
quarta-feira, 24 de julho de 2013
A Preocupante situação da Arborização Urbana em Santo André

terça-feira, 23 de julho de 2013
INCINERAÇÃO DE RESÍDUOS X COLETA SELETIVA E RECICLAGEM
Virgílio Alcides de Farias
Dentre os princípios da Política Nacional de Resíduos Sólidos, encontram-se a visão sistêmica, na gestão dos resíduos sólidos, que considere as variáveis ambiental, social, cultural, econômica, tecnológica e de saúde pública, e princípio da ecoeficiência que englobam o princípio do desenvolvimento sustentável, mediante a compatibilização entre o fornecimento, a preços competitivos, de bens e serviços qualificados que satisfaçam as necessidades humanas e tragam qualidade de vida e a redução do impacto ambiental e do consumo de recursos naturais a um nível, no mínimo, equivalente à capacidade de sustentação estimada do planeta, incidindo que os recursos naturais são “finitos” e sua extração deve ser limitada a capacidade que a natureza tem de recomposição. Posto a visão sistêmica e de ecoeficiência apresentadas, resta entender o que significa a incineração.
Convenção de Estocolmo/2001 (ONU) combate os poluentes orgânicos persistentes por terem propriedades tóxicas resistentes á degradação, se bioacumularem, serem transportados pelo ar, pela água e pelas espécies migratórias e depositados distantes do local de sua liberação, onde se acumulam em ecossistemas terrestres e aquáticos. Afirma que tais poluentes causam problemas de saúde, especialmente nos países em desenvolvimento, resultantes da exposição local, em especial os efeitos nas mulheres e, por meio delas, nas futuras gerações. Referida Convenção indica em seu anexo “C”, letra “a”, os incineradores como formadores dos poluentes orgânicos persistentes, Convenção que foi ratificada pelo Brasil em 2004, passando a compor a legislação brasileira.
A incineração, ao queimar os resíduos reutilizáveis e recicláveis, fomenta maior extração de recursos naturais “finitos”, é incompatível com o desenvolvimento sustentável, é sucata tecnológica poluidora do século 20 que, em pleno século 21, o Brasil não deve recepcionar, pois, é um insulto à legislação ambiental e de saúde do nosso País.
Ante o exposto, a meu sentir, apoiar os catadores contra a incineração e defender a coleta seletiva e reciclagem é dever de cidadania do povo brasileiro, pois, os catadores, efetivamente, exercem atividade de relevante interesse socioambiental, a ecoeficiência e a sustentabilidade.
* Virgílio Alcides de Farias Advogado especialista em direito ambiental Pós-Graduado em Meio Ambiente, Desenvolvimento Sustentável e Questões Globais – FAAP Professor universitário de direito ambiental e educação ambiental Presidente da Comissão do Meio Ambiente da Ordem dos Advogados do Brasil, 62ª Subseção Diadema/SP Secretário Geral do Movimento em Defesa da Vida do Grande ABC
Dentre os princípios da Política Nacional de Resíduos Sólidos, encontram-se a visão sistêmica, na gestão dos resíduos sólidos, que considere as variáveis ambiental, social, cultural, econômica, tecnológica e de saúde pública, e princípio da ecoeficiência que englobam o princípio do desenvolvimento sustentável, mediante a compatibilização entre o fornecimento, a preços competitivos, de bens e serviços qualificados que satisfaçam as necessidades humanas e tragam qualidade de vida e a redução do impacto ambiental e do consumo de recursos naturais a um nível, no mínimo, equivalente à capacidade de sustentação estimada do planeta, incidindo que os recursos naturais são “finitos” e sua extração deve ser limitada a capacidade que a natureza tem de recomposição. Posto a visão sistêmica e de ecoeficiência apresentadas, resta entender o que significa a incineração.
Convenção de Estocolmo/2001 (ONU) combate os poluentes orgânicos persistentes por terem propriedades tóxicas resistentes á degradação, se bioacumularem, serem transportados pelo ar, pela água e pelas espécies migratórias e depositados distantes do local de sua liberação, onde se acumulam em ecossistemas terrestres e aquáticos. Afirma que tais poluentes causam problemas de saúde, especialmente nos países em desenvolvimento, resultantes da exposição local, em especial os efeitos nas mulheres e, por meio delas, nas futuras gerações. Referida Convenção indica em seu anexo “C”, letra “a”, os incineradores como formadores dos poluentes orgânicos persistentes, Convenção que foi ratificada pelo Brasil em 2004, passando a compor a legislação brasileira.
A incineração, ao queimar os resíduos reutilizáveis e recicláveis, fomenta maior extração de recursos naturais “finitos”, é incompatível com o desenvolvimento sustentável, é sucata tecnológica poluidora do século 20 que, em pleno século 21, o Brasil não deve recepcionar, pois, é um insulto à legislação ambiental e de saúde do nosso País.
Ante o exposto, a meu sentir, apoiar os catadores contra a incineração e defender a coleta seletiva e reciclagem é dever de cidadania do povo brasileiro, pois, os catadores, efetivamente, exercem atividade de relevante interesse socioambiental, a ecoeficiência e a sustentabilidade.
* Virgílio Alcides de Farias Advogado especialista em direito ambiental Pós-Graduado em Meio Ambiente, Desenvolvimento Sustentável e Questões Globais – FAAP Professor universitário de direito ambiental e educação ambiental Presidente da Comissão do Meio Ambiente da Ordem dos Advogados do Brasil, 62ª Subseção Diadema/SP Secretário Geral do Movimento em Defesa da Vida do Grande ABC
sexta-feira, 19 de julho de 2013
Teatro Nos Parques Dia 21/07(Domingo), às 15h, no Parque Central.Compareça e traga a sua família!!!



