia, principalmente, nas mudanças que foram feitas em 22 e 23 de fevereiro, quando árvores e arbustos foram retirados dos canteiros da praça 4º Centenário.
Desde então, a Administração vem retirando mata nativa das áreas verdes do município e trocando por vegetação rasteira, como grama. A Administração não quis comentar o assunto.

domingo, 31 de maio de 2009

Espécie que está sendo retirada da Av.Prestes Maia


Paineira vermelha (Bombax ceiba)
Árvore muito utilizada no paisagismo urbano devido sua beleza, em julho fica totalmente coberta de flores de vermelho vivo. É uma espécie exótica, nativa da Índia, porém muito disseminada por aqui.Também é considerada uma das dez espécies mais belas do planeta e a lenda diz que o Buda teria nascido sob sua sombra.

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Frase da Semana

O processo ditatorial, o processo autoritário, traz consigo o germe da corrupção. O que existe de ruim no processo autoritário é que ele começa desfigurando as instituições e acaba desfigurando o caráter do cidadão." (Tancredo Neves)

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Vejam só como a administração do Dr.Aidan está preocupada com o meio ambiente em Santo André

Nem a importância da arborização da Avenida Prestes Maia, que tem como função minimizar os efeitos da grande quantidade de poluentes que são lançados na atmosfera devido ao enorme tráfego de veículos, foi levada em consideração.

Arborização da Av.Prestes Maia é a nova vítima do Dr.aidan






No dia de hoje 25 de Maio de 2009 presenciamos mais uma vez a destruição da arborização em Santo André.
A vítima desta vez da inconsequência e irresponsabilidade da administração municipal foram as árvores, flores e arbustos da Avenida Prestes Maia.A informação que tivemos no local é que muitas árvores serão retiradas.
Infelizmente nós cidadãos, estamos pagando para a administração da nossa cidade destruir o pouco de áreas verdes que possuímos.Lembramos também que uma das propostas de campanha do Dr.Aidan era de preservar as áreas verdes na região urbana de Santo André, o que estamos vendo acontecer é justamente o contrário!

sábado, 23 de maio de 2009

Enquanto Santo André retira árvores com o pobre argumento de trazer maior visibilidade e segurança, veja o que diz pesquisa sobre a poluição urbana.

O ESTADO DE S.PAULO - 21/05/2009

''Custo da poluição'' é de R$ 14 por segundo
Valor se refere a tratamentos respiratórios e cardiovasculares
Fernanda Aranda e Alexandre Gonçalves

