quinta-feira, 9 de agosto de 2007

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2 comentários:

Sérgio disse...

Solo tropical
"A conservação do solo se destaca na agenda da agricultura sustentável. Base da produção, é na fartura da terra que vinga a riqueza das plantas e dos animais, fornecendo alimentos, matérias-primas e, agora, energia renovável. Cuidar do solo significa garantir o futuro. Cada centímetro de solo exige séculos para se formar. Custa uma fortuna na contabilidade da natureza. Nesses tempos de aquecimento global, teme-se pela desertificação, que dramaticamente já se verifica em certas áreas agrícolas do mundo, incluindo o semi-árido nordestino. Nova batalha terá de ser vencida pelos conservacionistas. A cada época, um desafio. Parece um alerta, quase um castigo, como se aos agricultores fosse necessário sempre lembrar que o solo é patrimônio da humanidade", artigo de Xico Graziano - OESP, 24/4, Espaço Aberto, p.A2.

Sérgio disse...

FOLHAGEM OU MATO ROÇADO NÃO É LIXO]
Há muitos e muitos anos são retirados das áreas verdes caminhões e mais caminhões de folhas secas, grama, mato roçado e galhos que são jogados nos lixões da cidade. Ali ajudam a poluir águas e solos, além de custar caríssimo para o contribuinte pagar toda a logística que isso envolve. O mais grave é que com isso o solo vai se degradando. Fica estéril, sêco, morre a microfauna de solo[vivem de folhas que caem].Sem essa biota o solo fica endurecido, dificultando a absorção da chuva[que correrá superficialmente] e impedindo que as raizes se aprofundem. Qualquer livro ensina isso, porém os órgãos públicos os ignoram. Com isso eles não formam bosques e continuam a tratar os parques, praças e ruas como terreno baldio. Neste, o mato é queimado ou jogado no lixo em vez e ser usado como adubo natural. É um ciclo de degradação. Nem uma folha sequer deve ser retirado das áreas verdes.Devemos lutar por isso.