.jpg)
segunda-feira, 15 de julho de 2013
Usinas de incineração do “lixo” urbano, na contramão da sustentabilidade.

quinta-feira, 11 de julho de 2013
Assistam estes vídeos educativos e comparem o que é melhor:Reciclar ou Queimar os resíduos, ou seja queimar dinheiro.
Vídeos educativos do Engenheiro Gert Roland Fischer mostram os benefícios da reciclagem e o alto custo e os perigos de uma Usina de Incineração que pode lançar poluentes perigosos na atmosfera.
Tenha paciência e assista estes vídeos, aprenda mais sobre os benefícios da reciclagem de resíduos e os perigos de uma Usina de Incineração.
Reciclagem não dá dinheiro para Campanhas Políticas...

Será que os Prefeitos Grana e Donizete não sabem que a maior parte do lixo pode ser reciclado?E até gera um bom lucro,ou compensa mais "gastar" no mínimo 500 milhões?
Os prefeitos petistas Carlos Grana (Santo André) e Donisete Braga (Mauá) assinaram, na tarde desta quinta (10/07), um Termo de Cooperação Técnico-Operacional com vistas à construção de uma usina para destinação, tratamento de resíduos sólidos e geração de energia. Orçada inicialmente em R$ 500 milhões, a unidade deve ser erguida no raio de até 1 km de distância do Polo Petroquímico do ABC, pois um dos objetivos com o projeto é fornecer vapor ao complexo industrial. Para evitar o dispêndio de recursos com o estudo, a partir da assinatura, uma equipe com especialistas dos dois Paços será formada e, dentro do prazo de 180 dias, deve detalhar a proposta, que pode ser apresentada a cidades vizinhas como Rio Grande da Serra, Ribeirão Pires e São Caetano. De acordo com Braga, o projeto é um avanço em relação à implantação do Polo Petroquímico na região. O petista ressaltou que ajudou a dar vida ao projeto, ao lado de Grana, quando ambos eram deputados e membros da comissão de Meio Ambiente da Assembleia Legislativa de São Paulo. "Escolher Santo André como cidade parceira prioritária nessa matéria é significativo e coerente com nossas ações. Estamos fazendo estudos embrionários, mas acreditamos na busca por uma melhor tecnologia que garanta, ao mesmo tempo, o fornecimento de energia ao Polo e o fim da preocupação iminente com a destinação de resíduos sólidos aos aterros locais", comentou. Segundo dados apresentados durante a assinatura da parceria, Santo André produz, hoje, cerca de 700 toneladas de lixo por dia. O índice em Mauá é de aproximadamente 320 toneladas, diariamente. "Somamos mais de mil toneladas de lixo produzido. Essa escala justifica o desenvolvimento do projeto", comentou Grana. Na avaliação do prefeito, é fundamental para o ABC ter alternativas aos aterros sanitários, campos que possuem vida útil relativamente curta. "O aterro Lara recebe o lixo da região e da Baixada Santista, mas se ele não existisse, a opção mais próxima seria o aterro de Itaquaquecetuba", pontuou. Para Donisete, a proposta, que funcionará nos moldes de uma Parceria Público-Privada, pode ser atrativa para outras cidades da região. "Ribeirão e Rio Grande da Serra estão localizadas 100% em áreas de mananciais. Nossos argumentos dão segurança não apenas à economia, mas à questão da sustentabilidade", justificou. Os petistas não cogitaram, no entanto, levar o projeto para ser debatido no âmbito do Consórcio Intermunicipal Grande ABC. Em entrevista ao RD, o coordenador do GT Meio Ambiente, João Ricardo Guimarães, afirmou que a entidade trabalha para conquistar recursos externos para a elaboração do Plano Regional de Resíduos Sólidos. "Por enquanto, é uma parceria unilateral entre Santo André e Mauá", frisou Grana. De acordo com o secretário de Planejamento Urbano de Mauá, José Afonso Pereira, as obras da usina podem levar até 24 meses para serem concluídas. "No mais tardar, no início do próximo ano contratamos o projeto e, em até dois anos a partir daí, a usina estará em funcionamento", garantiu. Quando concluído, o projeto passará pelo crivo dos vereadores das duas cidades. Aterro de Santo André será reativado em outubro Para o chefe do Paço andreense, Carlos grana, a usina - segunda a ser projetada no ABC, logo atrás da unidade anunciada pelo prefeito de São Bernardo, Luiz Marinho (PT), para meados de 2015 - funcionará como uma alternativa ao problema da capacidade limitada de operação do Aterro Municipal de Santo André, localizado na Cidade São Jorge. A unidade está inativa há quatro anos, mas será reaberta, de acordo com o petista, em outubro. Na estimativa do Paço, a medida provocará redução significativa nos gastos com a destinação final dos resíduos sólidos, hoje encaminhados ao aterro Lara, em Mauá. Só no ano passado, o serviço custou aos cofres andreenses aproximadamente R$ 25 milhões. "Hoje, o Lara cobra R$ 78 pela tonelada de lixo. Sem o convênio, o preço fica em R$ 30", projetou o prefeito. Para garantir que o espaço funcione por mais sete anos, pelo menos, o Semasa (Serviço de Saneamento Ambiental de Santo André) assumirá a ampliação do aterro, em área de 40 mil metros quadrados. De acordo com o superintendente Sebastião Ney Vaz, a autarquia despenderá cerca de R$ 7 milhões com as obras. "Vamos cobrir esse custo com os recursos próprios do Semasa", disse o titular.
segunda-feira, 8 de julho de 2013
O Extermínio da Arborização Continua!
Assinar:
Postagens (Atom)