Os custos da poluição, pela primeira vez, foram mapeados fora das fronteiras de São Paulo. Estudo obtido pelo Estado mostra que são R$ 14 gastos por segundo (R$ 459,2 milhões anuais) para tratar sequelas respiratórias e cardiovasculares de vítimas do excesso de partícula fina - poluente da fumaça do óleo diesel . O valor é dispensado por unidades de saúde públicas e privadas de seis regiões metropolitanas do País.
A mesma pesquisa, produzida pelo Laboratório de Poluição da USP e seis universidades federais, mostra que, além dos paulistas, respiram ar reprovado pelos padrões da Organização Mundial da Saúde (OMS) as regiões do Rio, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba e Recife. "A poluição não é mais privilégio de São Paulo e os impactos são diretos na saúde cardiovascular do brasileiro", diz Antônio Carlos Chagas, presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC).
Pelo ensaio científico, 8.169 pessoas são internadas anualmente com problemas cardíacos atribuídos à partícula fina. Paulo Saldiva, coordenador do Laboratório de Poluição da USP, explica que a substância funciona "como uma espécie de Sedex de outras impurezas no organismo e é um dos poluentes que mais afeta a saúde".
Os dados mostram ainda que obter o título de maior frota de veículos do Brasil também rende liderança ainda mais expressiva na categoria "prejuízos". São Paulo concentra 61% das mortes relacionadas à poluição, apesar de responder por 57% da quantidade de carros que existe nos locais estudados.
Além do excesso de gases tóxicos emitidos pelos escapamentos, outro fator que contribui para o primeiro lugar paulista, avaliam os especialistas, é a produção científica sobre os males da poluição. Ensaios recentes já produziram um inventário sobre os problemas em decorrência dos gases em São Paulo. As publicações associam que desde o trato respiratório é afetado - com asma, bronquite e sinusite -, passando pelo sistema cardiovascular, atingindo as funções metabólicas (diabete, pressão alta) e chegando até ao sistema reprodutivo, com associação à infertilidade.
As pesquisas em São Paulo incentivaram a produção em outras metrópoles. O cardiologista Evandro Mesquita, da Universidade Federal Fluminense, começou a cruzar os dados de arritmia e enfarte em dias marcados pelo excesso de poluentes. Quando o Instituto do Coração de SP (Incor) fez teste parecido no ano passado, encontrou aumento de 11% de morte por ocorrência cardíaca.
No Rio, a pesquisa da USP mostra que são 1.434 pacientes do coração internados por ano. A reportagem teve acesso ao estudo na ação civil pública que o Ministério Público de São Paulo move contra a Petrobrás e 13 montadoras de veículos pedindo indenização para vítimas da poluição. Segundo o promotor do Meio Ambiente do MP, José Isamel Lutti, o valor indenizatório terá "como parâmetro" a pesquisa.
Além das internações, também foram calculadas as mortes nas regiões: 11.559 pessoas com mais de 40 anos (31 vidas por dia).
A Petrobrás, por meio de assessoria de imprensa, informou que não foi notificada sobre a ação, ajuizada em março deste ano.

MORTES E CUSTOS

São Paulo: 7.187 mortes/ano e R$ 335 mi com internação
Rio: 2.975 mortes e R$ 68,7 mi
Porto Alegre: 722 mortes e R$ 27,6 milhões
Curitiba: 389 mortes e R$ 15,9 milhões
Belo Horizonte: 180 mortes e R$ 9,7 milhões
Recife: 106 mortes e R$ 2,6 mi

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Você já tem o novo calendário do Rodoanel?


“O gerente de Gestão Ambiental da empresa do governo do Estado que administra a obra, a Desenvolvimento Rodoviário SA (Dersa), Marcelo Arreguy Barbosa, descarta o crime ecológico nas obras do Rodoanel, que começaram em julho de 2007. A Dersa, segundo ele, está preparada para executar o projeto de manejo de animais silvestres. Para ele, a culpa pelas mortes é da natureza e o empreendimento deve ser isentado de imperícia ou negligência.”

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Importante iniciativa pela preservação do meio ambiente brasileiro!

Entidades criam Procuradoria Ambientalista
A Procuradoria reunirá, por meio de um termo de cooperação técnica e jurídica, entidades localizadas em diferentes regiões do Brasil, que atuarão de forma unificada na defesa de causas de interesse ambiental.
A luta pela conservação e preservação do meio ambiente brasileiro ganhou mais uma ferramenta de extrema importância. Trata-se da Procuradoria Ambientalista/ONGs Brasil.
A Procuradoria será instalada através da ação inédita de Organizações Não Governamentais (ONGs) ambientalistas das cinco regiões administrativas do Brasil, sendo elas: PROAM - Instituto Brasileiro de Proteção Ambiental (SP), IDA - Instituto para o Desenvolvimento Ambiental (DF), MOVER - Movimento Verde de Paracatu (MG), SESBRA - Sociedade Ecológica de Santa Branca (SP), OCA BRASIL - Organização Cultural e Ambiental (GO), Fundação OndAzul (BA), Associação Eco Juréia (SP), Instituto Caá-oby Sócio-Ambiental (SP), SODEMAP - Sociedade de Defesa do Meio Ambiente de Piracicaba (SP), ACE-Pau Brasil - Associação Cultural e Ecológica Pau Brasil (SP), Fundação Araripe (CE), Instituto Eco&Ação (SC) e ACIA - Associação Cunhambebe da Ilha Anchieta (SP).
Estão representados nessa cooperação dois coletivos de entidades ambientalistas regionais, o do Distrito Federal e do Estado de São Paulo.
De acordo com a Carta de Princípios e Termo de Cooperação Técnico-Jurídico da Procuradoria Ambientalista, esta ação visa capacitação, suporte jurídico, acompanhamento de processos de normatização, promoção de representações e ações judiciais integradas, entre outras ações que se façam necessárias para a proteção ambiental em território nacional.
Em síntese, a Procuradoria reunirá, por meio de um termo de cooperação técnica e jurídica, entidades ambientalistas localizadas em diferentes estados do Brasil, que atuarão de forma unificada na defesa de causas de interesse geral, seja por meio da pressão sobre formadores e aplicadores de políticas públicas ou por meio de demandas judiciais e, ainda, através da disseminação de informações junto à sociedade.
A entidade PROAM, de São Paulo, exercerá o primeiro mandato como Secretaria Executiva da Procuradoria Ambientalista/ONGs Brasil. De acordo com o presidente do PROAM, Carlos Bocuhy, a iniciativa é extremamente adequada. "O contexto atual da política nacional exige mais capacitação e maior ação técnico-jurídica do movimento ambientalista. A iniciativa é oportuna e absolutamente necessária. A ação parte do anseio de entidades ambientalistas de diferentes regiões do Brasil", detalhou o ambientalista.
Para o secretário-executivo do Fórum das ONGs ambientalistas do Distrito Federal e Entorno, Luiz Mourão, a instituição da Procuradoria é uma necessidade. “Com a criação deste instrumento será possível que o controle social seja exercido de maneira mais eficaz”, completou.
Conforme esclareceu o representante da Caá-oby, Fábio Dib, a instalação da Procuradoria Ambientalista significa o amadurecimento do movimento. "Há anos o movimento ambientalista estuda e discute a criação da Procuradoria. Com esta iniciativa ganhamos maturidade e, além disso, as entidades ligadas ao movimento ganharão nova frente jurídica", completou.
Para Larissa Cayres, presidente da Fundação Ondazul, a Procuradoria Ambientalista se constituirá na mais nova ferramenta de fortalecimento e articulação do movimento ambientalista nacional. "A Procuradoria contribuirá para a construção, acompanhamento e controle das nossas políticas públicas, buscando um desenvolvimento mais justo e equilibrado para o Brasil", afirmou.
Segundo Heitor Marzagão, Diretor Executivo do Movimento Defenda São Paulo, "a constituição de uma procuradoria ambientalista é fundamental no momento em que observa-se um retrocesso nas políticas ambientais por todo o território brasileiro".
Berenice de Toledo Krucken Martin, procuradora do PROAM, afirma que neste momento de criação da Procuradoria Ambientalista, deve-se lembrar as produções teóricas do magistrado Ingo Wolfgang Sarlet, de Alexandre Morais da Rosa, de Leonel Ohlweiler e de Rogério Gesta Leal. "No transcorrer desses últimos 20 anos de constitucionalismo democrático, soma-se à importância, sem precedentes históricos, da sociedade civil organizada se compor, estruturando uma Procuradoria Ambientalista em favor de buscar cada vez mais pela concretude do direito fundamental do meio ambiente".
Segundo Ana Echevenguá, do Instituto Eco&Ação, “esta aliança entre as ONGs, ao popularizar o conhecimento jurídico, ajudará a sociedade civil a lutar pelo seu direito à sadia qualidade de vida e ao meio ambiente ecologicamente equilibrado”.
De acordo o procurador do PROAM em Brasília, Ivens Drumond, a criação da Procuradoria Ambientalista /ONGs Brasil vem ao encontro das necessidades da sociedade civil, pois o processo surge em um novo cenário do movimento ambientalista brasileiro. “Com a Procuradoria poderemos focar melhor as questões técnicas nas discussões com os vários atores da sociedade. A Procuradoria é uma relevante iniciativa para dar suporte técnico em jurídico para o movimento ambientalista junto ao sistema nacional de meio ambiente”, indicou.
Para a presidente da Eco Juréia, Cybele Silva, as entidades envolvidas na questão ambiental se fortalecerão com a criação da Procuradoria. “Procuradoria Ambientalista fornecerá um suporte necessário que as entidades ambientalistas precisavam para os avanços na preservação do Meio Ambiente”, finalizou.
Ato de assinatura da Carta de Princípios e Termo de Cooperação da Procuradoria Ambientalista/ONGs Brasil.

Data: 20 de maio Horas: 14h30
Local: IBAP-Instituto Brasileiro de Advocacia Pública, situado à Rua Cristóvão Colombo, 43, auditório do 9° andar, no Largo São Francisco (lateral da Faculdade de Direito da USP).

ONGs Fundadoras da Procuradoria Ambientalista:
PROAM - Instituto Brasileiro de Proteção Ambiental (SP) - Representando também o Coletivo de Entidades Ambientalistas do Estado de São Paulo. O PROAM ocupa assentos no Conselho Estadual de Meio Ambiente de São Paulo - CONSEMA e no Conselho Nacional do Meio Ambiente - CONAMA, representando as ONGs da região Sudeste (SP).
IDA - Instituto para Desenvolvimento Ambiental (DF) – Representando o Coletivo de Entidades Ambientalistas do Distrito Federal e tem assento no CONAMA representando as ONGs no contexto nacional.
MOVER - Movimento Verde de Paracatu (MG) - Tem assento no CONAMA como representantes das entidades ambientalistas de caráter nacional.
SESBRA - Sociedade Ecológica de Santa Branca (SP) - Tem assento no CONSEMA-SP.
OCA BRASIL - Organização Cultural e Ambiental (GO) - Tem assento no CONAMA representando as ONGs da região Centro-Oeste.
Fundação OndAzul (BA) - Representa no CONAMA as ONGs da região Nordeste.
Associação Eco Juréia (SP) - Litoral - Tem assento no CONSEMA-SP e CONAMA, representando as ONGs da região Sudeste.
Instituto Caá-oby Sócio-Ambiental (SP) - Litoral - Tem assento no CONSEMA-SP representando as ONGs do litoral.
SODEMAP - Sociedade de Defesa do Meio Ambiente de Piracicaba (SP) - Possui assento no CONSEMA-SP, representando as entidades do interior.
ACE-Pau Brasil - Associação Cultural e Ecológica Pau Brasil (SP) - Coordena a coalização de 20 ONGs da Federação Mogi-Pardo (Bacia Hidrográfica do Mogi-Pardo)
Fundação Araripe (CE) - Desenvolve projetos de apoio social e de proteção ambiental com reconhecimento internacional.
Instituto Eco&Ação (SC) - Possui forte atuação jurídica no Estado de Santa Catarina.
ACIA - Associação Cunhambebe da Ilha Anchieta (SP) - Tem assento no CONAMA representando as ONGs da região Sudeste.
Movimento Defenda São Paulo - tem assento no CADES - Conselho Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, da Cidade de São Paulo e no CONSEMA –SP.

Informações para a imprensa
Moniele Nogueira
Assessora de Imprensa do Instituto Brasileiro de Proteção Ambiental - PROAM
www.proam.org.br
(11) 3814-8715
(11) 8570 2072

sexta-feira, 15 de maio de 2009

AMAZONIA LEGAL BRASILEIRA INICIA SUA FASE MORIMBUNDA


NASCIMENTO: 1,5 MILHÕES DE ANOS ATRÁS.
CONDENAÇÃO AO DESAPARECIMENTO: 14/05/2009
MORTE PROGRAMADA: 2030
QUERIDOS AMIGOS E BRASILEIROS, ENQUANTO VOSSAS CABEÇAS DESCANSAVAM SOBRE TRAVESSEIROS,APENAS 115 VERDADEIROS BRASILEIROS LUTARAM CONTRA UM GRANDE CRIME AMBIENTAL E CLIMÁTICO, DENTRE 190 MILHÕES QUE ACREDITAVAM QUE O DIA SEGUINTE SERIA IGUAL AO ÚLTIMO BRILHAR DE SOL.
MAL PODERIAM IMAGINAR QUE POUCOS HIPÓCRITAS E PERVERSOS GANANCIOSOS CONDENARIAM 3,5 MILHÕES DE HECTARES DE FLORESTA TROPICAL; 77,8 EXEMPLARES DE AVES, MAMÍFEROS E RÉPTEIS; 3,5 MILHÕES DE ÍNDIOS E POVOS RIBEIRINHOS. E PRINCIPALMENTE, 100MM DE CHUVAS ANUAIS NA REGIÃO SUDESTE DE SÃO PAULO.
A “bancada rural”, que defende os interesses do setor agropecuário,impulsionou várias reformas destinadas a “enfraquecer a legislação ambiental”. Por exemplo, uma medida provisória que permite ao Estado transferir sem licitação terrenos de até 1.500 hectares da Amazônia a ocupantes ilegais. O propósito original da MP 408/2009, de iniciativa do governo, buscava regularizar a posse de terras ocupadas antes de
2004, estabelecendo vários requisitos, como reflorestamento de áreas devastadas e limites para novos cortes.
A Câmara dos Deputados aprovou, na noite desta quarta-feira (13), a medida provisória 458/09 que permite que a União transfira, sem licitação, terrenos de sua propriedade na Amazônia Legal, com até 1.500 hectares (15 km²), àqueles que detinham posses antes de 1º de dezembro de 2004. A matéria passará em seguida por votação no Senado.
O atual texto da MP é de autoria do relator Asdrubal Bentes (PMDB-PA), que fez várias mudanças na medida original. Uma das alterações permite que empresas participem de licitação para obterem a regularização de áreas por elas ocupadas, caso não possuam outro imóvel rural e explorem efetivamente a terra.
FAÇAM A DIFERENÇA, LUTEM PARA IMPEDIR ESTA APROVAÇÃO NO SENADO.
AMBIENTALISTA GRECO

Santo André perde sua biodiversidade


Santo André que era referência pelo seu paisagismo, vai sofrendo um grande retrocesso pela nova administracão, que esta trocando árvores frutíferas ,arbustos e flores somente por grama

segunda-feira, 11 de maio de 2009


A Chácara Baronesa passará a ser gerenciada pelo município de Santo André.Fato este que nos trouxe muita preocupação, principalmente pelo motivo da construção de "Bairro Ecológico".Sabemos que existem outras alternativas para resolver o problema da área que está atualmente ocupada e não podemos aceitar a derrubada de floresta da única APA de nossa região para construção de condomínio.Vamos nos empenhar de todas as formas para barrar este projeto e é uma pena que o Estado de São Paulo tenha abandonado e agora se livra de área tão importante para nós cidadãos do Grande ABC.
E só de pensar na consciência ecológica que o governo de Santo André está demonstrando nesses primeiros meses de governo, onde só o que estamos vendo é devastação do verde, já nos traz uma grande revolta.

sábado, 9 de maio de 2009

Dr.Aidan desafia até a justiça!

“Vamos continuar limpando o município. Agora, se houver uma contraordem do Ministério Público, vamos deixar o mato crescer e o órgão que responda para a cidade”, atacou Aidan.

O Problema é que o Dr.Aidan não sabe a diferença entre limpar e destruir!

Alguém tem de explicar ao Dr.Aidan que flores, forrações, bromélias, arbustos, árvores nativas, frutíferas etc, não são lixo para serem retirados da cidade e descartados no Parque Guaraciaba e no Aterro Sanitário.Quando ele fala em limpar a cidade está distorcendo o que está acontecendo de fato, que é a destruição da vegetação das poucas áreas verdes que possuímos em nossa cidade.O pior de tudo que justamente a vegetação que ele está implantando, ou seja a grama, já está virando mato, por ser vulnerável as ervas daninhas e necessitar de muito mais manutenção.Como médico e atual prefeito de uma das mais importantes cidades de grande São Paulo, seria imprescindível que ele tivesse uma visão sustentável e de respeito ao meio ambiente, mas muito pelo contrário ele já demonstrou ser nota zero nas questões ambientais e além de tudo esta muito mal assessorado.É uma pena pois toda a sociedade andreense irá ter de pagar por este retrocesso ambiental.

Vou continuar limpando a cidade, diz Aidan

Por: Renan Fonseca (renan@abcdmail.com.br)

Mesmo com ação do Ministério Público, prefeito não pretende rever mudança paisagística
O prefeito de Santo André, Aidan Ravin (PTB), disse que não se sente pressionado pela ação civil pública a qual responde pela mudança paisagística das áreas verdes do município. De acordo com o político, mesmo com o processo pretende continuar com as ações. “Vou continuar limpando a cidade”, afirmou.
A ação foi ingressada pelo promotor de Meio Ambiente de Santo André, José Luiz Saikali, que questiona os cortes de árvores feitos pela Prefeitura desde fevereiro. Aidan acredita que o processo foi motivado por denúncias de “quem quer parar a Administração”. Questionado sobre a possibilidade de rever o projeto, o prefeito devolveu a pergunta. “Você acha que ficou tão ruim assim? O munícipe pode agora parar no semáforo e não ver aquele matagal. Não precisa mais ficar com medo de ser assaltado."
Segundo o chefe da Prefeitura, as mudanças nas áreas verdes representam uma “limpeza” na cidade. “Vamos continuar limpando o município. Agora, se houver uma contraordem do Ministério Público, vamos deixar o mato crescer e o órgão que responda para a cidade”, atacou Aidan.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Associação recorre ao MP para evitar shows no Parque Central



Fabiana Piasentin
Do Diário OnLine
A associação APC (Amigos do Parque Central) irá entrar nesta quarta-feira com uma representação no MP (Ministério Público) para evitar que eventos como os realizados no aniversário de Santo André, em 8 de abril, e em comemoração ao Dia do Trabalho, em 1º de maio, voltem a acontecer no Parque Central. De acordo com a entidade, essas apresentações sujam e degradam o parque, além de prejudicar a fauna local.
"Não somos contra shows no parque, mas somos contrários ao tipo de apresentação que reúne uma quantidade muito grande de pessoas. O município possui outras áreas para a realização desses espetáculos", afirma o presidente da APC, José Carlos Vieira.
Cerca de 75 mil pessoas, segundo a organização do evento, estiveram no Parque Central nos shows da última sexta-feira. Para a associação, o público elevado também facilita a prática criminosa e o vandalismo. "Não houve fiscalização com relação ao consumo de álcool dentro do parque. Quem frequenta o local ficou horrorizado, porque após o show parecia um lixão. Até nos lagos havia lata de cerveja", revolta-se Vieira.
Para a APC, a função do Parque Central como área ecológica também é prejudicada com a realização de eventos de grandes proporções. "O espaço tem animais silvestres e recebe aves migratórias. A queima de fogos de artifício durante o show afugentou esses animais", ressalta.
A Prefeitura de Santo André informou "que vai continuar a realizar shows e atividades culturais e de lazer no Parque Central, mantendo uma tradição adotada em administrações anteriores". A administração municipal afirmou, ainda, que todos os parques da cidade são áreas Especiais de Interesse Ambiental, que têm a função "de proteger as características ambientais existentes e oferecer espaços públicos adequados e qualificados ao lazer da população".
Quanto à fauna existente no local, a prefeitura disse que a queima de fogos pode afastar as aves "apenas em determinados momentos" e que esses animais foram "vistos no parque mesmo durante apresentação dos artistas".